Tag: Pai

Santo Evangelho (Jo 15, 9-11)

5ª Semana da Páscoa – Quinta-feira 23/05/2019 

Primeira Leitura (At 15,7-21)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 7depois de longa discussão, Pedro levantou-se e falou aos apóstolos e anciãos: “Irmãos, vós sabeis que, desde os primeiros dias, Deus me escolheu, do vosso meio, para que os pagãos ouvissem de minha boca a palavra do Evangelho e acreditassem. 8Ora, Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, dando-lhes o Espírito Santo como o deu a nós. 9E não fez nenhuma distinção entre nós e eles, purificando o coração deles mediante a fé. 10Então, por que vós agora pondes Deus à prova, querendo impor aos discípulos um jugo que nem nossos pais e nem nós mesmos tivemos força para suportar? 11Ao contrário, é pela graça do Senhor Jesus que acreditamos ser salvos, exatamente como eles”. 12Houve então um grande silêncio em toda a assembleia. Depois disso, ouviram Barnabé e Paulo contar todos os sinais e prodígios que Deus havia realizado, por meio deles, entre os pagãos. 13Quando Barnabé e Paulo terminaram de falar, Tiago tomou a palavra e disse: “Irmãos, ouvi-me: 14Simão acaba de nos lembrar como, desde o começo, Deus se dignou tomar homens das nações pagãs para formar um povo dedicado ao seu Nome. 15Isso concorda com as palavras dos profetas, pois está escrito: 16“Depois disso, eu voltarei e reconstruirei a tenda de Davi que havia caído; reconstruirei as ruínas que ficaram e a reerguerei, 17a fim de que o resto dos homens procure o Senhor com todas as nações que foram consagradas ao meu Nome. É o que diz o Senhor, que fez estas coisas, 18conhecidas há muito tempo’. 19Por isso, sou do parecer que devemos parar de importunar os pagãos que se convertem a Deus. 20Vamos somente prescrever que eles evitem o que está contaminado pelos ídolos, as uniões ilegítimas, comer carne de animal sufocado e o uso do sangue. 21Com efeito, desde os tempos antigos, em cada cidade, Moisés tem os seus pregadores, que leem todos os sábados nas sinagogas”.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Responsório (Sl 95)

— Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações.
— Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações.

— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! cantai e bendizei seu santo nome!

— Dia após dia anunciai sua salvação, manifestai a sua glória entre as nações, e entre os povos do universo seus prodígios!

— Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” Ele firmou o universo inabalável pois os povos ele julga com justiça.

 

Evangelho (Jo 15,9-11)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

 

A IGREJA CATÓLICA CELEBRA E VENERA HOJE
São Juliano esposo fiel, amou a família e os necessitados

São Juliano, foi condenado e decapitado por não renunciar à fé em Cristo

Era casado e possuía uma hospedaria. Nela, ele partilhava a vida eterna que trazia em seu coração. Esposo fiel que amou a família e os necessitados.

No ano de 305, o imperador Diocleciano começou uma perseguição aos cristãos. Juliano, então, passou a acolher em sua hospedaria os cristãos perseguidos.

Alguns homens denunciaram Juliano. Ele foi arrancado de casa e levado ao tribunal. Por não renunciar à fé em Cristo, foi condenado e decapitado. Hoje, ele vive com Cristo na Glória. Continuamos em tempos de perseguição, velada em alguns lugares e, em outros, bem visível.

Que o santo de hoje possa interceder para que, o Espírito Santo, nos ajude a sermos ousados em nosso testemunho, sem medo da morte e das perseguições, certos de que a nossa recompensa se encontra no céu.

São Juliano, rogai por nós!

“Eu vos dou um novo mandamento”

A beleza da Quinta-feira Santa

Na véspera da festa da Páscoa, Jesus, por saber que havia chegado a Sua hora de voltar para o Pai e que este era o momento do supremo amor, pois Ele mesmo “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (cf. Jo 13,1), durante a Santa Ceia lavou os pés dos discípulos e instituiu a Eucaristia.

A Igreja, com o mesmo amor de Jesus pelos homens, celebra na Quinta-feira Santa o mistério da instituição da Eucaristia e realiza novamente a cerimônia dos lava-pés. Para entender o que significa esse belo sinal de Cristo, precisamos voltar ao tempo e entender a cultura judaica. Todo aquele que se sentava à mesa, tinha que passar pelo rito da purificação exterior, caracterizado pelo ato de lavar-se. Normalmente esse gesto era realizado pelos servos.

Quando Jesus se despojou de Suas vestes e colocou o manto dos servos para lavar os discípulos já causou grande espanto, o primeiro gesto do Rei que se despoja de Seu manto glorioso e se rebaixa como servo. Pedro, assustado a princípio, queria impedir o Senhor de realizar tal ato, mas foi exortado imediatamente por Ele, não lhe restando outra atitude a tomar a não ser a de suplicar ao Mestre que não apenas lavasse os seus pés, mas sim, todo o seu corpo.

Jesus purifica os discípulos por meio de Suas palavras e gestos, assim, nós somos chamados a entrar com Ele em Seu mistério, e purificados pelo Senhor, mudar toda a nossa forma de existir e de pensar, nos colocando a partir disso como servos dos homens.

A Sagrada Eucaristia é o sacramento em que Jesus entrega o Seu Corpo e o Seu Sangue – Ele próprio, por nós, para que também nos entreguemos a Ele em amor e nos unamos a Ele na Sagrada Comunhão. É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até o Seu regresso, confiando assim à Sua Igreja o memorial da Sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, em que se recebe Cristo, nossa alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna.

Portanto, a Eucaristia é um memorial no sentido que torna presente e atual o sacrifício que Cristo ofereceu ao Pai, uma vez por todas, na cruz, em favor da humanidade. O carácter sacrificial da Eucaristia manifesta-se nas próprias palavras da instituição dela: “Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós” e “este cálice é a nova aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós” (Lc 22,19-20). O sacrifício da cruz e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício. Idênticos são a vítima e Aquele que oferece, diverso é só o modo de oferecer-se: cruento na cruz, incruento na Eucaristia.

A Igreja participa do Sacrifício Eucarístico de forma direta, pois, na Eucaristia, o sacrifício de Cristo torna-se também o sacrifício dos membros do Seu Corpo. A vida dos fiéis, o seu louvor, o seu sofrimento, a sua oração, o seu trabalho são unidos aos de Cristo. Enquanto sacrifício, a Eucaristia é também oferecida por todos os fiéis vivos e defuntos em reparação dos pecados de todos os homens e para obter de Deus benefícios espirituais e temporais. A Igreja do céu está unida também à oferta de Cristo.

Jesus Cristo está presente na Eucaristia de um modo único e incomparável. De fato, está presente de modo verdadeiro, real, substancial: com o Seu Corpo e o Seu Sangue, com a Sua Alma e a Sua Divindade. Nela está presente em modo sacramental, isto é, sob as Espécies Eucarísticas do pão e do vinho, Cristo completo: Deus e homem.

Comecemos desde já a pedir ao Espírito Santo que nos prepare para podermos entender cada expressão e cada gesto de Jesus Cristo, a fim de entrarmos em comunhão com Ele e, assim, colocarmos toda a nossa existência a Seu serviço, lavando os pés dos irmãos e tendo uma vida de profundo amor pela Eucaristia, na certeza de que o Senhor, naquela noite, não nos deixou um símbolo, mas a própria realidade: Ele mesmo, sob as espécies do pão e do vinho.

Redação Portal

Papa: “Deus quer a fraternidade entre nós e os muçulmanos”

Catequese

Quarta-feira, 3 de abril de 2019, Vatican News
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-deus-quer-fraternidade-entre-nos-e-os-muculmanos/

Na primeira audiência geral de abril, o Papa Francisco relembrou sua recente viagem ao Marrocos

Papa recorda sua recente viagem ao Marrocos / Foto: Reprodução Youtube Vatican News

Na primeira audiência geral deste mês de abril, o Papa Francisco relembrou, junto com milhares de pessoas presentes na Praça São Pedro, sua recente viagem ao Marrocos. Convidado pelo Rei Mohammed VI, o Pontífice passou sábado e domingo no país norte-africano.

Para Francisco, tratou-se de “um novo passo no caminho do diálogo e do encontro com os irmãos e irmãs muçulmanos como “Servidor de esperança”. Foi uma viagem inspirada em dois santos: Francisco de Assis – que há 800 anos levou a mensagem de paz e fraternidade ao Sultão al-Malik al-Kamil – e João Paulo II, que depois de receber no Vaticano pela primeira vez um Chefe de Estado muçulmano, Rei Hassan II, realizou uma memorável visita ao Marrocos.

Jerusalém seja preservada

Francisco começou sua catequese agradecendo o povo e as autoridades que o receberam, e em seguida, ilustrou os momentos mais significativos do fim de semana.

Com o Rei Mohammed VI, o Papa sublinhou que as religiões têm um papel fundamental, defendendo a dignidade humana, promovendo a paz, a justiça e o cuidado da criação. Também assinaram um Apelo por Jerusalém, para que a Cidade Santa seja preservada como patrimônio da humanidade e lugar de encontro pacífico para os fiéis das três religiões monoteístas.

Mas alguém poderia se perguntar, observa Francisco: “Mas por que o Papa encontra os muçulmanos e não somente aos católicos? Por que existem tantas religiões? (…) Mas com os muçulmanos somos descendentes do mesmo Pai, Abraão: mas por que Deus permite que existam tantas religiões? Deus quis permitir isso: os teólogos da Escolástica diziam a “volutas permissiva” de Deus. Ele quis permitir essa realidade: existem muitas religiões; algumas nascem da cultura, mas sempre olham para o céu, olham para Deus. Mas o que Deus quer é a fraternidade entre nós. E de maneira especial – por isto essa viagem – com nossos irmãos filhos de Abraão como nós, os muçulmanos. Não devemos temer a diferença: Deus permitiu isso. Mas devemos nos assustar se não trabalharmos em fraternidade, para caminharmos juntos na vida”.

Durante um encontro com migrantes, ouviu-se o testemunho de como a vida muda quando quem emigra encontra uma comunidade que o acolhe como pessoa, mostrando assim como é importante estar abertos à diferença, sem deixar de conservar a identidade cultural e religiosa, sabendo valorizar a fraternidade humana.

Falando sobre o engajamento e da proximidade da Igreja marroquina aos migrantes, o Papa improvisou:

“Não gosto de dizer ‘migrantes’. Gosto mais de dizer ‘pessoas migrantes’. Sabem por que? Porque ‘migrante’ é um adjetivo; ao invés, ‘pessoa’ é um substantivo. Nós caímos na ‘cultura do adjetivo’. Usamos tantos adjetivos e muitas vezes nos esquecemos dos substantivos, ou seja, da substância. O adjetivo vai junto com o substantivo, a uma ‘pessoa’. Isto é: ‘migrante’ não, ‘pessoa migrante’ sim. Assim se respeita, para não cair na ‘cultura do adjetivo’, que é ‘líquida’ demais, ‘gasosa’ demais”.

Um novo passo no caminho do encontro

Durante o encontro com sacerdotes, consagrados e membros do Conselho Mundial de Igrejas, lembrou-se que a comunidade cristã nessas terras, mesmo sendo um pequeno rebanho, é chamada a ser sal, luz e fermento, dando testemunho do amor fraterno.

Por fim, o Papa mencionou a missa celebrada no domingo, com fiéis de mais de 60 nacionalidades:

“Uma singular epifania do Povo de Deus no coração de uma país islâmico: uma festa dos filhos que se sabem abraçados pelo Pai celestial e por isso podem ser servidores da esperança”.

Depois que os tradutores leram um resumo da catequese em várias línguas, o Papa cumprimentou os grupos, inclusive os brasileiros, e concedeu a todos a sua benção apostólica.

Antes de se despedir dos fiéis, Francisco recordou o VI Dia Mundial do Esporte pela Paz e o Desenvolvimento:

“O esporte é uma linguagem universal que abraça todos os povos e ajuda a superar conflitos e a unir as pessoas. O esporte é também fonte de alegria e de grande emoção, e é uma escola onde são forjadas virtudes para o crescimento humano e social dos indivíduos e das comunidades. Desejo a todos que se ‘coloquem em jogo’, na vida como no esporte”.

Papa convida fiéis a vencerem divisões e redescobrirem-se como irmãos

Missa de encerramento

Domingo, 31 de março de 2019, Da redação, com Boletim da Santa Sé
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/viagens-francisco/marrocos/papa-convida-fieis-a-vencerem-divisoes-e-redescobrirem-se-como-irmaos/

Francisco destaca que ser humano precisa vencer lógica das divisões e viver dignidade de filhos de Deus

O Papa Francisco animou o povo de Marrocos a continuar a fazer crescer a cultura da misericórdia / Foto: Reprodução VaticanMedia

O Papa Francisco encerrou, neste domingo, 31, sua viagem ao Marrocos com a Santa Missa junto à comunidade católica de Rabat. A celebração, em espanhol, foi realizada no Parque Esportivo Príncipe Moulay Abdellah, com a presença de cerca de 10 mil pessoas, e concelebrada por dois cardeais e 24 bispos e arcebispos da região.

Na homilia, o Santo Padre refletiu sobre o Evangelho de hoje, que narra a parábola do Filho Pródigo (cf. Lc 15, 1ss). E apontou que a leitura bíblica apresenta o comportamento do pai quando vê regressar o seu filho: comovido até às entranhas, não espera que ele chegue a casa, mas surpreende-o correndo ao seu encontro. Um filho ansiosamente esperado. Um pai comovido ao vê-lo regressar.

Em contrapartida, o comportamento do filho mais velho, que não se alegra com a volta do seu irmão. “Para ele, o irmão continua perdido, porque já o perdera no seu coração. Incapaz de participar na festa, não só não reconhece o irmão, mas tão-pouco reconhece o pai. Prefere ser órfão à fraternidade, o isolamento ao encontro, a amargura à festa”, relembra Francisco.

O Papa explicou que esta narrativa manifesta o mistério da humanidade, por um lado a festa do filho reencontrado, por outro um certo sentimento de indignação por se festejar seu regresso.

“Deste modo, mais uma vez vem à luz a tensão que se vive no meio da nossa gente e nas nossas comunidades, e até dentro de nós mesmos. Uma tensão que, a partir de Caim e Abel, mora em nós e que somos convidados a encarar: Quem tem direito a permanecer entre nós, ocupar um lugar à nossa mesa e nas nossas assembleias, nas nossas solicitudes e serviços, nas nossas praças e cidades? Parece continuar a ressoar aquela pergunta fratricida: Porventura sou eu o guardião do meu irmão?”, refletiu o Santo Padre.

Segundo ele, no limiar daquela casa, surgem as divisões e desencontros que sempre atingirão as portas dos grandes desejos do ser humano, de suas lutas pela fraternidade e pela possibilidade de cada pessoa experimentar sua condição e dignidade de filho. Mas também, brilhará em toda a sua claridade o desejo do Pai:

“Que todos os seus filhos tomem parte na sua alegria; que ninguém viva em condições desumanas como seu filho mais novo, nem na orfandade, isolamento ou amargura como o filho mais velho. O seu coração quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade”, enfatizou.

Vencer as divisões

Francisco destacou que há tantas circunstâncias que podem alimentar a divisão e o conflito entre as pessoas. E o ser humano está sempre ameaçado pela tentação de crer no ódio e na vingança como formas legítimas de obter justiça de maneira rápida e eficaz.

“Mas a experiência diz-nos que a única coisa que conseguem o ódio, a divisão e a vingança é matar a alma da nossa gente, envenenar a esperança dos nossos filhos, destruir e fazer desaparecer tudo o que amamos”, afirmou.

Ciente desta realidade, Jesus convida a fixar e contemplar o coração do Pai, explicou o Papa. “Só a partir dele poderemos, cada dia, redescobrir-nos como irmãos. Só a partir deste horizonte amplo, capaz de nos ajudar a superar as nossas míopes lógicas de divisão, é que seremos capazes de alcançar um olhar que não pretenda obscurecer ou desmentir as nossas diferenças, buscando talvez uma unidade forçada ou uma marginalização silenciosa. Só se formos capazes diariamente de levantar os olhos para o céu e dizer Pai Nosso, é que poderemos entrar numa dinâmica que nos possibilite olhar e ousar viver, não como inimigos, mas como irmãos”.

Ser filhos amados pelo Pai

Francisco explicou que a frase dita pelo pai ao filho mais velho “Tudo o que é meu é teu” (Lc 15, 31), não se refere apenas aos bens materiais, mas a ser participante também do seu próprio amor e compaixão.

“Esta é a maior herança e riqueza do cristão. Com efeito, em vez de nos medirmos ou classificarmos com base numa condição moral, social, étnica ou religiosa, podemos reconhecer que existe outra condição que ninguém poderá apagar ou aniquilar, pois é puro dom: a condição de filhos amados, esperados e festejados pelo Pai”, destacou.

O Pontífice alertou ainda os presentes a não caírem na tentação de reduzir sua filiação a uma questão de leis e proibições. E explicou que a filiação e missão de cada pessoa nascerá, a partir da imploração feita por pessoas crentes que diariamente rezam com humildade e constância: ‘Venha a nós o vosso Reino’.

Por fim, Francisco recordou que a parábola deixa o final em aberto, pois não fala da decisão tomada pelo filho mais velho, ao ouvir o apelo do pai para que entre e participe da festa.

“Podemos pensar que este final aberto sirva para cada comunidade, cada um de nós o escrever com a sua vida, o seu olhar e atitude para com os outros. O cristão sabe que, na casa do Pai, há muitas moradas; de fora, ficam apenas aqueles que não querem tomar parte na sua alegria”, ressaltou.

Cultura da misericórdia

O Papa concluiu sua homilia, agradecendo ao povo de Marrocos pela forma como dão o testemunho do Evangelho da misericórdia e animou-os a continuar a fazer crescer a cultura da misericórdia.

“Uma cultura na qual ninguém olhe para o outro com indiferença nem desvie o olhar ao ver o seu sofrimento. Continuai ao lado dos humildes e dos pobres, daqueles que são rejeitados, abandonados e ignorados; continuai a ser sinal do abraço e do coração do Pai”, encorajou.

Após a Missa, Francisco dirigiu-se ao Aeroporto Intenacional de Rabat/Salé para a cerimônia de despedida. O Pontífice deve deixar o país às 17h15 (hora local – 13h15 em Brasília), e a previsão de chegada no aeroporto de Roma é 21h30 (hora local – 16h30 em Brasília).

“Deus nos quer livres e Seu amor nos liberta”, afirma Papa

Catequese sobre o “Pai-Nosso”

Quarta-feira, 20 de março de 2019, Da redação, com Vatican News
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/deus-nos-quer-livres-e-seu-amor-nos-liberta-afirma-papa/

“Seja feita a vossa vontade” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência desta quarta-feira, 20

Chegada do Papa Francisco na Praça São Pedro para a Audiência Geral desta quarta-feira, 20/ Foto: Vatican Media

Na catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, 20, o Papa Francisco deu prosseguimento à série sobre a oração do “Pai-Nosso”. O Pontífice refletiu sobre a terceira invocação, “Seja feita vossa vontade”, e sobre a expressão “Venha a nós o vosso Reino”. Em referência à terceira invocação, o Santo Padre afirmou que a vontade de Deus foi encarnada em Jesus com a vontade de buscar e salvar aquilo que está perdido.

A partir disto, Francisco reforçou que na oração os fiéis pedem que a oração de Deus se realize, que seu desenho de salvação se realize primeiro em cada um e depois em todo o mundo. “Vocês já pensaram que Deus está me procurando, a cada um de nós, pessoalmente? Deus é grande, quanto amor está por trás disso”, meditou.

O Papa prosseguiu frisando que, com seu amor, Deus bate à porta dos corações para os atrair a Ele e levar todos avante no caminho da salvação. “Deus está próximo a cada um de nós com o seu amor para nos levar pela mão até a salvação”, completou. Rezando “seja feita a vossa vontade”, o Pontífice reforçou que os cristãos não são convidados a abaixar servilmente a cabeça: “Deus nos quer livres e Seu amor nos liberta”.

O “Pai-Nosso” é, de acordo com o Santo Padre, a oração dos filhos que conhecem o coração de seu pai e estão certos do seu desígnio de amor. Francisco alertou: “Ai de nós se, pronunciando essas palavras, levantássemos as costas em sinal de rendição diante de um destino que nos repugna e não conseguimos transformar”.

O Pontífice reforçou que a oração do “Pai-Nosso” é repleta de confiança em Deus, que quer para todos o bem, a vida, a salvação. É uma oração corajosa, reafirmou o Papa, e também combativa, porque no mundo existem demasiadas realidades que não são segundo o plano de Deus: “Ele quer a paz”, sublinhou. O “Pai-Nosso”, disse ainda Francisco, é uma oração que acende em todos o mesmo amor de Jesus pela vontade do Pai, uma chama que leva a transformar o mundo com o amor.

“Não há nada de aleatório na fé dos cristãos: há, ao invés, uma salvação que espera manifestar-se na vida de cada homem e mulher e realizar-se na eternidade”, comentou o Santo Padre, que prosseguiu: “Se rezamos, é porque acreditamos que Deus pode e quer transformar a realidade vencendo o mal com o bem. A este Deus faz sentido obedecer e abandonar-se mesmo na hora da provação mais dura”.

O Papa frisou que Deus, por amor, pode levar todos a caminharem por sendas difíceis, a experimentar feridas e espinhas dolorosas, mas jamais os abandona. “Para um fiel, esta, mais do que uma esperança, é uma certeza. Deus está comigo!”, recordou Francisco. O Papa terminou a catequese convidando os fiéis a rezarem cada um na sua língua a oração do Pai-Nosso.

Papa aos fiéis: “Imitar Deus, caminhar diante dos olhos do Pai”

Segunda-feira, 18 de março de 2019, Da redação, com Vatican News
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-aos-fieis-imitar-deus-caminhar-diante-dos-olhos-pai/

Durante a missa desta segunda-feira, 17, Francisco falou sobre a misericórdia de Deus e aconselhou os fiéis à vivência plena do tempo quaresmal

Papa Francisco durante homilia desta segunda-feira, 18/ Foto: Vatican Media

Na missa celebrada na Casa Santa Marta nesta segunda-feira, 18, o Papa Francisco exortou os cristãos a não julgarem ou condenarem os outros. Partindo do Evangelho do dia, extraído do trecho de São Lucas (Lc 6,36-38), o Pontífice reforçou a necessidade de perdão para que a misericórdia de Deus seja imitada. Segundo Francisco, a misericórdia de Deus é capaz de perdoar até as ações mais graves. “Imitar Deus, caminhar diante dos olhos do Pai”, pediu.

“A misericórdia de Deus é algo tão grande, tão grande. Não nos esqueçamos disto. Quantas pessoas [dizem]: ‘Eu fiz coisas tão graves. Eu comprei meu lugar no inferno, não poderei voltar atrás’. Mas pense na misericórdia de Deus, não?”, indagou o Santo Padre.

O Papa deu continuidade recordando a história de uma pobre viúva que foi se confessar com o cura d’Ars, depois do marido ter se suicidado: “[A viúva] chorava. Disse: ‘Mas eu sou uma pecadora, coitada. Mas coitado do meu marido! Está no inferno! Ele se suicidou e o suicídio é um pecado mortal. Está no inferno’. E o cura d’Ars disse: ‘Mas espere senhora, porque da ponte até o rio existe a misericórdia de Deus’. Mas até o fim, até o fim, há a misericórdia de Deus”.

Para colocar-se no sulco da misericórdia, Francisco afirma que Jesus indica conselhos práticos, sendo um deles o de não julgar. De acordo com o Santo Padre, o julgamento é um péssimo costume do qual é preciso abstenção, sobretudo neste tempo de Quaresma.

“É um hábito que se infiltra na nossa vida sem que percebamos. Sempre! Até mesmo para começar uma conversa, não? ‘Mas você viu aquela pessoa o que fez?’. O julgamento sobre o outro. Pensemos quantas vezes por dia nós julgamos. Mas por favor! Parecemos todos juízes, não! Todos. Mas sempre para começar uma conversa, um comentário a respeito do outro, julgam: ‘Mas olha, fez uma plástica! Está pior do que antes’. O julgamento”, frisou o Papa.

O Pontífice sublinhou a necessidade da busca pelo perdão, ainda que seja difícil, e revelou que as ações individuais dão a medida a Deus de como também agir com a humanidade. Francisco convidou os fiéis a aprenderem a sabedoria da generosidade, e a caracterizou como via mestra para a renúncia de fofocas, julgamentos e da dificuldade do perdão.

Por fim, o Santo Padre incentivou os fiéis: “O Senhor nos ensina: ‘Dai’. ‘Dai e vos será dado’: sejam generosos em doar. Não tenham os bolsos fechados; sejam generosos em doar aos pobres, àqueles que precisam e dar também tantas coisas: dar conselhos, dar sorrisos às pessoas, sorrir. Sempre dar, dar. ‘Dai’. ‘Dai e vos será dado’: sejam generosos em doar. Não tenham os bolsos fechados; sejam generosos em doar aos pobres, àqueles que precisam e dar também tantas coisas: dar conselhos, dar sorrisos às pessoas, sorrir. Sempre dar, dar”.

“Dai e vos será dado. E vos será dado numa boa medida, calcada, sacudida, transbordante, porque o Senhor será generoso: nós somos um e Ele nos dará cem de tudo aquilo que nós damos. E esta é a atitude que blinda o não julgamento, o não condenar e o perdoar. A importância da esmola, mas não só a esmola material, mas também a esmola espiritual; dedicar tempo a quem precisa, visitar um doente, sorrir”, concluiu o Pontífice.

Devoção a São José pelo mundo

APARIÇÕES DE SÃO JOSÉ E ALGUMAS CURIOSIDADES DA DEVOÇÃO A SÃO JOSÉ PELO MUNDO

Eu sou José: levanta-a e tu beberás

No dia 21 de fevereiro de 1660, o Rei Luís XIV viajava em direção a Saint Jean de Luz (confins com a Espanha), cidade onde, no dia 9 de junho, se uniria em matrimônio a Marie-Thérèse, infanta da Espanha. No caminho, fez uma parada em Cotignac, para testemunhar seu reconhecimento a Nossa Senhora das Graças, a quem devia o seu milagroso nascimento. No dia 7 de junho, após o encontro com os reis da França e da Espanha, na fronteira comum, Marie-Thérèse foi acolhida com honras, na França, aonde chegava para desposar Luís XIV, como previa o Tratado dos Pirineus, restabelecendo assim a paz entre os dois países assim como no interior da própria França.

Neste mesmo dia, no monte Besillon, em Cotignac, Gaspar Ricard, um jovem pastor sedento, ao menos, por um gole de água, não tinha como saciar a sua sede, quando viu surgir diante de si um homem de altura imponente, que lhe mostrou um rochedo, dizendo: “Eu sou José; levanta esta rocha e tu beberás.” A pedra era pesada; oito homens juntos poderiam apenas empurrá-la, mas como poderia o pobre Gaspar erguê-la? O venerável ancião – segundo os relatos da época – reiterou a sua ordem e o pastor obedeceu, empurrando a pedra – não se sabe com que força – e viu surgir, diante de seus olhos, um jorro de água fresca que passou a correr. Imediata e avidamente, ele se ajoelhou e bebeu daquela fonte. Ao se levantar, a aparição desaparecera. Gaspar corre ao povoado para contar o que lhe tinha acontecido e os curiosos vieram constatar o ocorrido. Apenas três horas passadas, naquele local conhecido por todos como árido, e desprovido de qualquer fonte, uma água abundante começara a correr.

No dia 19 de março, após a aparição de São José, em Besillon (Cotignac), e o surgimento repentino da fonte de água, Luís XIV decretou como legal, festivo e feriado, o dia de São José. Um sermão do escritor francês, Bossuet, o felicitaria por este gesto.

 

Depoimento de um blog
http://meiroca.com/2011/dia-sao-jose-e-dia-dos-pais-n/

A festa de 19 de março é também associada a duas manifestações especificas, que acontece em todas as regiões da Itália: A Fogueira e “zeppole” (um doce tipico).

Porque a celebração de São José coincide com o fim do inverno, e junta-se aos rituais de purificação agraria, efetuados no passado pagão.

Nesta ocasião, queimava-se os restos da colheita que estavam pelos campos e enormes fogueiras de lenha era acesas nas praças.

Quando o fogo estava por apagar-se, alguns dançavam, as velhinhas enquanto faziam seus tricôs cantavam hinos a São José.

Estes rituais são acompanhados da preparação da “zeppole, um famoso doce frito, que tem uma variação em sua receita de região para região, eh o prato típico desta festa.

E é com a festa de São José que se da adeus ao inverno e começa-se a sentir o perfume da primavera, assim as festas de estacoes e os antigos rituais unem a festa à devoção crista(com til).

Neste dia também na Itália comemora-se o dia dos pais, na minha opinião o dia certo para esta comemoração, afinal São José é pai de Jesus.

Ainda hoje as crianças conservam a tradição das fogueiras. Ontem à noite crianças saíram colhendo restos de madeira e fizeram uma enorme fogueira no terreno ao lado do prédio, e para continuar no tema janela, a fotografei.

Meu marido conta que no seu tempo de criança, na época da Itália pobre, toda a cidade reunia-se em tordo à fogueira, cada família levava o que tinha em casa, salame, azeitonas, queijo, frango, coisas da produção, o que não era tanto, no pós guerra a Itália sofreu muito.

E em torno a esta fogueira, cantavam, dançavam enfim, segundo ele era uma época inesquecível. Assim termino de contar um pouco das coisas típicas que acontecem por aqui.

Procuro escrever de uma maneira simples, para que cada um consiga viajar comigo para dentro de uma destas festas.

Vídeo referente a Aparição – canção nova
http://www.youtube.com/watch?v=8p1xjohuOPM&feature=player_embedded#!

 

ORAÇÕES À SÃO JOSÉ

Ave, São José

Homem justo, esposo Virginal de Maria, e pai davídico do Messias; bendito és tu entre os homens, e bendito é o filho de Deus que a ti foi confiado:

Jesus.

São José, Padroeiro da Igreja universal, guarda as nossas famílias na paz e na graça divina, e socorre-nos na hora da nossa morte.

Amém.

 

Bendito sejas São José

Bendito sejas São José, que fostes testemunha da Glória de Deus na terra.

Bendito seja o Pai eterno que vos escolheu.

Bendito seja o Filho que vos amou e o Espírito Santo que vos santificou.

Bendita seja Maria que muito vos amou!

 

Lembrai-Vos de São José

Lembrai-vos, oh! puríssimo esposo da Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que alguém tivesse invocado vossa proteção, implorado vosso socorro e não fosse por vós atendido.

Com esta confiança, venho à vossa presença; a vós com fervor me recomendo.

Não desprezeis as minhas súplicas, pai adotivo do Redentor, mas dignai-vos de acolhê-las piedosamente.

 

Oração de São José pelos agonizantes

Oh! São José, pai adotivo de Jesus Cristo e verdadeiro esposo da virgem Maria, rogai por nós e por todos os agonizantes deste dia (desta noite)

 

Oração pelos moribundos

Eterno Pai, pelo amor que tendes a São José, escolhido por vós para ser o vosso representante na terra, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Eterno Filho, pelo amor que tens a São José, vosso guarda fidelíssimo, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Eterno Espírito Santo, pelo amor que tendes a São José, zelosíssimo guarda da Santíssima Virgem Maria, Vossa amada Esposa, tende misericórdia de nós e dos pobres moribundos.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

 

Oração de São Clemente

São José, oh! meu terno pai, ponho-me para sempre sob a vossa proteção;

Considerai-me como vosso filho e preservai-me de todo o pecado.

Lanço-me nos vossos braços para que me acompanheis no caminho da virtude, e me assistais na hora da minha morte.

Jesus, Maria, José, eu vos dou meu coração e minha alma.

Jesus, Maria, José, assisti-me na última agonia.

Jesus, Maria, José, expire em paz entre vós minha alma.

 

Oração à São José I

Oh! glorioso São José, a quem foi dado o poder de tomar possíveis as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos.

Tomai sob a vossa proteção a causa que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.

Oh! Pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança.

Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão.

Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.

São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede o pai e protetor da nossa e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria.

São José do Perpétuo Socorro rogai por nós que recorremos a vós.

 

Oração à São José II

A vós São José, recorremos na nossa tribulação, e depois de ter implorado o auxílio da vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança, solicitamos o vosso patrocínio.

Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes para com o Menino Jesus, ardentemente suplicamos que lanceis um olhar benigno à herança que Jesus Cristo conquistou com o seu Sangue, e nos assistais, nas nossas necessidades, com o vosso auxílio e poder.

Protegei, oh! guarda providente da Divina Família, a raça escolhida de Jesus Cristo;

Afastai para longe de nós, oh! Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício; assisti-nos do alto do céu, oh! nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas;

E, assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada, do Menino Jesus assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade.

Amparai a cada um de nós, com vosso constante patrocínio, a fim de que a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer, e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amém.

 

Oração à São José III

São José, meu amável protetor, que morrestes nos braços de Jesus e Maria, socorrei-me em todas as necessidades e perigos da vida, mas principalmente na hora suprema vindo suavizar minhas dores, enxugar minhas lágrimas, fechar suavemente meus olhos, enquanto pronunciar os dulcíssimos nomes:

Jesus, Maria, José, salvai a minha alma. Amém.

 

Oração à São José Operário

Para pedir emprego

Oh! meu querido Santo Trabalhador, que em vida fizestes a vontade de Deus através do trabalho, abra as portas do comércio para que eu possa conseguir um emprego.

Dai-me forças e coragem para não desistir no primeiro não.

Que eu tenha a disposição de Santa Teresa D’Ávila, a simplicidade de Maria de Nazaré, a força de Santo Antonio.

Orienta os nossos governantes para a distribuição dos bens do país.

Protege as nossas famílias para que não se deixem vencer pela seca, pelo medo, pela violência, pela falta de trabalho e dê esperança no Domingo da ressurreição.

Meu São José, padroeiro dos trabalhadores, não me deixe sem o pão de cada dia e sem prespectiva de um novo dia para minha família.

Prometo, com o dinheiro do meu futuro emprego, ajudar uma instituição de caridade a divulgar essa devoção.

Por Cristo Senhor Nosso. Amém.

Leia um texto da Bíblia. Mt.2, 13-23 e reze uma Ave-Maria e um Pai-Nosso

 

Oração a São José (São Pio X )

Glorioso São José, modelo de todos os que se dedicam ao trabalho, obtende-me a graça de trabalhar com espírito de penitência para expiação de meus numerosos pecados;

De trabalhar com consciência, pondo o culto do dever acima de minhas inclinações;

De trabalhar com recolhimento e alegria, olhando como uma honra empregar e desenvolver pelo trabalho os dons recebidos de Deus;

De trabalhar com ordem, paz, moderação e paciência, sem nunca recuar perante o cansaço e as dificuldades;

De trabalhar, sobretudo com pureza de intenção e com desapego de mim mesmo, tendo sempre diante dos olhos a morte e a conta que deverei dar do tempo perdido, dos talentos inutilizados, do bem omitido e da vã complacência nos sucessos, tão funesta à obra de Deus!

Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à vossa imitação, oh! Patriarca São José!

Tal será a minha divisa na vida e na morte. Amém.

 

Invocação a São José

“São José, guardião de Jesus e casto esposo de Maria, empenhaste toda vossa vida no perfeito comprimento de vosso dever, vos mantiveste a Sagrada família de Nazaré com o trabalho de vossas mãos.

Protegei bondosamente aos que recorrem confiadamente a vós.

Vós conheces nossas aspirações e nossas esperanças.

Se dirigem a vos porque sabem que vos os compreendes e proteges.

Vós também conheces as provas, dificuldades e trabalhos.

Mas, ainda dentro das preocupações materiais da vida, vossa alma estava cheia de profunda paz e cantou cheio de verdadeira alegria pelo intimo trato que tinhas com o Filho de Deus, o qual vos foi confiado e também a Maria, sua terna Mãe. Amém.” João XXIII.

 

Preces a São José

São José, pai virginal de Jesus, rogai por nós.

São José esposo virginal de Maria, rogai por nós.

São José, homem justo segundo o coração de Deus, rogai por nós.

São José, custodio fiel da Mãe e do filho de Deus, rogai por nós.

São José, confidente intimo dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, Rogai por nós.

São José, fiel imitador das virtudes destes Sagrados Corações,rogai por nós.

São José, modelo de vida oculta e de intima união com os Sagrados Corações de Jesus e de Maria, rogai por nós.

São José, modelo de generosidade para com os Sagrados Corações de Jesus e de Maria,rogai por nós.

São José, consolado em vossas provas por estes Sagrados Corações, rogai por nós.

São José, que vivestes em Nazaré na paz dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, Rogai por nós.

São José, revestido de autoridade paternal sobre o Sagrado Coração de Jesus Cristo, rogai por nós.

São José, ardente em amor pelos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, rogai por nós.

São José que aprendestes a doçura, a humildade e a misericórdia na escola destes Sagrados Corações, rogai por nós.

São José, instruído na vida interior na escola destes Sagrados Corações, rogai por nós.

São José, que participais no céu das delícias destes Sagrados Corações, rogai por nós.

São José, que ocupais no céu um lugar perto de Jesus e de Maria, rogai por nós.

São José, poderoso protetor da Igreja, rogai por nós.

São José, compassivo advogado da Igreja, rogai por nós.

Adiantai com vossas suplicas o triunfo da Igreja, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Consolai e protegei a nosso Soberano Pontífice, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Cuidai e defendei a nossa amada pátria, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Pedi para nós o amor dos Sagrados Corações, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Rogai por todas as Famílias, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Rogai por todas a Congregações Religiosas, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Rogai pelos Sacerdotes e os Missionários, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Rogai por todos os Apóstolos dos Dois Corações, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Rogai por todos os pecadores e os que estão no erro, Oh! São José, poderoso com o Coração de Jesus!

Oração:

Oh! Deus, que ofereceis a São José como modelo da verdadeira devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, e a ele nos dais como patrono em meio das provas que afligem ao mundo e a Igreja!

Concedei-nos por sua intercessão a graça de chegar a sermos verdadeiros filhos destes Sagrados Corações.

Vos pedimos pelo mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor.

Amém.

Para rezar bem é preciso ter um coração de criança, diz Papa

Quarta-feira, 16 de janeiro de 2019, Da redação, com Vatican Media
https://noticias.cancaonova.com/papa/para-rezar-bem-e-preciso-ter-um-coracao-de-crianca-diz-papa

Série de Catequeses do Papa sobre o Pai Nosso continuou nesta quarta-feira, 16

Na catequese desta quarta-feira, 16, o Papa Francisco deu continuidade à série sobre a oração do Pai Nosso.

“Basta evocar esta expressão – Abbà – para que se desenvolva uma oração cristã. (…) Nesta invocação há uma força que atrai todo o resto da oração”. E para rezar bem, é preciso ter um coração de criança.

Na catequese de hoje, o Papa inspirou-se na Carta de São Paulo aos Romanos 8, 14-16, para falar sobre nossa filiação divina: “hoje partimos da observação de que, no Novo Testamento, a oração parece querer chegar ao essencial, até concentrar-se em uma única palavra: Abbà, Pai”. Nesta invocação afirmou, dirigindo-se aos 7 mil fiéis presentes na Sala Paulo VI – concentra-se toda a novidade do Evangelho:

“Depois de ter conhecido Jesus e ouvido sua pregação, o cristão não considera Deus mais como um tirano a temer, não sente mais medo dele, mas floresce em seu coração a confiança nele: pode falar com o Criador, chamando-o de “Pai”. A expressão é tão importante para os cristãos, que muitas vezes é conservada intacta em sua forma original. Paulo conservou intacta ‘Abbà’”.

“É raro que no Novo Testamento as expressões aramaicas não são traduzidas para o grego”, observa o Papa. “Temos que imaginar que, nestas palavras em aramaico permanece como que “gravada” a voz do próprio Jesus, “respeitaram o idioma de Jesus”. Nas primeiras palavras do “Pai Nosso”, encontramos imediatamente a novidade radical da oração cristã”.

Rezar com verdade o Pai Nosso

Se entendermos que não se trata apenas de usar a figura do pai como um símbolo para relacionar ao mistério de Deus, mas o mundo inteiro de Jesus transvasado no próprio coração, podemos rezar com verdade o “Pai Nosso”:

“Dizer ‘Abbà’ é algo muito mais íntimo, mais comovente do que simplesmente chamar Deus de ‘Pai’. Eis porque alguém propôs traduzir esta palavra aramaica original ‘Abbà’ como ‘Papai’ (…). Nós continuamos a dizer “Pai nosso”, mas com o coração somos convidados a dizer “Papai”, a ter uma relação com Deus como a de uma criança com o seu papai, que diz “papai”. Na verdade, essas expressões evocam afeto, evocam calor, algo que nos remete no contexto da infância: a imagem de uma criança completamente envolvida pelo abraço de um pai que sente infinita ternura por ele. E por isso, queridos irmãos e irmãs, para rezar bem é preciso chegar a ter um coração de criança. Para rezar bem, não um coração autossuficiente. Assim não se pode rezar bem. Mas como uma criança nos braços de seu Pai, seu papai.”

Deus conhece somente amor

Mas são os Evangelhos no entanto – completa o Papa – a nos apresentarem melhor o sentido desta palavra. O “Pai Nosso” ganha sentido e cor se aprendemos a rezá-lo depois de ter lido a parábola do Pai misericordioso (cf. Lc 15,11-32):

“Imaginemos esta oração pronunciada pelo filho pródigo, depois de ter experimentado o abraço de seu pai, que o havia esperado por um tempo, um pai que não recorda as palavras ofensivas que ele havia dito, um pai que agora o faz perceber simplesmente a falta que sentiu dele. Então descobrimos como aquelas palavras ganham vida, ganham força. E nos perguntamos: como é possível que Tu, ó Deus, conheça somente o amor? Mas Tu não conheces o ódio? Não, responderia Deus. Eu conheço somente o amor. Onde está em Ti a vingança, a pretensão de justiça, a ira pela sua honra ferida? E Deus responderia: eu conheço somente amor.”

A força da palavra “Abbà”

A forma como o pai da parábola age – observa o Papa – “recorda muito o espírito de uma mãe”, pois no geral são as mães que desculpam seus filhos, que os cobrem, que não rompem a empatia que têm por eles, que continuam a querê-los bem. Mesmo quando não mereceriam mais nada:

“Basta evocar esta expressão – Abbà – para que se desenvolva uma oração cristã. (…) Nesta invocação há uma força que atrai todo o resto da oração”:

“Deus busca você, mesmo que você não o procure. Deus ama você, mesmo que você tenha se esquecido dele. Deus vê em você uma beleza, ainda que você pense ter desperdiçado inutilmente todos os seus talentos. Deus é não somente um Pai, é como uma mãe que nunca deixa de amar sua criação. Por outro lado, há uma “gestação” que dura para sempre, bem além dos nove meses daquela física, e que gera um circuito infinito de amor.”

Ter a confiança de uma criança

Para um cristão, “rezar é simplesmente dizer “Abbà”, dizer papai (…), mas com a confiança de uma criança. E acrescentou ao concluir:

“Pode acontecer que também a nós aconteça de caminhar por caminhos distantes de Deus, como aconteceu com o filho pródigo; ou de precipitar em uma solidão que nos faz sentir abandonados no mundo; ou ainda de errar e ser paralisados por um sentimento de culpa. Nesses tempos difíceis, podemos ainda encontrar a força de rezar, recomeçando pela palavra “Abbà”, mas dita com o sentido terno de uma criança, “Abbá”, papai. Ele não esconderá de nós o seu rosto. Recordem bem, talvez alguém tenha dentro de si coisas ruins, coisas que não… não sabe como resolver, tanta amargura por ter feito isto ou aquilo. Ele não esconderá o seu rosto. Ele não se fechará no silêncio. Você diz “Pai” e Ele responderá a você. Você tem um Pai! “Sim, mas eu sou um delinquente”. Mas você tem um Pai que ama você. Diga a Ele “Pai” e comece a rezar assim, e no silêncio nos dirá que nunca nos perdeu de vista. “Mas Senhor, eu fiz isto e aquilo”. Mas eu nunca perdi você de vista. Eu vi tudo. Mas sempre estive ali, próximo de você, fiel ao meu amor por você. Esta será a resposta. Não esqueçam nunca de dizer Pai. Obrigado!”.

Papa: “Pai Nosso” convida à aproximação com Deus com confiança filial

Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018, Da Redação, com Boletim da Santa Sé
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-pai-nosso-convida-aproximacao-com-deus-com-confianca-filial/

Santo Padre segue no ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso; hoje, destacou a proximidade através desta oração, chamando Deus de “Pai”

Rezar o Pai Nosso, chamado Deus de “Pai” ou “Papai”, diz Papa aos fiéis na catequese / Foto: Reprodução Youtube – Vatican News

O Papa Francisco deu continuidade nesta quarta-feira, 12, ao ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, iniciado na semana passada. Francisco destacou que essa oração convida à aproximação de Deus com confiança filial, simplesmente chamando-O “Pai”.

Jesus convida os discípulos a dirigir-se a Deus com confidência, apresentando os pedidos; convida a rezar a oração fazendo cair as barreiras da sujeição e do medo. “Não diz para dirigir-se a Deus chamando-o ‘Onipotente’, ‘Altíssimo’, ‘Tu que és tão distante de nós, eu sou um miserável’: não, não diz assim, mas simplesmente ‘Pai’, com toda simplicidade, como as crianças se dirigem ao pai. E esta palavra ‘Pai’ exprime a confidência e a confiança filial”.

O Santo Padre explicou ainda que esta oração tem suas raízes na realidade concreta do homem: por exemplo, faz pedir o pão de cada dia, um pedido simples, mas essencial. Mas Jesus não quer o homem anestesiado, diminuindo os pedidos aprendendo a suportar tudo. Pelo contrário: deseja que as dificuldades e sofrimentos sejam elevadas ao céu.

Um exemplo para todos, nesse sentido, é o cego Bartimeu, lembrou o Papa, aquele homem descrito no Evangelho de Marcos que mendigava às portas de Jericó e não deu ouvidos aos que lhe falavam para ficar quieto e não perturbar Jesus. “Mas ele não escutava aqueles conselhos: com santa insistência, queria que a sua condição miserável pudesse finalmente encontrar Jesus”.

Concluindo a catequese, Francisco destacou que a oração de súplica é autêntica, espontânea, é um ato de fé em Deus que é Pai.

“Deus é o Pai que tem uma imensa compaixão por nós e quer que os seus filhos lhe falem sem medo, diretamente chamando-o ‘Pai’. Por isso podemos contar-lhe tudo, também as coisas que na nossa vida permanecem distorcidas e incompreensíveis. Rezemos o Pai Nosso começando assim, simplesmente: ‘Pai’ ou ‘Papai’. E Ele nos entende e nos ama tanto”.

É preciso pedir como os discípulos: “Senhor, ensina-nos a rezar”, diz Papa

Quarta-feira, 5 de dezembro de 2018, Da redação, com Vatican News
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/e-preciso-pedir-como-os-discipulos-senhor-ensina-nos-rezar-diz-papa/

Papa Francisco iniciou um novo ciclo de catequeses dedicado ao “Pai-Nosso”

Papa Francisco momentos antes do início da catequese desta quarta-feira, 5/ Foto: Vatican Media

“Senhor, ensina-nos a rezar”. Com essa frase o Papa Francisco iniciou um novo ciclo de catequeses dedicado ao “Pai-Nosso”. Concluída a série sobre os Dez Mandamentos, o Pontífice se concentra agora na figura de Jesus como homem de oração. Diante de milhares de fiéis na Sala Paulo VI, o Papa partiu sua explicação do Evangelho de Marcos.

Segundo Francisco, desde a primeira noite em Cafarnaum, Jesus demonstra ser um Messias original. “Na última parte da noite, quando o alvorecer se anuncia, os discípulos ainda o buscam, mas não conseguem encontrá-lo. Até que Pedro finalmente o encontra num lugar isolado, completamente absorto em oração. E lhe diz: ‘Todos te buscam!’ (Mc 1,37). Jesus diz aos seus que deve ir além; que não são as pessoas a buscá-Lo, mas é antes de tudo Ele a buscar os outros. Por isso, não deve fincar raízes, mas permanecer continuamente peregrino pelas estradas da Galileia. E também peregrino em relação ao Pai, isto é, rezando. Em caminho de oração”.

O Papa observou que a narração do livro de São Marcos mostra que tudo acontece numa noite de oração. “Em alguma página das Escrituras, parece ser a oração de Jesus, a sua intimidade com o Pai, a governar tudo”, explicou. O Pontífice ainda frisou, o que considera um ponto essencial: “Jesus rezava. Jesus rezava com intensidade nos momentos públicos, mas buscava também locais apartados que lhe permitissem entrar no segredo de sua alma. Rezava com as orações que a mãe lhe havia ensinado”, sublinhou.

“Jesus rezava como reza qualquer homem do mundo. E mesmo assim, no seu modo de rezar, estava contido um mistério, algo que certamente não passou desapercebido aos olhos dos seus discípulos, a ponto de dizerem: ‘Senhor, ensina-nos a rezar’. Eles viam Jesus rezar e tinham vontade de aprender”, contou o Santo Padre, que acrescentou: “E Jesus não recusa, não tem ciúme da sua intimidade com o Pai, mas veio justamente para nos introduzir nesta relação. E assim se torna mestre de oração dos seus discípulos, como certamente quer ser para todos nós”.

Mesmo rezando há muitos anos, Francisco afirmou que os cristãos devem sempre continuar a aprender. “A oração do homem, este anseio que nasce de modo assim tão natural da sua alma, é talvez um dos mistérios mais intensos do universo. E não sabemos nem mesmo se as orações que endereçamos a Deus são realmente as que Ele quer ouvir de nós”, refletiu. O Pontífice afirmou que há orações inoportunas, e citou a parábola do fariseu e do publicano.

“O fariseu era orgulhoso, fazia de conta que rezava, mas seu coração era frio. O primeiro passo para rezar é ser humilde. Ir ao Pai, a Nossa Senhora: ‘Olhe, sou pecador, fraco, malvado’, cada um sabe o que dizer. Mas sempre se começa com a humildade. O Senhor escuta, a oração humilde”, comentou. Para o Santo Padre, com o início deste ciclo de catequeses sobre a oração de Jesus, a coisa mais bela e mais justa que todos devem fazer é repetir a invocação dos discípulos.

De acordo com o Pontífice, será belo no tempo de Advento, que todos os fiéis repitam: “Senhor, ensina-nos a rezar”. Para o Papa, todos podem ir além e rezar melhor: “Ele certamente não deixará cair no vazio a nossa invocação”.

Ao final da catequese, ao saudar os peregrinos poloneses, o Santo Padre saudou os redatores da seção polonesa da Rádio Vaticano, que celebram 80 anos de fundação. “Eu lhes agradeço pelo serviço ao Papa e à Igreja”. Francisco recordou ainda a celebração no próximo domingo, na Polônia, da 19ª Jornada de oração e de Ajuda à Igreja no Leste: “Com reconhecimento penso a todos aqueles que com a oração e as obras concretas, apoiam as comunidades eclesiais dos países vizinhos”.

O Papa lembrou por fim a celebração no próximo sábado, 8 de dezembro, da solenidade da Imaculada Conceição. “Entreguemo-nos a Nossa Senhora! Ela, como modelo de fé e de obediência ao Senhor, nos ajude a preparar os nossos corações a acolher o Menino Jesus no seu Natal”, disse Francisco. Como é tradição, no dia 8 o Papa vai até a Praça de Espanha para uma homenagem com flores a Nossa Senhora.

Desenvolvido por Origy Networks – Criação de sites e propaganda