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Santo Evangelho (Mt 17, 22-27)

Santa Clara – Segunda-feira 11/08/2014 

Primeira Leitura (Ez 1,2-5.24-28c)
Leitura da Profecia de Eze­quiel.

2No dia cinco do mês – esse era o quinto ano do exílio do rei Joaquim –, 3a palavra do Senhor foi dirigida a Ezequiel, filho do sacerdote Buzi, na terra dos caldeus, junto ao rio Cobar. Foi ali que a mão do Senhor esteve sobre ele. 4Eu vi que um vento impetuoso vinha do norte, uma grande nuvem envolta em claridade e relâmpagos; no meio brilhava algo como se fosse ouro incandescente. 5No centro aparecia a figura de quatro seres vivos. Este era o seu aspecto: cada um tinha a figura de homem. 24E eu ouvi o rumor de suas asas: Era como um estrondo de muitas águas, como a voz do Poderoso. Quando se moviam, o seu ruído era como o barulho de um acampamento; quando paravam, eles deixavam pender as asas. 25O ruído vinha de cima do fir­ma­mento, que estava sobre suas cabeças. 26Acima do fir­mamento que estava sobre as cabeças, havia algo parecido com safira, uma espécie de trono, e sobre essa espécie de trono, bem no alto, uma figura com aparência humana. 27E eu vi como que um brilho de ouro incandescente, envolvendo essa figura como se fosse fogo, acima daquilo que parecia ser a cintura; abaixo daquilo que parecia ser a cintura vi algo como fogo e, em sua volta, um círculo luminoso. 28cEsse círculo luminoso tinha o mesmo aspecto do arco-íris, que se forma nas nuvens em dia de chuva. Tal era a aparência visível da glória do Senhor. Ao vê-la, caí com o rosto no chão.

– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.

 

Responsório(Sl 148)

— Da vossa glória estão cheios o céu e a terra.
— Da vossa glória estão cheios o céu e a terra.

— Louvai o Senhor Deus nos altos céus, louvai-o no excelso firmamento! Louvai-o, anjos seus, todos louvai-o, louvai-o, legiões celestiais!

— Reis da terra, povos todos, bendizei-o, e vós, príncipes e todos os juízes; e vós, jovens, e vós, moças e rapazes, anciãos e criancinhas, bendizei-o!

— Louvem o nome do Senhor, louvem-no todos, porque somente o seu nome é excelso! A majestade e esplendor de sua glória ultrapassam em grandeza o céu e a terra.

— Ele exaltou seu povo eleito em poderio, ele é o motivo de louvor para os seus santos. É um hino para os filhos de Israel, este povo que ele ama e lhe pertence.

 

Evangelho (Mt 17,22-27)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 22quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. 23Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará”. E os discípulos ficaram muito tristes. 24Quando chegaram a Ca­far­naum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: “O vosso mestre não paga o imposto do Templo?” 25Pedro respondeu; “Sim, pa­ga”. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: “Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?” 26Pedro respondeu: “Dos estranhos!” Então Jesus disse: “Logo os filhos são livres. 27Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que pescares. Ali encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

 

A IGREJA CATÓLICA CELEBRA E VENERA HOJE
Santa Clara, Patrona da Televisão 

“Clara de nome, mais clara de vida e claríssima de virtudes!” Neste dia, celebramos a memória da jovem inteligente e bela que se tornou a ‘dama pobre’.

Santa Clara nasceu em Assis (Itália), no ano de 1193, e o interessante é que seu nome vem de uma inspiração dada a sua fervorosa mãe, a qual [inspiração] lhe revelou que a filha haveria de iluminar o mundo com sua santidade.

Pertencente a uma nobre família, destacou-se desde cedo pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis apaixonou-se por esse estilo de vida.

Em 1212, quando tinha apenas dezoito anos, a jovem abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isso foi ao encontro de Francisco de Assis na Porciúncula e teve seus lindos cabelos cortados como sinal de entrega total ao Cristo pobre, casto e obediente. Ao se dirigir para a igreja de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana (Clarissas), da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina.

Nada podendo contra sua fé na Eucaristia, pôde ainda se levantar para expulsar – com o Santíssimo Sacramento – os mouros (homens violentos que desejavam invadir o Convento em Assis) e assistir, um ano antes de sua morte em 1253, a Celebração da Eucaristia, sem precisar sair de seu leito. Por essa razão é que a santa de hoje é aclamada como a “Patrona da Televisão”.

Santa Clara, rogai por nós!

Como ser uma boa esposa?

O mais bonito de ser esposa são os elos que ela constrói com seu esposo, com seus filhos e sua família

É preciso que estejamos bem com nós mesmos para cultivarmos relacionamentos saudáveis. A esposa deve estar em um ambiente que possa ser aceita, respeitada, valorizada e amada pela família. Um espaço que apresenta essas características é estímulo para que elas possam desenvolver bons relacionamentos com seus cônjuges, filhos e sobrinhos, com sua sogra, seu genro, seus cunhados e amigos; enfim, com as pessoas que lhes são próximas.

Refletir o papel da esposa é o mesmo que refletir: “Esposa, onde você está?”, “Esposo, onde você está?”, “Filhos, onde vocês estão?”, “Família, onde está você?”. Este é o universo que recebe, com festa, uma mulher casada. Ela, animadamente, decide conviver nesse lugar, ter filhos e formá-los; casar-se para sempre.

Com o passar do tempo, é percebido que o modelo familiar e as contingências que lhe cercam não permitem que a sociedade perceba a esposa como aquela que edifica a sua casa por conta da sua sabedoria. Ao contrário, meninas virando esposas, esposas virando meninas e novos arranjos familiares surgindo; provavelmente, por conta dessa falta de correspondência entre função, habilidade, necessidade e responsabilidade em ocupar um espaço que requer todas essas competências. Contudo, exige também estímulos para estar, reforço positivo para continuar.

Uma das funções mais lindas da esposa é a de desenvolver um relacionamento saudável com o seu companheiro. De acordo com Roberto Shinyaschiki, em seu livro ‘A Carícia Essencial – Viva bem com as pessoas que você ama’, “alguém que vive angustiado vai criar angústia em seus relacionamentos. Alguém que vive irritado vai criar sempre brigas ao seu redor”. Por causa dessas consequências, as esposas deverão sempre se perguntar: “Qual é a minha função diante do lugar em que estou e com quem estou?” “Quem sou eu ou como eu estou sendo como esposa?”. A forma como eu convivo determina o jeito que sou em meus relacionamentos. Portanto, para viver bem, a esposa deverá estar bem consigo mesma, e isso significa estar disposta a cuidar das suas carências afetivas e não permitir que se instale um comportamento de solidão dentro do seu coração.

Complementa Shinyaschiki: “Um coração vazio é lugar para carícias negativas, que somente aumentam a dor da solidão”. Então, esposa, quem é você? Aquela que deverá ser tratada com carícias positivas, que se sente bem ao estar ao lado do seu marido. Que sempre é recebida por seus familiares com saudações – “Que bom que você veio!” –, é solicitada por seu amado para conversar, namorar, sair, rezar e se divertir. Tudo isso, porque a esposa, cercada de influências como essa, também proporcionará ao ambiente do seu casamento e da sua família a alegria, a tranquilidade, a oração, a solução, a festa e a boa convivência.

Que Deus afaste do seu coração o vazio que a leva à solidão, mas também a falta de vontade em continuar sendo a esposa esperada por seu companheiro e por seus filhos. Assim, o esposo deverá refletir sobre o lugar que ele ocupa na vida dela e de seus filhos. Então, esposo, esposa, filhos, onde vocês estão?

“Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a vocês” (Rm 12,10). É tempo de Páscoa, vamos dar honra aos que estão em nossa família!

Judinara Braz

Deus também chora e tem coração de Pai, lembra Papa em homilia

Missa com Francisco, terça-feira, 4 de fevereiro  de 2014, Da Redação, com Rádio Vaticano

Francisco destacou que a paternidade dos homens deve ser como a paternidade de Deus, sempre pronto a esperar pelos filhos

Na Missa, desta terça-feira, 4, Papa Francisco enfatizou a figura de Deus como Pai. Ele explicou que o Senhor também chora e o Seu pranto é como aquele de um pai que ama os filhos e não os renega, mesmo quando estes são rebeldes.

As leituras do dia apresentaram a figura de dois pais: o rei Davi, que chora pela morte do filho rebelde Absalão; e Jairo, chefe da sinagoga, que pede a Jesus a cura da filha. O Papa se concentrou sobre o choro de Davi ao receber a notícia da morte do filho, mesmo que este lutasse contra o seu reino. “Este é o coração de um pai, que não renega nunca o seu filho. ‘É um bandido, um inimigo, mas é meu filho!’”.

Quanto ao outro pai, Francisco lembrou que ele era uma pessoa importante, mas, diante da doença da filha, não teve vergonha de se jogar aos pés de Jesus e Lhe pedir pela saúde dela. Davi e Jairo, explicou o Pontífice, são dois pais para quem o mais importante são os filhos. Isso nos faz pensar na paternidade de Deus.

“Deus é assim conosco! ‘Mas, padre, Deus não chora!’. Mas como não! Recordemos Jesus, quando chorou olhando para Jerusalém. ‘Jerusalém, Jerusalém! Quantas vezes quis reunir teus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos sob suas asas’. Deus chora! Jesus chorou por nós! E aquele choro de Jesus é propriamente a figura do choro do Pai, que nos quer todos consigo”.

Francisco lembrou que, nos momentos difíceis, o Pai sempre responde, espera pelo filho. E a paternidade do homem, seja na família ou no aspecto espiritual, deve ser como a paternidade de Deus.

“Vamos, hoje, para a casa com esses dois ícones: Davi, que chora; e o outro, chefe da sinagoga, que se joga diante de Jesus, sem medo de se tornar uma vergonha e fazer os outros rirem. Em jogo, estavam seus filhos. E com esses dois ícones digamos: ‘Creio em Deus Pai’. É uma graça do Espírito Santo poder dizer a Deus: ‘Pai!’. Peçamos essa graça a Ele”.

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