Catequese

Catequizar em tempos de pós-modernidade não é tarefa fácil. Faz-se necessário atualizar processos didáticos e metodológicos, para melhor assimilação do Evangelho, e isso porque não se pretende apenas “transmitir ensinamentos”, mas formar cristãos capazes de experimentar Deus na vida da comunidade. Daí a razão da proposta de ação evangelizadora da Igreja basear-se no Catecumenato.

O Catecumenato nada mais é do que uma experiência de fé em grupo, em que o participante, inspirado nos moldes da Igreja primitiva, propõe-se a buscar um conhecimento mais profundo da pessoa de Jesus Cristo, da Sua Mensagem e da Sua Igreja Católica.

Na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, os encontros de catequese são ministrados sobre o Antigo e o Novo Testamentos (Catecismo Integral), pelo manuseio contínuo da Bíblia Sagrada, e o Catecismo da Igreja Católica (YouCat para os jovens), levando a uma experiência pessoal com Deus, no Seu Filho Jesus Cristo, pela força do Espírito Santo.

NA PARÓQUIA

Os pais ou responsáveis devem comparecer à Secretaria Paroquial, observando os seguintes requisitos:

Para a inscrição da EUCARISTIA: Ter 10 anos ou completar esta idade no ano subsequente.

Documentação: Cópia do Registro de Nascimento ou RG, Lembrança do Batismo, uma foto 3×4 atual, um comprovante de residência e o pagamento das taxas de material (para todos) e de inscrição (para não dizimistas).

Para a inscrição da CRISMA: Ter feito a Primeira Eucaristia. Caso tenha realizado em outra Paróquia, trazer a mesma documentação listada acima, a Lembrança da Primeira Eucaristia e pagamento das taxas, conforme menção acima.

Os encontros da Catequese de Primeira Eucaristia, na igreja Matriz, ocorrem nos dias e horários disponíveis, no turno da manhã (das 8h30min às 10h) e no turno da tarde (das 14h às 15h30min).

A Crisma, por sua vez, ocorre nos dias e horários disponíveis no turno da manhã (das 8h30min às 10h); no turno da tarde (das 14h às 15h30min) e no turno da noite (das 18h30min às 20h).

Já a catequese de adultos ocorre sempre na igreja Matriz, com 18 encontros, nas segundas-feiras (das 20h às 22h).


Fé e comunhão de pai para filho

Por Rachel Lemos Abdalla

Toda a humanidade é chamada a viver, assim como viviam os primeiros cristãos, conforme está escrito no livro dos Atos dos Apóstolos 2, 42-47: ‘Perseverando na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações… unidos e tendo tudo em comum… dividindo segundo a necessidade de cada um… louvando a Deus…’

E é, primeiramente, no seio da família que aprendemos e compreendemos como viver em comunidade. A família é a fonte primeira do Amor de Deus, onde o homem e a mulher cumprem o seu papel de colaboradores na obra da criação, e nela está, também, a semente da fé.

Assim como a semente da vida está inserida no corpo e cresce até estar pronta para gerar nova vida, a semente da fé é inserida pelo Espírito Santo em terra fértil no coração dos homens, no momento do Batismo, e precisa ser cultivada para crescer e se fortalecer.

Mas o que é a fé? De uma forma simples e clara, podemos entender que a fé é acreditar na presença e ação de Deus no mundo junto aos homens, na pessoa de Jesus Cristo, ontem, hoje e sempre.

“O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz da nossa razão natural. Cremos por causa da autoridade de Deus que revela e que não pode nem enganar-se e nem enganar-nos. Só é possível crer pela graça e auxílio do Espírito Santo, é um dom de Deus, embora seja um ato autenticamente humano”.[1] ‘É um dom, porque é Deus que toma a iniciativa e vem até nós; e assim a fé é uma resposta com a qual nós O acolhemos como fundamento estável da nossa vida. É um dom que transforma a existência, porque nos faz entrar na mesma visão de Jesus, o qual age em nós e nos abre ao amor a Deus e aos outros’.[2]

Entendemos que viver a fé é viver coerentemente com os ensinamentos de Jesus, e isso faz parte da orientação cristã que deve ser passada de pai para filho, no cotidiano da vida, na perseverança daquilo que se acredita sem se deixar seduzir pelos falsos valores do mundo; e, também, na catequese. Assim, as crianças vão sendo introduzidas dentro da barca de Pedro, ou seja, na Igreja, inseridas na comunidade cristã a partir da experiência na própria família.

Fazemos parte do povo de Deus a caminho, e a Igreja é a nossa casa, onde nos encontramos com os irmãos que partilham a mesma fé, numa mesma comunhão, cuja ‘dimensão vertical nos remete a Deus e a dimensão horizontal, nos situa entre os homens. E é, ali, na Comunidade eclesial que a fé pessoal cresce e amadurece’.[3]

‘Num mundo onde o individualismo parece regular as relações entre as pessoas, tornando-as cada vez mais frágeis, a fé chama-nos a ser Povo de Deus, a ser Igreja, portadores do amor e da comunhão de Deus por todo o gênero humano’.[4]

Que as crianças sejam introduzidas na Igreja não apenas para cumprimento de preceito, mas como partícipes da vida eclesial, como membros atuantes do povo de Deus, de uma comunidade ativa de discípulos missionários de Cristo, exemplo de amor, de fraternidade, de respeito e de dignidade cristã no mundo.

[1] CIC 153-156

[2]O Ano da Fé. A fé da Igreja – Papa Bento XVI – Audiência Geral

[3] Congregação para a Doutrina da Fé – Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre alguns aspectos da Igreja entendida como comunhão, 3

[4] Constituição Pastoral Gaudium et spes, 1


Formação Espiritual da criança: Quem é o responsável?

Por Rachel Lemos Abdall

O Catecismo da Igreja Católica afirma que os pais são os primeiros responsáveis pela educação de seus filhos (2222). Mas, qual é a melhor forma de orientá-los? Sendo exemplo dando testemunho ao formar um lar onde a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado são as regras que permeiam o dia a dia do casal.

Respeitar os filhos é a única forma de eles aprenderem a respeitar os pais, e isso não quer dizer que o respeito dos pais para com os filhos irá prejudicar ou diminuir a autoridade que têm sobre eles, pelo contrário. Aliás, os pais nunca devem se esquecer de que, por mais difícil que seja a educação, a formação e a criação dos filhos, eles nunca perdem a autoridade que lhes é concedida por Deus e que deve ser usada como uma ferramenta do amor que se coloca à frente, como um escudo, como uma proteção junto aos filhos.

Alguns pais dizem que não têm autoridade sobre seus filhos, mas de fato, o que acontece é que eles não estão sabendo usar desta autoridade, que é muito diferente de autoritarismo.

Maria, nas Bodas de Caná, mesmo sem a concordância de Jesus, ao ordenar aos serviçais, “Façam o que ele mandar” (Jo 2, 5), ela está agindo com autoridade sobre o Seu filho, o Filho de Deus! E isso não é um desrespeito para com Ele, ou uma falta, ao contrário, mesmo se referindo ao próprio Deus, Ela age, naquele momento, com a autoridade que lhe foi concedida, por ser Mãe. E isto se confirma no respeito e na obediência de Jesus à ordem dada por Ela com autoridade que Ele reconhece e acata.

Outras ferramentas que podem e devem ser usadas na formação espiritual são a afetividade, o amor, a verdade, o estímulo, a confiança, a sabedoria. E todas elas se encontram na Palavra de Deus como fonte e modelo de atitudes e valores cristãos que devem ser usados no dia a dia, no mais íntimo da relação com os filhos desde bem pequeninos.

Falar a verdade sempre é uma questão ética e moral, “por isso, renunciai à mentira. Fale, cada um, a verdade a seu próximo (Ef 4, 25)”.

Na fase de crescimento, a dedicação dos pais deve ser mais intensa, pois as crianças necessitam não só fisicamente como também emocionalmente de seus genitores, aqueles que mais os amam, para seu sadio desenvolvimento e crescimento. É o momento onde o amor começa a ser compreendido, aceito, acatado e reproduzido no coração e no entendimento da criança. Ela precisa ser amada para aprender a amar, pois é no amor que se encontra o maior fundamento da existência humana!

Muitos pais, infelizmente, não se encontram mais em união conjugal, mas isso não diminui a responsabilidade ou a essência do ‘ser’ pai ou mãe. A primícia de uma relação entre pais e filhos é e sempre será o amor paternal e maternal, e isso ninguém pode tirar de um ou de outro. Portanto, são eles, os pais, os primeiros responsáveis pela educação religiosa e formação espiritual de seus filhos, inclusive para que, na idade adequada sejam encaminhados à Igreja para se prepararem para receber os Sacramentos, sinal sensível, visível e perceptível da presença de Cristo invisível, presente na vida de cada cristão.

Os 5 Mandamentos da Igreja
A importância dos sacramentos
Capacidade das crianças de buscar conhecer a Deus
É melhor educar a criança em alguma religião
Dez coisas que eu gostaria de dizer aos pais que não ajudam em nada a catequese
Sacramentos – PapaFrancisco-Audiências
Igreja e Catequese – pais e filhos que querem estar no mesmo lugar
2Circular-pais PontualidadeMissa
4Circular-pais Eucaristia-Casamento-Divorciados
5Circular-pais Eucaristia-Crisma carimbo-santinho|
Minha vida nos Sacramentos
O que significa estar em estado de graça
PARA RECEBER OS SACRAMENTOS
Doutrina da Igreja Católica

LEGISLAÇÃO DIOCESANA – Confirmação / Eucaristia
LEGISLAÇÃO DIOCESANA – Penitência / Unção dos Enfermos

A taxa da Crisma

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