Dízimo

Ser dizimista é uma questão de fé. Não é uma taxa obrigatória que se paga com mau humor. Quem paga o dízimo deve fazê-lo de coração aberto, tendo consciência de que é um compromisso consciente e de fidelidade para com a comunidade eclesial – a Igreja de Jesus Cristo – que torna possível a partilha.

São três as dimensões do dízimo, quer dizer, em que o nosso dízimo é empregado:

Dimensão Religiosa: são aquelas necessidades ligadas direta ou indiretamente ao culto – Missas. Manutenção do templo (igreja), materiais litúrgicos para as celebrações, salários e encargos, atendimento às pastorais, casa paroquial, pagamento de contas de água, luz, telefone, correio, combustível e manutenção de veículos, formação de lideranças, materiais de secretaria.

Dimensão Social e Promoção Humana: Através da Cáritas paroquial, dentro da opção pela ajuda aos mais necessitados e excluídos, seguindo o exemplo de Jesus na caridade e no compromisso com o próximo.

Dimensão Missionária: Uma das finalidades do dízimo é ajudar na manutenção dos seminários diocesanos, na formação dos futuros sacerdotes (padres): Seminário Diocesano Betânia (Novo Hamburgo), Seminário Diocesano Maria Auxiliadora (Dois Irmãos), Seminário Diocesano São Luiz Gonzaga (Viamão) e Seminário Mater Ecclesiae de Itapecirica da Serra (São Paulo). Também, com a contribuição do Dízimo, se investe na formação dos leigos, em especial àqueles ligados à catequese e na formação litúrgica-pastoral.

O dízimo não deixa de ser um gesto de gratidão e reconhecimento, porque tudo vem de Deus e pertence a Deus. A comunidade não pode subsistir por si mesma, precisa da colaboração de todos os paroquianos. Por isso, Dízimo não pode ser “sobra” e, muitas vezes, exige sacrifícios, desprendimento das coisas materiais, nos libertando do egoísmo desenfreado.

Por que dízimo? Por que pastoral do Dízimo?

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