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Como receber o Espírito Santo?

O Dia de Pentecostes

O Santo Pentecostes é celebrado no quinquagésimo dia da Páscoa. Para os judeus, era a festa do dom da Lei de Moisés: cinquenta dias após a saída de Israel do Egito, o povo chegou ao pé do Sinai e, aí, recebeu a Lei e, pelo pacto da Aliança, tornou-se para sempre o povo de Deus. É também a festa das primícias: na Terra Santa, o Pentecostes era comemorado no tempo da colheita da cevada. Levavam-se, então, os primeiros frutos da terra para o Templo de Deus.

Foi no dia de hoje, no Pentecostes dos judeus, quando os apóstolos estavam reunidos em Jerusalém, que o Senhor Jesus, que já tinha soprado Seu Espírito sobre os Doze (representando a Igreja toda), agora efundiu de modo portentoso, como no Sinai (vento, fogo, tremor de terra), o Espírito Santo, marcando o início da missão da Igreja de anunciar e testemunhar o Ressuscitado até os confins da Terra.

O Espírito é a própria vida que agora preenche e sustenta Jesus Ressuscitado, de modo que receber o Espírito é receber a própria vida de Jesus, Sua energia e potência de ressurreição. Para compreender numa linguagem de hoje: o Espírito é um “vírus”, o “vírus” de Cristo morto e ressuscitado. O que esse “vírus bendito” faz? “Cristifica-nos”, isto é, vai nos impregnando da vida, dos sentimentos e atitudes de Cristo Jesus.

É um processo que chega ao máximo após a morte: esse Espírito virótico nos transfigura totalmente, corpo e alma, segundo o Cristo na Sua morte e ressurreição: a alma logo após a morte; o corpo, no final dos tempos, juntamente com toda a humanidade, toda a criação e toda a história.

Mas como se recebe este Espírito? Como entrar naquela experiência que os apóstolos tiveram quando Jesus soprou sobre eles e lhes deu o Espírito de paz e perdão dos pecados? A resposta é: pelos sacramentos da Igreja. Eles são os gestos de Cristo Ressuscitado, que até a consumação dos séculos agirá na Sua Comunidade e em cada discípulo Seu. Em cada sacramento, invariavelmente, o Pai derrama o Espírito do Filho para transfigurar o cristão em Cristo, de modo que, inserido no Seu Corpo glorioso, isto é, na Igreja, tenha acesso ao Pai.

Vejamos: no Batismo, o Espírito é dado na água, como vida nova em Cristo (“Todo aquele que está em Cristo é uma nova criatura”); na Crisma, é dado no óleo, como força para edificar a Igreja e testemunhar diante do mundo que Jesus é Senhor (“Não recebestes um espírito de temor, mas o Espírito de força…”); na Eucaristia, Ele impregna o pão e o vinho, até transformá-los no Corpo e no Sangue do Senhor, pleno de Espírito de vida eterna (“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna. É o Espírito quem dá vida…”); no Matrimônio, é dado como Espírito de amor que une o Cristo e a Igreja como Esposo e Esposa numa nova e eterna Aliança, fazendo com que marido e mulher vivam o amor como sacramento da aliança esponsal entre Cristo e Sua Igreja católica (“Maridos, amai vossas esposas como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela…”).

Na Ordem, os Bispos, sacerdotes e diáconos recebem o Espírito pela imposição das mãos, para serem presença do Cristo cabeça, mestre e sacerdote do rebanho (“O Espírito do Senhor repousa sobre mim porque o Senhor me ungiu…); na Penitência, o Espírito é dado pela imposição das mãos para o perdão dos pecados (“Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles serão perdoados”); na Unção dos Enfermos, o Espírito é dado como alívio e cura interior, para que o cristão que padece possa unir-se à cruz do Senhor (“Completo na minha carne o que faltou à paixão de Cristo…)”.

Pois bem, durante toda a nossa existência, o Espírito do Senhor vai dando testemunho de Jesus no mais íntimo de nós e nos vai transfigurando no Cristo. Sejamos dóceis à ação d’Ele. Se o Espírito é um “vírus bom”, o pecado é uma vacina ruim, que impede o vírus de agir e o deixa incubado em nós, sem produzir seus frutos… Por isso, São Paulo nos convida a viver não segundo a carne (= pecado), mas segundo o Espírito que habita em nós.

Sejamos gratos ao Senhor que nos cumulou com o Seu Espírito e sejamos dóceis à Sua ação em nós.

Dom Henique Costa
www.domhenrique.com.br

Espírito Santo nos impulsiona a chamar Deus de Pai

Quarta-feira, 23 de maio de 2012 / Nicole Melhado / Da Redação 

Junto aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro, o Papa deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre a oração  

Nesta quarta-feira, 23, o Papa Bento XVI continuou o ciclo de Catequeses sobre a oração. Aos peregrinos e fiéis reunidos na Praça São Pedro, o Santo Padre ressaltou que o Espírito Santo “nos ensina a nos dirigir a Deus como filhos, chamando-O de ‘Abbá, Pai’” com a simplicidade, o respeito, a confiança e o afeto de um filho por seus pais.

“Queridos irmãos e irmãs, o Espírito Santo nos ensina a tratar Deus, na oração, com os termos afetuosos de ‘Abbá, Pai!’, como fez Jesus. São Paulo, tanto na carta aos Gálatas como na carta aos Romanos, afirma que é o Espírito que clama em nós ‘Abbá, Pai!’”, ressaltou o Pontífice.

Bento XVI enfatiza ainda que a Igreja acolheu esta invocação, que é repetida na oração do “Pai-Nosso” e “poder chamar Deus de Pai é um dom inestimável”. Ele não é somente o Criador, explica o Papa, mas é quem conhece cada um pelo nome, Aquele que cuida e ama todos imensamente, como ninguém no mundo é capaz de amar.

“Hoje muitos não se dão conta da grandeza e da consolação profunda contidas na palavra ‘Pai’, dita por nós a Deus na oração. O Espírito Santo ilumina o nosso espírito, unindo-nos à relação filial de Jesus com o Pai. Realmente, sempre que clamamos ‘Abbá, Pai!’, fazemos isso movidos pelo Espírito, com Cristo e em Cristo, e sempre em união com toda a Igreja”, afirma o Papa.

Talvez o homem de hoje, ressaltou o Pontífice, não perceba a beleza, a grandeza e a consolação profunda contida na palavra “pai”, porque a própria figura paterna não seja suficientemente presente e, muitas vezes, suficientemente positiva na vida cotidiana.

“A ausência do Pai, o fato de um pai não ser presente na vida de uma criança é um grande problema do nosso tempo, por isso, torna-se difícil entender na sua profundidade o que quer dizer que Deus é Pai para nós”, salienta.

Na oração, explica ainda Bento XVI, entramos numa relação de intimidade e familiaridade com um Deus pessoal, que quis nos fazer participantes da plenitude da vida, que nunca nos abandona. Na oração, não somente nos dirigimos a Deus, mas entramos numa relação recíproca com Ele. Uma relação em que nunca estamos sós: Cristo nos acompanha pessoalmente, e também a comunidade cristã, com toda a diversidade e a riqueza dos seus carismas, como família dos filhos de Deus.

No final da catequese, o Santo Padre saudou os fiéis e grupos de peregrinos nos vários idiomas, entre eles, os brasileiros.   “Queridos peregrinos de língua portuguesa: sede bem-vindos! Saúdo de modo particular os brasileiros do Rio de Janeiro, do Rio Grande de Sul, bem como as Irmãs Franciscanas de São José. Com a proximidade da solenidade de Pentecostes, procurai, a exemplo de Nossa Senhora, estar abertos à ação do Espírito Santo na vossa oração, de tal modo que o vosso pensar e agir se conformem sempre mais com os do seu Filho Jesus Cristo. De coração vos abençôo a vós e às vossas famílias!”, disse o Papa em português.

 

Catequese Bento XVI – Oração Cartas de Paulo (2)  
Boletim da Santa Sé (Tradução: Mirticeli Medeiros – equipe do CN notícias)

Queridos irmãos e irmãs.

Quarta-feira passada mostrei como São Paulo diz que o Espírito Santo é o grande mestre da oração e nos ensina a nos dirigirmos a Deus com os termos afetuosos de filhos, chamando-o de “Abbá, Pai”. Assim fez Jesus: também no momento mais dramático da sua vida terrena, Ele não perdeu a confiança no Pai e sempre o invocou com a intimidade do Filho Amado. No Getsêmani, quando sente a angústia da morte, a sua oração é: “Abbá! Pai! Tudo é possível a ti: afasta de mim este cálice! Mas, não se faça aquilo que quero, mas aquilo que queres” (Mc 14,36).

Desde os primeiros passos do seu caminho, a Igreja acolheu esta invocação e a fez própria, sobretudo na oração do Pai Nosso, na qual dizemos todos os dias: “Pai, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6, 9-10). Nas cartas de São Paulo a encontramos duas vezes. O apóstolo se dirige aos Gálatas com estas palavras: “E pelo fato de serdes filhos de Deus é a prova que Ele mandou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, o qual grita em nós: “Abbá! Pai!” (Gal 4,6). E no centro desse canto ao Espírito que está no capítulo oitavo da carta aos Romanos, São Paulo afirma: “E vós não recebestes um espírito de escravos para cair no medo, mas recebestes o Espírito que vos torna filhos adotivos, por meio do qual gritamos: “Abbá, Pai!” (Rom 8,15). O cristianismo não é uma religião do medo, mas da confiança e do amor do Pai que nos ama. Essas duas grandes afirmações nos falam do envio e do acolhimento dado ao Espírito Santo, o dom do Ressuscitado, que nos torna filhos em Cristo, o Filho Unigênito, e nos coloca em uma relação filial com Deus, relação de profunda confiança, como aquela das crianças; uma relação filial análoga àquela de Jesus, mesmo essa sendo de origem e teor diferentes: Jesus é o Filho eterno de Deus que se fez carne, por outro lado, nós, nos tornamos filhos nele, no tempo, mediante a fé e os Sacramentos do Batismo e do Crisma; graças a esses dois Sacramentos, mergulhamos no Mistério Pascal de Cristo. O Espírito Santo é o dom precioso e necessário que nos torna filhos de Deus, que realiza aquela adoção filial a qual somos chamados, todos os seres humanos, para que, como retrata a benção divina da Carta aos Efésios, Deus, em Cristo, “nos escolheu antes da criação do mundo para sermos santos e imaculados diante dele na caridade, predestinando-nos a sermos para Ele filhos adotivos mediante Jesus Cristo” (Ef 1,4).

Talvez o homem de hoje não perceba a beleza, a grandeza, e a consolação profunda contidas na palavra “pai” com a qual podemos nos dirigir a Deus na oração, por causa da figura paterna que geralmente não é suficientemente presente, ou suficientemente positiva na vida cotidiana, nos tempos de hoje. A essência do pai, o problema de um pai não presente na vida de uma criança é um grande problema do nosso tempo, por isso, se torna difícil entender na sua profundidade o que significa dizer que Deus é Pai para nós. A partir do próprio Jesus, do seu relacionamento filial com Deus, podemos aprender o que significa exatamente o “pai”, qual é a verdadeira natureza do Pai que está nos céus. Críticos da religião disseram que falar do “Pai”, de Deus, seria uma projeção dos nossos pais ao céu. Mas, é verdade o contrário: no Evangelho, Cristo nos mostra quem é o pai e como é um verdadeiro pai, para que possamos intuir a verdadeira paternidade, aprender também a verdadeira paternidade. Pensemos nas palavras de Jesus no sermão da montanha onde diz: “amais os vossos inimigos e orais por aqueles que vos perseguem, para que sejais filhos do Pai vosso que está nos céus” (Mt 5,44-45). É exatamente no amor de Jesus, o Filho Unigênito – que é ampliado pelo dom de si mesmo na cruz –  que se é revelada a nós a verdadeira natureza do pai: “Ele é Amor, e também nós, na nossa oração de filhos, entramos nesse circuito de amor, amor de Deus que purifica os nosso desejos, as nossas atitudes marcadas pelo fechamento, autossuficiência, do egoísmo típico do homem velho.

Gostaria de concentrar-me sobre a paternidade de Deus, para que possamos fazer com que o nosso coração seja abrasado por esta profunda realidade que Jesus Cristo nos fez conhecer plenamente e para que a nossa oração seja nutrida. Podemos dizer, portanto, que em Deus, o ser Pai tem duas dimensões. Antes de tudo, Deus é nosso Pai, porque é nosso Criador. Cada um de nós, todo homem e toda mulher é um milagre de Deus, é desejado por Ele e é conhecido pessoalmente por Ele. Quando no livro do Gênesis se diz que o ser humano é criado à imagem de Deus (CFR 1,27), se deseja exprimir exatamente esta realidade: Deus é nosso Pai, para Ele não somos anônimos, impessoais, mas temos um nome. E uma palavra nos Salmos, me toca sempre quando a rezo: “As tuas mãos me plasmaram”, diz o salmista (Sal 119,73). Cada um de nós, pode dizer, nesta bela imagem da relação pessoal com Deus: “As tuas mãos me plasmaram. Pensaste em mim, me criaste, me quiseste”. Mas isso ainda não basta. O Espírito de Cristo nos abre a uma segunda dimensão da paternidade de Deus, além da criação, porque Jesus é o Filho em sentido pleno, consubstancial ao Pai, como professamos no Creio. Se tornando um ser humano como nós, com a encarnação, a morte e a ressurreição, Jesus, por sua vez, nos acolhe na sua humanidade e no próprio ser Filho, assim, também nós podemos entrar na sua específica pertença a Deus. Certamente o nosso ser filhos não tem a plenitude do ser Filho de Jesus: nós devemos nos tornar sempre mais, ao longo do caminho de toda a nossa existência cristã, crescendo no seguimento de Cristo, na comunhão com Ele para entrar sempre mais intimamente na relação de amor com Deus Pai, que sustenta nossa vida. E é essa a realidade fundamental que nos vem aberta quando nos abrimos ao Espírito Santo e Ele nos faz dirigir a Deus dizendo-lhe “Abbá”, Pai! Entramos realmente além da criação na adoção com Jesus; estamos realmente unidos em Deus, e filhos em um modo novo, em uma dimensão nova.

Mas gostaria agora de retornar aos dois trechos de São Paulo nos quais estamos considerando a ação do Espírito Santo na nossa oração; também aqui são dois passos que se correspondem, mas contém uma definição diferente. Na carta aos Gálatas, de fato, o apóstolo afirma que o Espírito grita em nós “Abbá!Pai!”; já na carta aos Romanos diz que somos nós a gritar “Abbá!Pai!”. E São Paulo quer nos fazer compreender que a oração cristã não é nunca, não acontece nunca em sentido único de nós a Deus, não é somente um “agir nosso”, mas é expressão de uma relação recíproca na qual Deus age primeiro: é o Espírito Santo que grita em nós, e nós podemos gritar para que o impulso venha do Espírito Santo. Nós não poderíamos rezar se não fosse inscrito na profundidade do nosso ser o desejo de Deus, o ser filhos de Deus. Desde quando passou a existir, o homo sapiens está sempre à procura de Deus, à procura de falar com Deus, porque Deus inscreveu-se nos nossos corações. Portanto, a primeira iniciativa vem de Deus, e com o Batismo, Ele de novo age em nós, o Espírito Santo age em nós; é o primeiro iniciador da oração para que possamos depois realmente falar com Deus e dizer “Abbá” a Deus. Portanto, a sua presença abre a nossa oração e a nossa vida, abre os horizontes da Trindade e da Igreja.

Além disso, compreendemos – este é um segundo ponto – que a oração do Espírito de Cristo em nós e a nossa nele, não é somente um ato individual, mas um ato de toda a Igreja. No rezar se abre o nosso coração, entramos em comunhão não somente com Deus, mas exatamente com todos os filhos de Deus, para que sejamos uma coisa só. Quando nos dirigimos ao Pai na nossa morada interior, no silêncio e no recolhimento, não estamos nunca sozinhos. Quem fala com Deus não está sozinho. Estamos na grande oração da Igreja, somos parte de uma grande sinfonia que  a comunidade cristã, espalhada em todas as partes da terra e em todos os tempos, eleva a Deus; claro, os músicos e os instrumentos são diferentes –  e isso é um elemento de riqueza – , mas a melodia de louvor é única e em harmonia. Todas as vezes, então, que gritamos e dizemos: “Abbá!Pai!” é a Igreja, toda a comunhão dos homens em oração que sustenta a nossa invocação, e a nossa invocação é a invocação da Igreja. Isso também se reflete na riqueza dos carismas, dos ministérios, das tarefas que realizamos na comunidade. São Paulo escreve aos cristãos de Corinto: “Existem diversos carismas, mas somente um é o Espírito; existem diversos ministérios, mas um só é o Senhor; existem diversas atividades, mas um só é o Deus que age em todos nós” (I Cor 12,4-6). A oração guiada pelo Espírito Santo, que nos faz dizer: “Abbá! Pai” com Cristo e em Cristo, nos insere no único grande mosaico da família de Deus no qual cada um tem um lugar importante e um papel importante, em profunda unidade com o todo.

Uma última reflexão: nós aprendemos a gritar “Abbá, Pai” também com Maria, a Mãe do Filho de Deus. O cumprimento da plenitude dos tempos, do qual fala São Paulo na Carta aos Gálatas (cfr 4,4), acontece no momento do sim de Maria, da sua adesão plena à vontade de Deus: “eis, sou a serva do Senhor” (Lc 1,38).

Queridos irmãos e irmãs, aprendemos a provar na nossa oração a beleza de sermos amigos, filhos de Deus, de poder invocá-lo com a confiança de uma criança que se dirige aos pais que a amam. Abramos a nossa oração à ação do Espírito Santo para que nós gritemos a Deus “Abbá! Pai” e para que a nossa oração transforme, converta constantemente o nosso pensar, o nosso agir para torná-lo sempre mais conforme àquele do Filho Unigênito, Jesus Cristo. Obrigado.

Entenda as celebrações do Tríduo Pascal

Sexta-feira, 18 de abril de 2014, Padre Roger Araújo / Da redação

As celebrações do Tríduo Pascal contem o núcleo fundamental da fé cristã

O Canção Nova em Foco especial de Sexta-Feira Santa conversou com o padre Tarcísio Speanner, do Mosteiro Belém, da ordem de Santa Cruz em Guaratinguetá, interior de São Paulo. Experiente em praticas de retiros e formação espiritual, ele nos apresentou na entrevista  os pontos principais da vivência do Tríduo Pascal, iniciado na noite da Quinta- Feira Santa com a celebração da Missa da Instituição da Eucaristia.

Padre Tarcisio enfatizou que o Tríduo Pascal contém o núcleo fundamental da fé cristã e a atualização da Páscoa de Cristo no meio de nós. Os fiéis são convidados a renovarem o seu amor para com Deus, porque celebramos a grande demonstração do amor de Deus para conosco. É a grande hora de Jesus, em que Ele reabre para nós o caminho do Céu.

Na Quinta-Feira Santa com a Missa em memória da Última Ceia, recordamos aquilo que o povo judeu fazia, celebrando sua páscoa imolando o cordeiro pascal. Os cristãos, tem agora em Jesus a Páscoa definitiva, em que Ele não imola mais animais, mas Ele mesmo se imola para nos salvar dos nossos pecados. Neste dia se recordam os grandes presentes que Jesus  nos concede com a Missa do Lava-pés, em que Ele institui o mandamento do amor sem medida. A instituição da Eucaristia, em que Ele mesmo se torna o nosso alimento e a instituição do Sacerdócio, os continuadores da missão de Jesus em nosso meio.

Na Sexta-Feira, somos convidados a viver um grande silêncio, para contemplarmos a morte de Jesus. Um dia de luto, de vivencia da paixão de Cristo. Um tempo propício para fazermos memória de tudo aquilo que aconteceu com Nosso Senhor, em seus últimos passos de sua vida terrestre. Não é um dia triste, mas um dia de meditação e oração.

O jejum e a abstinência nos ajudam a vivenciarmos a intensidade de significados que este dia nos convida a viver. Na celebração da paixão de Cristo, vamos adorar a cruz redentora de Jesus. Nós contemplamos Jesus crucificado, vencendo o pecado e a morte que derrotaram Adão e Eva no Paraíso.

No Sábado Santo se celebra a Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias, nos ensina Santo Agostinho. É muito importante se celebrar a Ressurreição do Senhor em clima de espera, de expectativa. Os elementos da celebração desta noite são repletos de significados. A celebração da luz nos introduz na luz nova do Ressuscitado que ilumina a nossa vida e de toda humanidade. A celebração da palavra com pelo menos nove leituras traz para nós uma síntese da nossa história de Salvação iniciando com a criação do mundo, até a nova criação realizada na Ressurreição de Jesus. A celebração do Batismo nesta noite, nos faz renascer para uma vida nova em Jesus e por fim na Eucaristia estamos unidos a Cristo Vivo e Ressuscitado no meio de nós.

Padre Tarcisio nos recorda que o Domingo da Páscoa é o grande dia da nossa vida. É o dia de celebrarmos a vida nova que Cristo resgatou para vivermos a intensidade do mistério pascal em nossa vida.

Semana Santa: entenda as tradições que antecedem a Páscoa

Terça-feira, 03 de abril de 2012 / Jéssica Marçal Da Redação

‘As pessoas se identificam com o Cristo morto na Cruz, se identificam também por causa dos seus sofrimentos, das suas dores’, diz padre Hernaldo

Com a celebração do Domingo de Ramos no último domingo, 1º, os católicos iniciaram a Semana Santa, que todos os anos mobiliza milhares de fiéis para reviver os últimos passos de Jesus Cristo. Diversas tradições são realizadas ao longo de toda a semana em preparação ao acontecimento mais importante para esses religiosos: a Páscoa do Senhor.

De acordo com o assessor da Pastoral Litúrgica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Hernaldo Pinto Farias, o povo tem uma religiosidade muito marcada e, nesses dias da Semana Santa, são muitas as pessoas que procuram a Igreja.

“As pessoas se identificam com o Cristo morto na Cruz, com o Cristo sofredor, das lágrimas, com o Cristo que acolhe as mulheres que choram, que se identificam também por causa dos seus sofrimentos, das suas dores”, explicou.

O padre destacou que essa identificação é importante porque leva a uma vivência da fé, a uma intimidade com o Cristo que, na Sua Cruz, acolhe os sofrimentos de todos os povos.

O sacerdote, porém, ressaltou a constante necessidade de formação para vivenciar bem estes dias, embora a Igreja já invista nesse processo formativo. “Quanto mais somos formados, sobretudo no campo litúrgico, melhor vivemos nossa fé. Nosso crescimento não é apenas de estatura, de idade, mas crescemos também no campo da fé”, enfatizou.

Tradições populares

Nem todas as celebrações da Semana Santa são universais. Procissão do Encontro, na Quarta-feira Santa, Procissão do Fogaréu, conhecida também como Noite da Prisão, Procissão do Enterro ou do Senhor Morto e Malhação do Judas no Sábado de Aleluia são algumas ações que não são realizadas em todas as paróquias.

A explicação, segundo padre Hernaldo, é que estas não são celebrações prescritas pela Igreja para a Semana Santa, mas fazem parte do universo da religiosidade popular e acabam sendo mais intensas em alguns lugares e em outros não.

Essas tradições podem ser vistas como práticas da piedade popular, o que a Igreja não condena. De acordo com padre Hernaldo, a piedade popular tem o seu valor na experiência de fé do povo; são práticas que ajudam o povo a se colocar nessa intimidade com o Senhor.  “É uma forma de eles manifestarem sua fé, à sua maneira, sim, mas o que temos que fazer que a Igreja sempre solicitou é que essas práticas não sejam fins em si mesmas, ou seja, que elas conduzam à verdadeira liturgia”, ressaltou padre Hernaldo.

Significado das tradições da Semana Santa

– Missa de Ramos: abre a Semana Santa. Na procissão, o louvor do povo com os ramos é o reconhecimento messiânico da pessoa de Jesus

– Missa dos Santos Óleos: acontece na manhã da Quinta-feira Santa. O óleo de oliva misturado com perfume (bálsamo) é consagrado pelo Bispo para ser usado nas celebrações do Batismo, Crisma, Unção dos Enfermos e Ordenação.

– Missa de Lava pés: acontece na Quinta-feira Santa à noite. O gesto de Cristo em lavar os pés dos apóstolos deve despertar a humildade, mansidão e respeito com os outros. Neste dia, faz-se memória à Última Ceia, quando Jesus instituiu a Eucaristia. Ainda na quinta-feira, o altar é despido para tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus.

– Tríduo Pascal: começa na Quinta-feira Santa. São três dias santos em que a Igreja faz memória da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

– Jejum e abstinência de carne vermelha: realizados na Sexta-feira Santa, constituem uma forma de participar do sofrimento de Jesus. É um dia alitúrgico na Igreja, com a celebração da adoração da Cruz. Impera o silêncio e clima de oração, fazendo memória à paixão e morte do Senhor.

– Vigília Pascal: é realizada no Sábado de Aleluia, em que se vai anunciar a ressurreição de Cristo; sua vitória sobre a morte.

Santo Evangelho (João 2,13-25)

3º Domingo da Quaresma – Domingo 04/03/2018 

Primeira Leitura (Êx 20,1-3.7-8.12-17)
Leitura do Livro do Êxodo:

Naqueles dias, 1Deus pronunciou todas estas palavras: 2“Eu sou o Senhor teu Deus que te tirou do Egito, da casa da escravidão. 3Não terás outros deuses além de mim. 7Não pronunciarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não deixará sem castigo quem pronunciar seu nome em vão. 8Lembra-te de santificar o dia de sábado. 12Honra teu pai e tua mãe, para que vivas longos anos na terra que o Senhor teu Deus te dará. 13Não matarás. 14Não cometerás adultério. 15Não furtarás. 16Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo. 17Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença”.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Responsório (Sl 18)

— Senhor, tens palavras de vida eterna.
— Senhor, tens palavras de vida eterna.

— A lei do Senhor Deus é perfeita,/ conforto para a alma!/ O testemunho do Senhor é fiel,/ sabedoria dos humildes.

— Os preceitos do Senhor são precisos,/ alegria ao coração./ O mandamento do Senhor é brilhante,/ para os olhos é uma luz.

— É puro o temor do Senhor,/ imutável para sempre./ Os julgamentos do Senhor são corretos/ e justos igualmente.

— Mais desejáveis do que o ouro são eles,/ do que o ouro refinado./ Suas palavras são mais doces que o mel,/ que o mel que sai dos favos.

 

Segunda Leitura (1Cor 1,22-25)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos: 22Os judeus pedem sinais milagrosos, os gregos procuram sabedoria; 23nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos. 24Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, esse Cristo é poder de Deus e sabedoria de Deus. 25Pois o que é dito insensatez de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é dito fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Anúncio do Evangelho (Jo 2,13-25)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

13Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. 14No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. 15Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. 16E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” 17Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”. 18Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?” 19Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei”. 20Os judeus disseram: “Quarenta e seus anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?” 21Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. 22Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele. 23Jesus estava em Jerusalém durante a festa da Páscoa. Vendo os sinais que realizava, muitos creram no seu nome. 24Mas Jesus não lhes dava crédito, pois ele conhecia a todos; 25e não precisava do testemunho de ninguém acerca do ser humano, porque ele conhecia o homem por dentro.

– Palavra da Salvação.
– Glória a vós, Senhor.

 

A IGREJA CATÓLICA CELEBRA E VENERA HOJE
São Casimiro – Modelo para a juventude

São Casimiro, soube renunciar aos prazeres e bens dessa vida tendo sempre em vista a eternidade

Mesmo sendo patrono da juventude da Lituânia, o santo de hoje é modelo para todas as idades. Seu nome significa ‘comandar’. De fato, com a graça de Deus e muito esforço, foi comandando ao longo de sua vida, todo o pensar, todo falar, todo o querer para Deus.

Filho do rei da Polônia e de família católica, Casemiro nasceu no ano de 1454. Com a ajuda da oração, da penitência, da direção espiritual e até do Papa do seu tempo, ele pôde discernir que seu chamado não era suceder ao seu pai. Renunciou ao trono, mas não deixou de ser solidário à realidade paterna, às necessidades do reino, sendo braço direito no governo de seu pai.

Teve toda uma vida de ascese e sacrifício, sendo modelo para a juventude.

Faleceu com apenas 26 anos.

São Casimiro, rogai por nós!

O pensamento sobre o Reino dos Céus

Por Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho

À reflexão de seus seguidores Jesus propôs um dos temas mais difíceis sobre qual seja o Reino dos céus. Pedagogo Divino, Cristo expôs inúmeras parábolas para falar sobre os mistérios deste Reino (cf. Mt 13, 1-52). Não é, realmente, fácil reportar às verdades invisíveis. O grande perigo é projetar falsas idéias no Reino, que já é agora uma realidade, mas que ainda está para se consumar para cada um. Há sempre toda uma carga de nosso imaginário consciente ou inconsciente. Cumpre evitar pintar o Reino a vir com as cores de um paraíso à moda das grandes mitologias pagãs, com suas descrições encantadoras, mas irreais.
Para deixar claro em que consiste o Reino, o Mestre Divino recorreu às parábolas, ou seja, a narrações alegóricas nas quais o conjunto de elementos evoca, por comparação, outras realidades de ordem superior.
É impossível fechar numa descrição unívoca o que é o Reino dos céus. Ele escapa a toda determinação precisa. Ele, porém, está intimamente ligado à Pessoa mesma que o anuncia: Jesus de Nazaré. É tesouro oculto, pérola rara, comparação que mostra sua preciosidade. Quem o valoriza deixa qualquer outro bem para ter a posse dele.
Neste Reino, representado por uma rede, entram bons e maus, mas um dia se dará a separação definitiva no fim dos tempos, quando os infiéis receberão justo castigo. Para isso cumpre fugir da utopia política e não se deixar levar pelo fervor dos falsos profetas e seus arroubos messiânicos. Promessas dos que fabricam usinas de ilusão. É preciso ficar atento às mensagens da mídia que não passam de sistema de ideias dogmaticamente organizado como um instrumento de enganação política.
Somente Jesus tem promessas de vida eterna no Reino dos céus. O céu e a terra passarão, mas felizes os que compreendem a salvação que Deus oferece em seu Filho Jesus Cristo. Entretanto, como o Reino dos céus é algo a ser conquistado, apenas os que cooperarem para o progresso e o desenvolvimento da cidade terrena, competentes nas tarefas específicas confiadas a cada um é que poderão, um dia, possuir em plenitude este Reino lá na eternidade.
Trata-se do cumprimento do dever em casa, no trabalho, no apostolado. É preciso, de fato, ir além da estrutura social para sempre contemplar as pessoas que vivem os acontecimentos históricos como co-herdeiros do céu.
O pensamento do Reino dos céus não pode ser alienante, mas deve levar a ações concretas a bem do próximo. Mostra que as instituições e a sociedade no seu conjunto devem estar a serviço, sobretudo, dos marginalizados, dos mais pobres e deserdados da fortuna. Ao falar do Reino dos céus, Jesus nos convida precisamente a modificar nossa maneira e nossos critérios humanos.
É participando da história do mundo visível que cada um trabalha para que ninguém perca o rumo do Paraíso. São os mesmos atos, as mesmas decisões, os mesmos engajamentos que tomam sentido e valor numa e noutra realidade. Corre-se, de fato, o risco de se ater a valores diferentes segundo os critérios do mundo e os do Reino.
Tão somente alguém entrará no Reino se puder dizer ao deixar esta terra: “O mundo ficou melhor porque eu por ele passei”. É, portanto, participando de acordo com a vocação específica de cada um e sua responsabilidade social que se entrará na posse definitiva do Reino oferecido por Cristo. Trata-se de cultivar os talentos que o Ser Supremo conferiu a cada ser pensante, velando pelos irmãos no meio dos quais Deus nos chama a servi-Lo. Deste modo se aguarda o retorno de Jesus na hora da morte e no fim dos tempos.
Esta expectativa é que permite a cada um se situar de maneira justa nos engajamentos concretos que é preciso assumir na sociedade em que vive. É esta abertura contínua para o outro que nos guarda de toda idolatria funesta e de todo descorajamento. Estas foram as primeiras palavras de São João Paulo II ao assumir a Cátedra de Pedro: “Não tenhais medo. Abri todas as portas da sociedade a Cristo”. Essa é a tarefa sublime do cristão que deve trabalhar no desenvolvimento integral das pessoas, levando a mensagem do Reino dos céus. É pedir então a Jesus que dê a cada um de Seus seguidores olhos para ver as necessidades do próximo e ouvidos para entender os apelos do Espírito Santo. Então, sim, o seguidor do Mestre Divino será semelhante a um proprietário que tira de seu tesouro coisas novas e velhas. Para isso é necessário pedir sempre ao Senhor: “Venha a nós o vosso Reino” e trabalhar corajosamente para que todos deles participem para glória de Deus e bem das almas.

 

PLACA DE IGREJA NÃO SALVA NINGUÉM, QUEM SALVA É JESUS E / OU « IGREJA NÃO SALVA NINGUÉM, QUEM SALVA É JESUS »
Por Pe. Inácio José Schuster

Hoje em dia muitos utilizam essa falsa expressão, difundida principalmente no meio protestante, para dizer que rótulo de Igreja não salva ninguém, ou ainda, que não precisamos de Igreja para ser salvo, basta crer em Jesus.
Esta frase repetida aos quatro ventos pelos “filhos de Lutero” pode levar o leitor desatento a pensar que seja uma verdade.
Ledo engano! Não passa de falácia ou sofisma (= mentira com aparência de verdade).
– Essa expressão equivale a dizer: «Bisturi não opera ninguém, quem opera é o médico».
– Ora… assim como o médico opera através do bisturi, também Jesus salva através da Igreja.
– Ou será que Jesus iria fundar uma Igreja que não vale nada?
– Se Jesus fundou UMA IGREJA e prometeu estar nela até o fim do mundo (Mt 28, 20), é evidente que ela é NECESSÁRIA para a salvação. Por isso os Padres da Igreja nunca tiveram dúvidas: FORA DA IGREJA, NINGUÉM SE SALVA!
“Cristo é a Cabeça do corpo da Igreja” (Cl 1, 18). Portanto Ele salva com a Igreja. Ele age através dela, para efetivar a sua obra salvífica.
Na Parábola do Bom Samaritano (que é o próprio Jesus), Ele salva o homem caído (todos nós), e o leva à Hospedaria (Igreja). Entrega ao hospedeiro (Pedro = o Papa) duas moedas (Antiga e a Nova Aliança). E vai embora (volta ao Céu). Mas voltará no fim dos tempos.
Feridos como ficamos, fora da Hospedaria (Igreja) não sobreviveremos até sua volta! Portanto, fora da hospedaria você morre. – SÓ NA IGREJA TEMOS A CURA (Confissão) e o ALIMENTO (Eucaristia).
Quanto às milhares de seitas protestantes (que eles chamam de “igrejas”), elas nada têm a ver com Jesus. São frutos de mentes INCHADAS DE SOBERBA, que provocaram divisão e confusão no povo de Deus… e, portanto, SÃO OBRAS DO DIVISOR (diabo = o que divide).
A Igreja não salva se o que salva na Igreja for algo que não seja a fonte de salvação. Ou seja, a Igreja nunca salvará ninguém se a fonte de salvação que ela propõe for ela por ela mesma.
Entretanto a Igreja pode sim salvar, se nela estiver contida a fonte da salvação, a mensagem de Cristo para todos os povos, para a justificação e salvação dos povos, que guarda a riqueza do “depósito da fé” e que oferta o Corpo e o Sangue do Cordeiro para que todos tenham a vida eterna.
A Igreja que possui isto, salva.
Ela salva não por ela, pela sua física, mas pela graça que ela traz em seu tesouro, assim como somos salvos não pelos nossos méritos, mas pela graça de Deus agindo em nós.
Mas é interessante esta afirmação nascida das igrejas protestantes. A Eclesiologia protestante, afastando-se progressivamente da mensagem do Evangelho e se aproximando cada vez mais da mensagem dos seus fundadores, desloca o papel da igreja para segundo, terceiro, quarto ou até plano nenhum. Não precisa ir em igreja para ser salvo, basta ler a bíblia – sozinho – em casa que está tudo bem.
Jesus veio, edificou uma Igreja, mas ninguém precisa estar nela.
A Igreja é o Corpo de Cristo, mas ninguém precisa dela, não salva ninguém, ou seja, o Corpo de Cristo não salva ninguém. O protestante pode ser sua própria “igreja”, afinal, ele tem a bíblia, e somente a bíblia e toda ela – Sola Scriptura / Tota Scriptura – é necessária à salvação. Ai! de quem não souber ler.
E o que mais é hilário, sem querer ser mórbido com isso, é que as igrejas protestantes se vêm vazias. Não foram poucas as vezes em que eu já escutei um protestante dizer: “Eu creio em Deus, já é o bastante”…
Os protestantes costumam dizer que “placa de igreja não salva ninguém”… Placa de Igreja não salva, mas pertencer à verdadeira Igreja salva, pois quem estava fora da arca de Noé foi envolvido pela água do dilúvio, e assim na barca de Pedro, a Igreja, quem não estiver nela pode encontrar o mesmo fim, só que de forma menos molhada.

Santo Evangelho (Mc 1, 14-20)

3º Domingo do Tempo Comum – Domingo 21/01/2018 

Primeira Leitura (Jn 3,1-5.10)
Leitura da Profecia de Jonas:

1A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, pela segunda vez: 2“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. 3Jonas pôs-se a caminho de Nínive, conforme a ordem do Senhor. Ora, Nínive era uma cidade muito grande; eram necessários três dias para ser atravessada. 4Jonas entrou na cidade, percorrendo o caminho de um dia; pregava ao povo dizendo: “Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída”. 5Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. 10Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Salmo Responsorial (Sl 24)

— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,/ vossa verdade me oriente e me conduza!
— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,/ vossa verdade me oriente e me conduza!

— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,/ e fazei-me conhecer a vossa estrada!/ Vossa verdade me oriente e me conduza,/ porque sois o Deus da minha salvação.

— Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura/ e a vossa compaixão que são eternas!/ De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia/ e sois bondade sem limites, ó Senhor!

— O Senhor é piedade e retidão,/ e reconduz ao bom caminho os pecadores./ Ele dirige os humildes na justiça,/ e aos pobres ele ensina o seu caminho.

 

Segunda Leitura (1Cor 7,29-31)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

29Eu digo, irmãos: o tempo está abreviado. Então que, doravante, os que têm mulher vivam como se não tivessem mulher; 30e os que choram, como se não chorassem, e os que estão alegres, como se não estivessem alegres; e os que fazem compras, como se não possuíssem coisa alguma; 31e os que usam do mundo, como se dele não estivessem gozando. Pois a figura deste mundo passa.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Anúncio do Evangelho (Mc 1,14-20)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” 16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

 

A IGREJA CATÓLICA CELEBRA E VENERA HOJE
Santa Inês, modelo de pureza

Virgem e mártir, Santa Inês se deixou transformar pelo amor de Deus que é santo

Seu nome vem do grego, que significa pura. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá) que só a deixaria após o casamento.

Santa Inês tinha cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela; segundo a tradição, era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus. De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor; e fez este compromisso. O jovem não sabia e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia ‘não’. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque sob o império de Diocleciano, era correr risco de vida. Quem renunciasse Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, se tornava um mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos.

Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois diante das autoridades e do imperador, ela se disse cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que pegaram-na e a levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado.

Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram, então, degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo.

Santa Inês tem uma basílica que foi consagrada a ela no lugar onde foi enterrada.

Santa Inês, rogai por nós!

“Procurar, encontrar e seguir Jesus, este é o caminho”, afirma Papa

Domingo, 14 de janeiro de 2018, Da redação, com Boletim da Santa Sé

Felicidade, amor, uma vida boa e plena são buscas do ser humano que podem ser encontradas, de acordo com Francisco, em Jesus

Às vésperas de sua viagem apostólica ao Chile e Peru, Papa Francisco retomou o Evangelho (Jo 1, 35-42) no Ângelus deste domingo, 14, e reforçou o convite feito por João Batista aos seus discípulos, o de seguir Jesus. “Após o contemplarmos no mistério do Natal, somos chamados para segui-lo na vida cotidiana (…). Procurar, encontrar e seguir Jesus, este é o caminho”, afirmou.

Segundo Francisco este domingo de introdução ao tempo litúrgico comum serve para animar a fé dos cristãos na vida cotidiana, e indica características essenciais do itinerário da fé, como questionar-se: O que procuro? Pergunta feita por Jesus aos discípulos de João Batista e a Maria Madalena na manhã de Páscoa. Felicidade, amor, uma vida boa e plena são buscas do ser humano que podem ser encontradas, de acordo com Francisco, em Jesus.

João Batista é testemunha de pessoa que fez a jornada e conheceu o Senhor, ação que fez, segundo o Papa, com que Batista dirigisse seus discípulos ao encontro de Jesus, a uma nova experiência. “Esses dois não poderão mais esquecer a beleza desse encontro (…). Apenas um encontro pessoal com Jesus gera uma jornada de fé e discipulado”, lembrou o Papa. “Poderíamos ter muitas experiências, realizar muitas coisas, estabelecer relacionamentos com muitas pessoas, mas apenas Jesus (…) pode dar pleno significado às nossas vidas e tornar nossos projetos e iniciativas frutíferas”.

O Santo Padre prosseguiu afirmando que não basta construir uma imagem de Deus com base em rumores, deve-se buscar Deus e ir aonde ele habita. “O pedido dos dois discípulos a Jesus: ‘Onde você mora?’ (Versículo 38), tem um forte sentido espiritual: expressa o desejo de saber onde o Mestre vive, estar com Ele. A vida de fé consiste no desejo de ser com o Senhor e, portanto, buscar o lugar onde ele mora. Isso significa que somos chamados a superar uma religiosidade habitual e óbvia, revivendo o encontro com Jesus na oração, na meditação sobre a Palavra de Deus e no atendimento aos sacramentos, para estar com ele e dar frutos graças a Ele, à Sua ajuda, a Sua graça” suscitou.

“Que a Virgem Maria nos apoie a este respeito para seguir Jesus, ir e ficar onde ele mora, ouvir sua Palavra de vida, aderir a ele que tira o pecado do mundo, para encontrar esperança e impulso espiritual nele”, pediu o Papa ao encerrar o Ângelus deste domingo, 14.

Após o Angelus

Ao concluir a oração Mariana do Ângelus, Francisco lembrou aos fiéis que neste domingo, 14, é comemorado o Dia Mundial dos Migrantes e Refugiados e comentou sobre a celebração que presidiu nesta manhã, que contou com a participação de um bom grupo de migrantes e refugiados residentes na diocese de Roma.

“Na minha mensagem para este dia, eu enfatizei que a migração hoje é um sinal dos tempos. Todo estranho que bate à nossa porta é uma oportunidade de conhecer Jesus Cristo, que se identifica com o estrangeiro que foi aceito ou rejeitado em todas as épocas. (…) Gostaria de reafirmar que a nossa resposta comum poderia ser articulada em torno de quatro verbos baseados nos princípios da doutrina da Igreja: acolhimento, proteção, promoção e integração”, suscitou o Santo Padre.

Viagem Apostólica e saudação

O Papa pediu orações aos fiéis concentrados na Praça São Pedro por sua jornada apostólica ao Chile e Peru que começará nesta segunda-feira, 15. O pontífice aproveitou a oportunidade para saudar todos os peregrinos e também à comunidade latino-americana de Santa Lúcia em Roma, que celebra 25 anos de fundação.

Para encontrar Jesus é preciso pôr-se a caminho, afirma Papa

Epifania do Senhor

Sábado, 6 de janeiro de 2018, Da redação

Em celebração, Francisco apontou que para encontrar Jesus, como os magos, é preciso olhar para o alto, caminhar e oferecer presentes gratuitos

Papa Francisco celebrou neste sábado, 6, na Basílica São Pedro, no Vaticano, a solenidade da Epifania do Senhor. A celebração eucarística, que comemora a manifestação de Jesus Cristo como o Messias, indica segundo o Santo Padre três pontos do percurso realizado pelos três reis magos como o caminho que leva o ser humano a um encontro com o Senhor. “Eles veem a estrela, põe-se a caminho e oferecem presentes”, apontou.

Segundo Francisco ver a estrela é o ponto de partida para um encontro sincero com Jesus, ato por vezes sublinhado pelo pontífice como distante do ser humano quando este se contenta a apenas olhar para a terra. “Basta a saúde, algum dinheiro e um pouco de divertimento. Me pergunto, nós ainda sabemos levantar os nossos olhos para o céu? Sabemos sonhar e nos alegrar por Deus, sabemos esperar a sua novidade? Ou nos deixamos levar pela vida, como um ramo seco pelo vento?”, indagou.

Para viver de verdade, de acordo com o Papa, é preciso intuir como os magos: ter uma meta alta e manter alto o olhar. A estrela de Jesus não é deslumbrante, não brilha mais do que as outras, afirmou Francisco, mas é mansa, guia pela mão, acompanha, não promete recompensas materiais, mas garante a paz e dá, como para os magos, uma imensa alegria, porém, também pede para caminhar. “Caminhar, é a segunda ação dos magos e é essencial para encontrar Jesus”, indicou o Santo Padre.

“A sua estrela [de Jesus] solicita a decisão de se pôr a caminho. A fadiga diária da caminhada pede à pessoa, para se libertar de pesos inúteis e situações embaraçantes que estorvam, e a aceitar os imprevistos que não aparecem assinalados no mapa da vida tranquila. Jesus se deixa encontrar por quem o busca, mas para buscá-lo é preciso mover-se, sair, não ficar a espera, mas arriscar, não ficar parados, avançar. Jesus é exigente a quem o busca, propõe deixar as poltronas das comodidades mundanas (…). Seguir Jesus não é um educado protocolo a respeitar, mas um êxodo a viver”, afirmou o Papa.

Para encontrar Jesus é preciso perder o medo, ressaltou Francisco, que indica que ao arriscar-se para encontrar um menino — Jesus —, o ser humano descobre ternura e amor, para enfim descobrir a si mesmo. Mas alertou que independente do chamado, a escolha é individual, difícil e pode ser a tentação de quem se considera crente há muito tempo e olha para a fé como algo já conhecido, e não se compromete pessoalmente com o Senhor.

“Viemos adorá-lo”, frase dos magos apontado por Francisco como primeira ação de gratuidade daqueles que conhecem e se encontram de fato com Jesus. “Ofereceram as suas preciosidades: ouro, incenso e mirra. O evangelho se cumpre quando o caminho da vida chega a doação, dar gratuitamente, por amor ao Senhor, sem esperar nada em troca. Isto é sinal certo de ter encontrado Jesus, que diz: ‘Recebestes de graça, daí de graça’. Praticar o bem sem cálculos, (…) mesmo se não faz ganhar nada, mesmo se não nos apetece, isto é o que Deus deseja”, indicou.

Segundo o pontífice o cristão que encontra o Senhor oferece algo pelos mais pequeninos, os que não tem com o quê retribuir, os necessitados, os famintos, os presos, os pobres. “Oferecer um presente agradável a Jesus é cuidar de um doente, dedicar tempo a uma pessoa difícil, ajudar alguém que não nos inspira, oferecer o perdão a quem nos ofendeu, são presentes gratuitos, não podem faltar na vida cristã, caso contrário, como nos recorda Jesus, amando apenas aqueles que nos amam, fazemos como os pagãos” alertou o Papa, que convidou os fiéis a procurarem neste tempo festivo um presente gratuito, sem retribuição, para ser ofertado a Deus.

“Queridos irmãos e irmãs façamos como os magos: olhar para o alto, caminhar e oferecer presentes gratuitos” concluiu Francisco, que pediu: “Senhor fazei me redescobrir a alegria de dar”.

Não são os magos que nos salvam…

… nem os tarôs ou nós mesmos, somente Jesus salva
05/04/2013   

Cidade do Vaticano  – Somente no nome de Jesus há salvação: foi o que disse o Papa na manhã desta sexta-feira na breve homilia da missa presidida na capelinha da Casa Santa Marta, no Vaticano. Participaram da celebração alguns sediários pontifícios e um grupo de funcionários da Farmácia vaticana.

Comentando as leituras desta Sexta-feira da Oitava de Páscoa, o Santo Padre recordou com São Pedro que somente no nome de Jesus somos salvos: “Em nenhum outro há salvação”.

Pedro, que havia renegado Jesus, agora com coragem, na prisão, dá o seu testemunho diante dos chefes judeus, explicando que é graças à invocação do nome de Jesus que um paralítico é curado. É “aquele nome que nos salva”. Pedro não pronuncia aquele nome sozinho, mas “repleto do Espírito Santo”.

De fato – explicou Francisco –, “nós não podemos confessar Jesus, não podemos falar sobre Jesus, não podemos dizer algo sobre Jesus sem o Espírito Santo. É o Espírito que nos impele a confessar Jesus ou a falar sobre Jesus ou a ter confiança em Jesus. Jesus que está no nosso caminho da vida, sempre”.

Francisco contou um fato: “na Cúria de Buenos Aires trabalha um homem humilde, trabalha há 30 anos; pai de oito filhos. Antes de sair, antes de fazer as coisas, sempre diz: ‘Jesus!’ E eu, uma vez, perguntei-lhe: ‘Por que você sempre diz ‘Jesus’?’ Quando eu digo ‘Jesus’ – disse-me este homem humilde – me sinto forte, sinto poder trabalhar, e sei que Ele está a meu lado, que Ele me protege'”.

“Este homem – observou – não estudou Teologia, tem somente a graça do Batismo e a força do Espírito. E esse testemunho – afirmou o Papa Francisco – me fez um grande bem”: porque nos recorda que “neste mundo que nos oferece tantos salvadores” somente o nome de Jesus salva.

Para resolver seus problemas, muitos recorrem aos magos ou aos tarôs – ressaltou. Mas somente Jesus salva “e devemos dar testemunho disso! Ele é o único”.

Por fim, fez um convite a ter Maria como companheira: “Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus”, como fez em Caná quando disse: “Fazei aquilo que Ele vos disser!” Assim, confiemo-nos ao nome de Jesus, invoquemos o nome de Jesus, deixando que o Espírito Santo nos impulsione “a fazer esta oração confiante no nome de Jesus – concluiu Francisco – … nos fará bem!”.

Fonte: Rádio Vaticano  

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