Novo livro-entrevista, oportunidade de conhecer melhor o Papa

Segundo o porta-voz vaticano, Federico Lombardi SJ

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 29 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – O livro-entrevista de Bento XVI, “Luz do mundo”, recentemente publicado, constitui “uma nova oportunidade de conhecer melhor quem é o nosso Papa”, considera o porta-voz vaticano.

O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisa o interesse desta longa conversa do Santo Padre com o jornalista Peter Seewald, no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, e convida a descobrir os muitos temas tratados e que até agora não foram comentados pela mídia.

“O Papa visto de perto – conhecido não somente como Pontífice, mas também como homem – atrai a simpatia de muitas pessoas, que valorizam sua gentileza e sensibilidade, seu trato humilde e humano, e sua atenção com aqueles com quem encontra, pequenos e grandes.”

“O entusiasmo das pessoas comuns, ao longo de tantas viagens internacionais – como em Malta, Portugal, Reino Unido e Espanha – se explica em grande parte com o melhor conhecimento da pessoa de Joseph Ratzinger-Bento XVI. Agora temos uma nova oportunidade para conhecer melhor quem é o nosso Papa”, explica dias depois da apresentação do livro.

“As notícias que acompanharam a publicação em geral se concentraram em poucas páginas e pouquíssimos temas, enquanto nas seis longas horas de conversa, das quais nasceu o livro, o Papa tocou em inúmeros temas que podem interessar as pessoas de hoje”, reconhece o porta-voz.

“E o fez com uma linguagem e um estilo simples e espontâneo – acrescenta -, com uma sinceridade às vezes quase desconcertante.”

Segundo o porta-voz, trata-se de “um novo serviço” de Bento XVI, “original para todos nós, para responder a tantas perguntas que gostaríamos de lhe fazer, desde as mais profundas e importantes sobre o sentido da nossa vida, até aquelas sobre os problemas que preocupam a Igreja, nas crises dramáticas do mundo de hoje, incluindo também as mais pessoais, sobre ele e seus sentimentos”.

“Um Papa que não nos fala somente da cátedra do seu magistério solene ou no curso das grandes celebrações litúrgicas, mas que nos dá a entender que caminha conosco, irmão e amigo, com os pés bem firmes nessa nossa terra, fascinante e dramática, e assim nos ajuda a olhar para frente, com fé simples e esperança viva”, conclui.

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