O espiritismo nega, pelo menos, 40 Verdades da Fé Cristã

1 – O espiritismo NEGA o mistério, e ensina que tudo pode ser compreendido e explicado / o espírita proclama que absolutamente não há mistérios e tudo o que a mente humana não pode compreender, é falso e deve ser rejeitado.

2 – O espiritismo NEGA a inspiração divina da Bíblia / o espírita rejeita a possibilidade do milagre e dogmatiza que também Deus deve obedecer às leis da natureza.

3 – O espiritismo NEGA o milagre / o espírita declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que nunca foi inspirada por Deus.

4 – O espiritismo NEGA a autoridade do Magistério da Igreja / o espírita declara que os apóstolos e seus sucessores, o Papa e os Bispos, não entenderam os ensinamentos de Cristo e que tudo o que eles nos transmitiram, está errado e falsificado.

5 – O espiritismo NEGA a infalibilidade do Papa / o espírita proclama que os Papas só espalharam o erro e a incredulidade.

6 – O espiritismo NEGA a instituição divina da Igreja / o espírita declara que até a vinda de Allan Kardec a obra de Cristo estava perdida e inutilizada

7 – O espiritismo NEGA a suficiência da Revelação / o espírita proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e mesmo a substituir o Evangelho de Cristo.

8 – O espiritismo NEGA o mistério da Santíssima Trindade / o espírita NEGA este augusto e fundamental mistério da Santíssima Trindade.

9 – O espiritismo NEGA a existência de um Deus Pessoal e distinto do mundo / grande parte dos espíritas afirmam que Deus é a alma do mundo e que os homens são partículas de Deus, professando assim um perfeito panteísmo.

10 – O espiritismo NEGA a liberdade de Deus / muitos espíritas dogmatizam que Deus devia necessariamente desde toda eternidade criar e devia fazer todos os homens iguaizinhos.

11 – O espiritismo NEGA a criação a partir do nada / o espírita dogmatiza que o mundo, ou sempre existiu e apenas se aperfeiçoou, ou é uma emanação de Deus.

12 – O espiritismo NEGA a criação da alma humana por Deus / o espírita dogmatiza que a nossa alma é o resultado de lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.

13 – O espiritismo NEGA a criação do corpo humano / o espírita dogmatiza que o primeiro homem era um macaco evoluído.

14 – O espiritismo NEGA a união substancial entre o corpo e a alma / o espírita dogmatiza que é um composto entre perispírito e alma e que o corpo é apenas um invólucro temporário, um “alambique para purificar o espírito”.

15 – O espiritismo NEGA a espiritualidade da alma / o espírita dogmatiza que a alma “é a matéria quintessenciada”.

16 – O espiritismo NEGA a unidade do gênero humano / o espírita fez desta evocação uma nova religião.

17 – O espiritismo NEGA a existência dos anjos / o espírita dogmatiza que não há anjos, mas apenas espíritos mais evoluídos e que eram homens.

18 – O espiritismo NEGA a existência dos demônios / o espírita dogmatiza que não há demônios, mas apenas espíritos imperfeitos, mas que alguma vez alcançarão a perfeição.

19 – O espiritismo NEGA a divindade de Jesus / o espírita NEGA esta verdade fundamental da fé cristã e dogmatiza que Cristo era apenas um grande médium e nada mais.

20 – O espiritismo NEGA os milagres de Cristo / o espírita NEGA as ressurreições e os outros milagres operados por Cristo.

21 – O espiritismo NEGA a humanidade de Cristo / grande parte dos espíritas dogmatiza que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.

22 – O espiritismo NEGA os dogmas de Nossa Senhora (Imaculada Conceição, Virgindade perpétua, Assunção, Maternidade divina) / o espírita NEGA e ridiculariza todos os privilégios da excelsa Mãe de Jesus.

23 – O espiritismo NEGA nossa Redenção por Cristo (é o mais grave!) / o espírita dogmatiza que Jesus não é nosso redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e isso mesmo ainda de um modo obscuro e incerto e que cada um precisa remir-se a si mesmo.

24 – O espiritismo NEGA o pecado original / o espírita dogmatiza que Deus assim seria injusto e por isso NEGA o pecado original.

25 – O espiritismo NEGA a graça divina / o espírita dogmatiza que Deus não pode conceder nem graças nem favores, mas tem que dar a todos exatamente o mesmo.

26 – O espiritismo NEGA a possibilidade do perdão dos pecados / o espírita dogmatiza que Deus não pode perdoar pecados sem que preceda rigorosa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, em sempre novas encarnações.

27 – O espiritismo NEGA o valor da vida contemplativa e ascética / o espírita dogmatiza que a penitência voluntária e a contemplação nada valem perante Deus.

28 – O espiritismo NEGA toda a doutrina cristã do sobrenatural / o espírita NEGA qualquer graça santificante e a vida sobrenatural.

29 – O espiritismo NEGA o valor dos Sacramentos / o espírita NEGA toda eficácia sobrenatural dos sacramentos.

30 – O espiritismo NEGA a eficácia redentora do Batismo / o espírita NEGA que Jesus mandou que se batizassem todos os homens para a remissão dos pecados e a infusão da vida sobrenatural.

31 – O espiritismo NEGA a presença real de Cristo na Eucaristia / o espírita ridiculariza a Eucaristia como pura “pantomima e palhaçada do catolicismo”.

32 – O espiritismo NEGA o valor da Confissão / o espírita dogmatiza que cada qual precisa reparar o mal por meio de novas reencarnações, sem o que Deus não pode perdoar pecados.

33 – O espiritismo NEGA a indissolubilidade do Matrimônio / o espírita proclama que o casamento é solúvel e que o divórcio é uma lei natural

34 – O espiritismo NEGA a unicidade da vida terrestre / o espírita dogmatiza que a gente nasce, vive e morre e renasce ainda e progride continuamente.

35 – O espiritismo NEGA o juízo particular depois da morte / o espírita dogmatiza que este juízo particular é pura fantasia e imaginação.

36 – O espiritismo NEGA a existência do Purgatório / o espírita decreta que este purgatório não existe, mas foi inventado pela Igreja para ganhar dinheiro.

37 – O espiritismo NEGA a existência do Céu / o espírita ridiculariza e zomba deste céu como de um lugar de “eterna e fastidiosa ociosidade”.

38 – O espiritismo NEGA a existência do Inferno / o espírita dogmatiza que o inferno foi inventado para assustar crianças.

39 – O espiritismo NEGA a ressurreição da carne / o espírita dogmatiza que não pode haver ressurreição dos mortos.

40 – O espiritismo NEGA o juízo final / o espírita dogmatiza que Jesus não virá para julgar todos os homens.”

Fonte: Friderichs, Edvino A., S.J. – “Caixinha de Perguntas, sobre religião e superstições”, Gráfica Vicentina Ltda. – Editora, 1996, [cf. páginas 54-60]. KLOPPENBURG, Pe Edvino A Friderichs & Frei Boaventura.

 

A RESSURREIÇÃO E A REENCARNAÇÃO

Nós católicos, cremos na ressurreição da carne. É o que nos ensina a Igreja e é o que professamos quando vamos às Missas, ou seja, acreditamos que… da mesma forma que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos, e vive para sempre, assim também, depois da morte, os justos viverão para sempre com Cristo ressuscitado e que Ele os ressuscitará no último dia. Como a ressurreição de Cristo, assim também a nossa será obra da Santíssima Trindade. Mas infelizmente, muitas pessoas professam a fé na ressurreição, mas na prática, acreditam na reencarnação. O fato é que a doutrina espírita da reencarnação acaba sendo normal, para aqueles que não conhecem a sua fé, não querem levar a vida a sério e se deixam contaminar pelo espiritismo, que ultimamente vem sendo fortemente divulgado, pelas novelas e pelos apresentadores de programas de TV, que sempre exibem um espaço em seus programas para essa doutrina.
Mas o que é ressurreição da carne? Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica: O termo carne designa o homem em sua condição de fraqueza e de mortalidade. A “ressurreição da carne” significa que após a morte não haverá somente a vida da alma imortal, mas que os nossos “corpos mortais” readquirirão vida. Diz a Palavra: “Se o espírito Daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vós, ele, que ressuscitou Jesus Cristo dos mortos, também dará a vida aos vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que habita em vós” (Rm 8, 11). E o que é reencarnação? A reencarnação é uma doutrina espírita, sem fundamentos bíblicos. Seus ensinamentos são totalmente contrários à doutrina da ressurreição da carne. Diz o espiritismo: As almas foram todas criadas simples e ignorantes, em igualdade de condições. Enveredam, porém, pelos diversos caminhos do bem e do mal, em virtude de sua liberdade de arbítrio. Devem mediante sucessivas encarnações, purificar-se dos pecados e das paixões imoderadas a fim de atingir a perfeição, o que por certo necessita de muito tempo. A lei do karma, segundo a qual cada um, na encarnação seguinte, paga os desvios da vida anterior, rege as reencarnações do espírito. Ficaram claras, as diferenças entre essas duas doutrinas. Vejamos agora, alguns erros da doutrina da reencarnação, segundo as Escrituras: Quanto às sucessivas encarnações que defende o espiritismo, a palavra é clara; quem morre não volta mais a esse mundo, encarnando-se em outro corpo. Diz a Palavra: “Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo…” (Hb 9, 27). Quanto à purificação dos pecados mediante sucessivas encarnações, fazendo do homem seu próprio salvador, como afirma o livro espírita: “A salvação não se obtém por graça, nem pelo sangue derramado no madeiro, mas a salvação é o ponto de esforço individual que cada um emprega na medida de suas forças” (O reformador de outubro de 1955, pág. 236). A Palavra nos diz claramente que Jesus é o nosso Salvador, é Ele quem venceu a morte, reconciliou-nos com Deus, abriu-nos o céu e deu-nos a graça da salvação (veja Rm 5, 1-11 e Jo 3, 17). Afirmam os espíritas, através da lei do karma, que pessoas portadoras de deficiências, em outras encarnações, cometeram graves pecados. Deus não é um juiz injusto, ele não condenaria seres inocentes sem que a vítima soubesse, isso é contrário até mesmo a Constituição Brasileira (réu condenado sem saber o porquê). Que dirá a justiça de Deus! Jesus afirmou que essas pessoas sofrem para que manifestemos nelas as obras da misericórdia de Deus (Jo 9, 1-7). Com esses poucos exemplos pudemos perceber que a doutrina da reencarnação nada tem a ver com a ressurreição de Cristo e a nossa. Percebemos que negam pontos importantes da fé cristã, por isso, o católico consciente não pode compactuar com a doutrina da reencarnação. Crer na ressurreição da carne foi desde o início, um elemento essencial da fé cristã. Não façamos confusão, e estejamos atentos para professarmos a nossa fé com coerência!

 

DESCOBRINDO A VERDADE SOBRE O ESPIRITISMO
Padre Léo – 22/11/2003

Se somos cristãos, não podemos nos deixar enganar pelas falsas doutrinas, principalmente por aqueles que pregam e falam sobre a reencarnação, por que somente em Jesus encontramos verdadeiramente a nossa salvação.

Antíoco, rei muito importante, que nome medonho, esse homem foi capaz de dominar o mundo, mas não foi capaz de dominar a si mesmo, morreu de tristeza e de depressão, pensava na morte, por isso antecipava a morte. Antíoco sofria de insônia. A meu Deus, eu não consigo é acordar, quando eu trabalhava na roça, eu dormia era no guidão da bicicleta. Dizia o Rei Antíoco, em que aflição eu fui cair, eu que era bom e querido no tempo do meu poder, Antíoco, Anta oca, você já procurou saber que anta você era na vida passada, saiba se você pensar assim é parente do Antíoco, me recordo dos males de Jerusalém, das jóias, reconheço que foi por causa disso que sofre, pois a pessoa cai na cova que abre. A Bíblia afirma no Salmo 9, 16 que caiu na armadilha que preparou. Os Saduceus vão até Jesus para justificar os seus erros. Vão falar sobre a mulher que matou sete maridos. Ela era prima irmã de Saara que também matou os maridos que tinha o demônio Asmodeu. Os saduceus não foram capazes nem de inventar uma história, eles já vieram com uma história pronta. Jesus falou que o homem no céu, eles serão como anjos, mas após a Ressurreição, não terão mais marido, nem mulher, aqui Jesus está esclarecendo a reencarnação pregada pelo Espiritismo (2000 anos atrás). Alan Kardec, confundiu, fundiu o Cristianismo, o Darvinismo e o Budismo, daí chega ao nirvana, isso é, o nada absoluto, nossa confusão absoluta, daí nasceu o Espiritismo (há 150 Anos atrás). O demônio para ser livre, ele fez uma opção radical contra Deus, por isso é absolutamente impossível o demônio se converter (Catecismo da Igreja Católica). Assim também aqueles que morreram em pecado mortal, também não tem salvação, se você não acredita, deixe de ser católico. Não podemos deixar de falar que nós padres e católicos, esperamos a segunda vinda de Jesus, que virá para julgar como Senhor, como Juiz e como Rei, por isso, não podemos temer o julgamento. Não há a menor possibilidade de uma conciliação mesmo que falemos de ecumenismo entre a teoria da reencarnação e a teologia do cristão. Nós decidimos o destino da nossa alma se fazemos uma opção radical contra Deus, daí quem faz essa opção vai para o inferno. Após o julgamento eternamente no fogo do inferno, só se desespera diante da morte, quem vive a vida de qualquer jeito. Quem se desespera, é peso de consciência, por que em vida, nunca mandou um bilhete, agora que a pessoa morreu, quer falar com a pessoa morta por isso acaba se envolvendo com o espiritismo. Os filhos participam da mesma carne dos pais, Jesus passou pela morte, para destruir a morte, e libertar aqueles que por medo da morte, estavam toda vida sujeitos a escravidão. Somos inteiramente do Senhor Deus. Uma receita: pare, se você passar o sinal vermelho, você vai cair num buraco, por isso é hora de salvar aqueles que estão amarrados ao demônio. Tanta gente boa, como a família do Padre Jonas, graças a Deus acordou a tempo, e por isso hoje, ele padre Jonas, pode abrir o sinal verde do Sim, Sim, que nos leva para o Céu. 2º Tessalonicenses 4, 13 Não queremos que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para que não percam as esperanças. Não podemos ter medo da morte, para não irmos em busca das falsas doutrinas, que pregam a reencarnação, a evocação dos mortos etc. Pessoas que vivem no espiritismo, estão fragilizadas. Não tenha medo da morte, lembre-se que Jesus Cristo enfrentou a morte, ele não fugiu da morte. Deus não trouxe a morte, a morte está ligada pelo pecado, o senhor do pecado é o mesmo senhor da morte! Ó feliz culpa de Adão, que nos fez merecer a redenção. O poder redentor do humano está dando show na pessoa do Papa João Paulo II. O mundo Light, o mundo espírita, precisa conhecer o mundo da dor como caminho da redenção, então nos identificamos com as dores de Jesus, Colossensses 3, Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto, buscai a vida plena, não vá buscar a vida eterna na umbanda, quimbanda, qualquer grupo de Umbanda. Repito, Ressurreição e reencarnação, a teoria da reencarnação, não acredita em Jesus como o salvador, a onde você conseguiu chegar sozinho? Não responda, no fundo do poço, pois hoje não resistimos até mesmo a um prato de comida, pelo próprio pecado da gula. As pessoas mais antigas saberão o que vou falar, as pessoas hoje morrem friamente, você vê o seu filho, o seu pai, por um vidrinho. Antigamente morria-se mais humanamente, morria-se em casa, na cama, chamavam-se os parentes, ascendia vela para colocar na mão, chorava-se um pouco, rezava o terço, velava-se em casa. Respeitava-se o luto, tinha missa de Sétimo dia, distribuía-se santinho. Hoje não se saboreia mais a morte, o vizinho mudava a festa pela morte do seu vizinho, antes havia solidariedade, hoje se morre na UTI. O nosso Deus é um Deus da vida, da saúde, unamo-nos a Ele, por que Ele ressuscita.

 

RESSURREIÇÃO SIM! REENCARNAÇÃO NÃO!
“Jesus Ressuscitou, como disse” (Mt 28, 6)

Ao rezarmos pelos nossos queridos falecidos, somos convidados a renovar a fé num artigo que é fundamental para nossa vida cristã e que nos diferencia de outras expressões religiosas. A cada dia, na Eucaristia, na meditação da Palavra de Deus, na oração pessoal e comunitária, no exercício da caridade e na celebração da vida, precisamos renovar a nossa fé. A fé é um dom de Deus. É uma graça. Deus confiou este tesouro a nós. Assim como a vida, Deus nos dá a fé, e espera que nós cuidemos bem, tanto do dom da vida, como do dom da fé. É muito comum ouvirmos as seguintes perguntas: Ressurreição ou Reencarnação? Ou ainda: é possível acreditar nas duas coisas? Ou Um católico pode ser espírita? Diante disso, vamos refletir um pouco mais sobre este tema de grande importância, de modo especial, para nós que queremos ver e seguir Jesus, conhecendo e testemunhando o Seu Evangelho para o mundo e para a humanidade. Nós não podemos “fugir” de temas complexos e nem vivermos como se estas questões não existissem. Pela reflexão podemos aprofundar ainda mais a nossa fé. Pelo estudo temos a chance de tornar a nossa fé ainda mais cristalina. Sendo assim, é bom destacar que pelo título deste artigo já começamos a responder a estas perguntas e a outros possíveis questionamentos: “RESSURREIÇÃO SIM! REENCARNAÇÃO NÃO!”. Lendo e meditando, atentamente, a Bíblia, em nenhum capítulo e em nenhum versículo, do Gênesis ao Apocalipse, encontramos qualquer referência que indique a possibilidade da reencarnação. Fazendo um estudo sério da Bíblia, sem nos deixar influenciar por “leituras tendenciosas” ou interpretações deturpadas, não encontramos nenhum parecer favorável a esta doutrina. Pelo contrário, pelos lábios de Jesus, nos é ensinado: “Eu sou a Ressurreição e a vida. Aquele que crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11, 25). A gente nasce e morre uma única vez. Por isso precisamos viver bem cada instante da nossa história. Depois da morte, vem a Ressurreição: a Vida Eterna! Na Carta aos Hebreus encontramos a comprovação exata que diz: “E como é um fato que os homens devem morrer uma só vez” (Hb 9, 27). Diante da Bíblia não fica nenhuma sombra de dúvida quanto a este tema. Nós cremos e sempre vamos crer na Ressurreição. A Ressurreição significa a vitória da vida sobre a morte. Cristo inaugurou a Ressurreição, garantindo a todos nós a certeza da nossa ressurreição. Pois, como está na Bíblia: “Se Cristo não Ressuscitou, é vã a nossa fé” (1Cor 15, 17). Exatamente, porque Cristo Ressuscitou que a nossa fé não é vã. É na Ressurreição de Jesus e na certeza de que Nele e por Ele nós haveremos de ressuscitar, que a nossa fé se torna sólida, firme e inabalável como a rocha. Um católico praticante e conhecedor da sua fé, mesmo que desejasse, não conseguiria ser espírita. É bom que fique bem claro, que isto não tem nada haver com discriminação ou preconceito. E sim, um esclarecimento catequético para melhor vivermos a nossa fé católica. Pois, as duas doutrinas são opostas. Não se pode acreditar ao mesmo tempo na Doutrina da Ressurreição e na Doutrina da Reencarnação. Nós católicos, com base na Bíblia, na Tradição e no Magistério da Igreja, acreditamos de todo coração na Ressurreição. A Ressurreição é a base da nossa fé. E ao acreditarmos, de todo coração, na Ressurreição, fica descartada, a idéia da Reencarnação. A Santa Mãe Igreja nos ensina que nós viemos ao mundo, pela Graça de Deus. Aqui vivemos como peregrinos, a caminho da Jerusalém Celeste, ou seja, do Paraíso. E para passarmos da vida terrena para a vida celeste, experimentamos a morte, não como derrota, mas como passagem para a Glória de Deus. O processo é assim: concepção, gestação, nascimento, morte e ressurreição. O Mistério Pascal de Cristo: Paixão, Morte e Ressurreição, é a garantia de que existe Vida Eterna! Que existe Ressurreição! Como padre católico, desejo respeitar a todos. Sei que há pessoas que acreditam diferente de nós. Contudo, sem faltar com o respeito com meus irmãos quero, em primeiro lugar, respeitar a Jesus e proclamar a sua Santa Palavra. Só há diálogo inter-religioso se temos clareza quanto a nossa fé! Quando dialogamos não devemos colocar tudo misturado, mas sublinhar bem as nossas diferenças que revelam nossas identidades singulares. E é por isso que cada católico precisa ter claro, na mente e no coração, a certeza da Ressurreição da carne e a certeza da Vida Eterna! É a certeza da Ressurreição que nos consola na hora da dor e da saudade de um familiar ou amigo nosso que parte para a Eternidade. Nós podemos até chorar diante da morte. A morte é uma experiência muito difícil, inclusive para nós que cremos. O próprio Jesus, o Autor da vida, chorou diante da morte. A morte é um drama. Mas, a morte não tem e nunca terá a última palavra sobre nós. A vida é que tem. “Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6). Jesus que é Vida nos dá a garantia da Vida Eterna, onde não haverá nem lágrima e nem dor. Às vezes, na hora do sofrimento, por conta da morte de alguém muito próximo de nós surge o desespero e a vontade enorme de uma resposta imediata, de uma explicação clara e palpável. É neste momento, que muitos se deixam “seduzir” por doutrinas como a da Reencarnação. Por isso, mais do que nunca, renovemos, pratiquemos e professemos a nossa fé, que de Cristo nós recebemos: “cremos na ressurreição da carne; cremos na vida eterna” (Credo Apostólico). É somente pela fidelidade à nossa fé que seremos verdadeiramente consolados e fortalecidos em todas as situações da nossa vida. Se estivermos convictos na certeza da Ressurreição nada e nem ninguém poderá nos confundir; e aconteça o que acontecer iremos sempre testemunhar: RESSURREIÇÃO SIM! REENCARNAÇÃO NÃO!

 

RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO
A doutrina espírita nega a redenção dos pecados realizada por Cristo no Calvário. É o que verificamos claramente nas palavras de Leão Denis, famoso escritor kardecista: “Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal” (Leão Denis, “Cristianismo e espiritismo”, p. 88). Este escritor espírita, em suas palavras, apenas repete a doutrina que Kardec ensina no Livro dos Espíritos com relação à redenção. Kardec, no entanto, não usa o termo redenção, mas fala em “expiação”. Passo a citar-lhe então palavras de Kardec acerca da “expiação” dos pecados, retiradas todas do Livro dos Espíritos do Kardec (FEB, 76ª edição, 1944): “…ensinam também [os espíritos superiores] não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conformemente aos seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final” (Introdução VI, p.27); q. 998: expiação se cumpre no estado corporal ou no estado espiritual? “A expiação se cumpre durante a existência corporal, mediante as provas a que o Espírito se acha submetido e, na vida espiritual, pelos sofrimentos morais, inerentes ao estado de inferioridade do Espírito” (p. 461); q. 999: Basta o arrependimento durante a vida para que as faltas do Espírito se apaguem e ele ache graça diante de Deus? “O arrependimento concorre para a melhoria do Espírito, mas ele tem que expiar o seu passado” (p. 461); “…para alcançarem essa perfeição, [os Espíritos] têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação” (q. 132, p. 103). “Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes” (Allan Kardec, “O céu e o inferno”, p. 88). Note nestas palavras que, segundo Kardec, não é Cristo que nos redime, mas somos nós mesmos que alcançamos nossa salvação por meio das diferentes existências, isto é, por meio da reencarnação. Disso decorre que a doutrina da reencarnação vai diametralmente contra as palavras do próprio Cristo, que disse: “Isto é o meu sangue (…) o qual será derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mt 26, 28). E vai contra também as palavras de São Paulo: “É nele [em Cristo] que temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça a qual ele derramou abundantemente sobre nós” (Ef 1, 7). Esta divergência entre os ensinamentos de Cristo e a doutrina espírita provam como o kardecismo não é cristão, e que os espíritas só falam de Cristo para atrair cristãos para seus centros, a fim de os desviar do reto caminho.

 

ESPIRITISMO E SEUS ERROS
A Sagrada Escritura nega a Reencarnação

A morte é uma conseqüência do Pecado Original. Quem nos traz a vida, novamente, é Nosso Senhor Jesus Cristo, através da Redenção. Não há segunda chance, como está em São Paulo: “Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto é o julgamento” (Hb 9, 27). “Assim o homem, quando dormir, não ressuscitará, até que o céu seja consumido, não despertará, nem se levantará de seu sono” (Jó 14, 12). A doutrina espírita, com o seu reencarnacionismo, defende que o homem é o seu próprio salvador. Cada um se “auto-salva” através da iluminação progressiva. Portanto, há uma negação da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. A tese de que São João Batista é Elias reencarnado, como eles defendem, não procede, visto que São João respondeu peremptoriamente a uma comissão de judeus que o interrogavam a respeito: “Não sou Elias” (Jo 1, 21). Depois, na própria Transfiguração do Tabor, apareceram Elias e Moisés. Ora, pela tese espírita, o espírito toma a forma do último corpo que habitou. Como São João já havia morrido, não seria possível ele aparecer como Elias… As palavras de Nosso Senhor só podem ser entendidas no sentido que a Igreja ensina, ou seja, que São João Batista era como um outro Elias. Se assim não for, a Bíblia estaria em contradição e a própria tese espírita-cristã ficaria sem fundamento. A morte é, pois, uma conseqüência do pecado e um castigo sobre os homens, que precisam da graça que nos vem através da Redenção. Onde está escrito que a Ressurreição será em nosso mesmo corpo? A Ressurreição da carne é um dogma católico constante no Credo. Base da Fé católica. Na Sagrada Escritura, são inúmeros os trechos que afirmam, explicitamente, a ressurreição de nossa mesma carne. Jó, no meio de seus sofrimentos (com sua carne já corrompida pela lepra), consolava-se com a lembrança da sua futura ressurreição (Jó 19, 35), os irmãos Macabeus também (2Mac 7, 2). Marta também disse a Nosso Senhor: “Sei que meu irmão há de ressurgir na ressurreição que haverá no último dia” (Jo 11, 24). Não apenas os santos ressuscitarão, mas também os réprobos (Jo 5, 28; Mt 25, 31). Além disso, a ressurreição de todos os homens será instantânea e universal (1Cor 15, 62). Nosso Senhor Jesus Cristo declarou muitas vezes que ressuscitaria os mortos: “Virá uma hora em que todos os que se acham nos sepulcros ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que obraram bem, sairão para a ressurreição da vida; mas os que obraram mal, sairão para a ressuscitados para a condenação” (Jo 5, 28). E: “O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6, 55). Cristo provou, diversas vezes, que tem o poder de ressuscitar os mortos e nos disse: “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo 11, 25).  Ao mesmo tempo, se só a alma fosse punida ou recompensada, a retribuição aos méritos dos homens não seria perfeita. Diz Tertuliano: “porque muito boas obras, como o jejum, a castidade, o martírio, não podem ser realizadas senão por meio do corpo, é, pois justo que ele participe da felicidade da alma”. “Quando, diz Teodoreto, se levanta uma estátua a um general vitorioso, gosta-se de representá-lo com a armadura que usava no combate; e a alma não deveria ser glorificada no corpo em que venceu o seu inimigo?” “A retribuição é, pois, a razão última da ressurreição” (Tert).  Depois, Cristo quis salvar o homem todo, em corpo e alma; se, portanto, pelo seu sacrifício só tivesse salvado a alma, sem o corpo, a redenção seria incompleta (Tert.); o demônio, na sua obra de destruição, teria sido mais poderoso que Cristo na sua obra de restauração; isto é impossível: o triunfo de Cristo foi completo. “Por um só homem entrou a morte no mundo, e por um só homem a ressurreição” (1Cor 15, 2). (apud. Francisco Spirago “Catecismo Popular”)   Podemos transcrever citações múltiplas na mesma linha, o que não deixa margem à dúvidas em relação à ressurreição da carne: “Este [corpo] corruptível revestirá a incorruptibilidade e este [corpo] mortal, a imortalidade” (1Cor 15, 52). “Nós teremos, portanto, os mesmos corpos e não outros novos, a fim de que um receba o que é devido às boas ou más ações que houver praticado enquanto andava revestido do seu corpo” (2Cor 5, 10). Filosoficamente, explica Santo Tomás de Aquino: “Ainda que dentro de 10 ou 12 anos todas as moléculas materiais do nosso corpo hão de estar mudadas, o nosso corpo conserva-se idêntico a si próprio, porque o princípio, a substância são os mesmos; assim os corpos ressuscitados conservarão a sua identidade, ainda quando todas as moléculas materiais lhes não fossem restituídas” (Santo Tomás de Aquino). A comunicação com os mortos é real ou ilusória Existe a possibilidade de almas que estão no purgatório pedirem orações pelos vivos. Todavia, a comunicação com os mortos nunca pode ser provocada: “Não se ache no meio de ti quem pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, o espiritismo, a evocação dos mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui uma abominação para o Senhor” (Dt 18, 9-14) As diversas condenações ao espiritismo na Sagrada Escritura “Se uma pessoa recorrer aos espíritos, adivinhos, para andar atrás deles, voltarei minha face contra essa pessoa e a exterminarei do meio do meu povo”. “Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos, será punido de morte” (Lev 20, 6 – 27). Em Isaías, vemos que é do espiritismo que se trata, quando Deus fala de feitiçaria, adivinho, etc… pois no cap. 8, 19, se lê a queixa de Deus “Acaso não consultará o povo o seu Deus? Há de ir falar com os mortos acerca dos vivos”? Em Jeremias lemos: “Não vos seduzam os vossos profetas, nem os vossos adivinhos… eu não os enviei” (19, 8-9). No Levítico (20, 27), Deus ordena a pena de morte de apedrejamento contra os pitões e adivinhos, que seriam – e eram de verdade – como os médiuns e esoteristas de hoje (vê-se isso especialmente em Isaías 47, 13). No Deuteronômio (13, 1 a 5) se encontram passagens bem sugestivas de como Deus se ira contra os que forjam religiões falsas: “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio e suceder tal sinal ou prodígio… não ouvirás as palavras de tal profeta e sonhador, porquanto o Senhor vosso Deus vos prova se amais o Senhor vosso Deus… E aquele profeta sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus.” A quem consultar? A Deus ou aos espíritos? Além disso, temos o fato de que esses espíritos entram em contradição entre si (Ver “O Livro dos Espíritos” cap. V, n. 222, p. 139, do próprio Alan Kardec). Mesmo em relação à reencarnação, os espíritos divergem em seus pronunciamentos (“Livro dos Médiuns” C. 27, n. 8, p. 338). A Igreja católica considera que esses espíritos podem ser demônios (como descreve a Sagrada Escritura) ou simples manifestações subjetivas dos envolvidos (como descreve a psicologia). Como explicar o sofrimento na visão católica Sobre o sofrimento, o que ocorre é que a mentalidade do século XXI é muito influenciada por uma visão de “gozo da vida”. Nosso Senhor, que não tinha nenhum pecado, sofreu por todos nós. Santa Terezinha do Menino Jesus, quando descobriu sua doença (tuberculose), ficou muito feliz por poder sofrer em união à Cristo. Ensina São Paulo: “Agora eu me regozijo nos meus sofrimentos por vós, e completo, na minha carne, o que falta das tribulações de Cristo” (Colossenses 1, 24). Nosso Senhor também disse: “quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. Ora, a vida do católico (e de toda a criatura), nesta terra, é um “vale de lágrimas”. O sofrimento é um sinal de benção de Deus, que ama seus filhos e os ajuda e chegarem até Ele. Quando você conhecer alguém que não tenha sofrimento, desconfie. Ele pode estar recebendo nessa terra o pagamento pelo que já fez de bom, pois não receberá na eternidade… O homem justo expia os seus pecados e os dos outros, como Cristo expiou por nós na Redenção. Existe um livro muito interessante, chamado “carta do Além”, que não tem nada de espírita. Trata-se de um sonho de uma freira. Nesse sonho, essa freira recebe uma carta de uma antiga amiga, que havia sido condenada ao inferno. Depois de ler a carta, ela transcreve em um papel. Nesse documento, a amiga diz, claramente, que Deus já tinha dado a ela, durante a sua vida, tudo o que lhe era de “direito”, por cada ato bom que, em algum momento de sua vida, ela havia feito. Voltando ao sofrimento, hoje é pouco conhecido o motivo que leva o Padre, durante o ofertório, a acrescentar uma gota de água ao vinho que será transformado no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa gota de água é o nosso sofrimento, de cada homem, que é unido ao sofrimento de Cristo, segundo nos ensina São Paulo, como já visto: “Agora eu me regozijo nos meus sofrimentos por vós, e completo, na minha carne, o que falta das tribulações de Cristo” (Colossenses 1, 24). Quanto mais uma pessoa pode sofrer pelos outros (e por si), tanto mais ela se aproxima de Deus por seus méritos e pela assistência de que necessita. Pode-se observar que, normalmente, quanto mais sofrida é a pessoa, tanto mais ela tem Fé em Deus. O sofrimento aproxima o homem de seu criador, assim como uma criança procura seu pai quando não consegue resolver por si mesma algum problema. Portanto, não devemos nos assustar com pessoas que sofrem mais do que outras. Elas foram chamadas a uma vocação específica e muito grande. Elas compram graças para os outros e intercedem, com seus sofrimentos, junto ao trono de Deus. Temos o caso de Jó, na Sagrada Escritura. Como Jó era fiel, o demônio dizia que a fidelidade dele advinha do fato de que ele tinha riquezas. Deus, então, permitiu que o demônio retirasse a riqueza de seu servo Jó. E assim foi. Jó ficou pobre e, na sua pobreza, bendizia ao Senhor seu Deus: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus”. O demônio, ainda não satisfeito, afirmou que ele era fiel apenas por que tinha uma família muito boa e com muitos filhos. Novamente, Deus permitiu que o demônio atentasse contra a família de Jó. Morreram os seus filhos, ficou apenas a sua mulher. Esta, para provocar a Jó, dizia que ele deveria maldizer a Deus. Jó, porém, repetia: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus!”. O demônio continuava insatisfeito e lançou sua última carta: retirou a saúde do grande homem que os séculos cantam e glorificam em sua paciência. Jó, conta a Sagrada Escritura, ficou com a pior doença da época: a lepra. No monte de sua desgraça, Jó repetia: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus!”. Depois de tantas provas de fidelidade, Deus restituiu a saúde, a família e o dinheiro a Jó. Esse é o amor filial, o amor de reverência, o amor de adoração que se deve a Deus. Jó é um dos maiores homens do Antigo Testamento! Ele foi grande por quê? Porque soube amar a Deus no seu sofrimento. Soube se entregar por inteiro ao seu criador, de quem recebeu tudo sem nenhum mérito. Agora, ele retribuía com um pouco o muito que recebera: a sua existência. Deus nos convida a tomarmos a nossa “Cruz” e a “segui-lo”.
O Demônio é o pai da gnose, fundamento do Espiritismo. O demônio é o pai do espiritismo. Ele não é um “estado de espírito”, mas o autor da religião gnóstica (fundamento do espiritismo). Foi dele o primeiro brado igualitário do mundo: “Não servirei!”. Foi com a mesma falácia que ele tentou Eva: “Se comeres desse fruto, sereis iguais a deus”. A gnose preceitua exatamente a igualdade dos homens com Deus, tanto em seu fundamente filosófico, como em sua doutrina da reencarnação e da iluminação evolucionista. Na Sagrada Escritura fica claro que o demônio é um ser criado, que se revoltou (através do seu livre-arbítrio) contra o seu criador. Tanto anjos como demônios podem interferir na vida dos homens, assim como podem se manifestar com vozes e se materializar em corpos (ou possuí-los).

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