Padrinhos no Batismo

AOS SENHORES PÁROCOS, VIGÁRIOS PAROQUIAIS E SECRETÁRIOS(AS) PAROQUIAIS

 

Conforme a vigente Legislação Diocesana do 1º SÍNODO da Diocese de Novo Hamburgo de 1990, em seu Diretório Litúrgico para os Sacramentos, referente ao Sacramento do Batismo, queremos recordar:

11. Para evitar o modismo social, não se admita mais de um casal para padrinhos de batismo.

12. Podem ser padrinhos de Batismo somente católicos que tenham completado 16 anos, já confirmados, e que levam uma vida de acordo com a fé e o encargo que vão assumir. Membros de Igreja ou comunidade não católica não podem ser padrinhos, mas, junto com um padrinho católico, podem ser admitidos como testemunhas do batismo.

13. Admitimos como válido o Batismo administrado pelas Igrejas: Orientais separadas (Ortodoxos), Vétero-católicos, Episcopal do Brasil (ou Anglicanos), Evangélica da Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e Evangélica Luterana do Brasil (IELB). Sobre a validade de outras Comunidades cristãs confira-se a nota ao cânon 869.

17. As secretarias paroquiais sejam orientadas claramente a respeito des­tas normas e exijam a apresentação da certidão de nascimento da criança e al­gum comprovante de residência.

A escolha dos padrinhos deve ser bem criteriosa. O padrinho e a madrinha contraem parentesco espiritual com o seu afilhado e devem ser para ele os segundos pais.

Para ser padrinho ou madrinha de Batismo, é necessário:

1º – Ter suficiente maturidade humana e cristã, para assumir as suas responsabilidades;

2º – Ter recebido os sacramentos da iniciação cristã (Batismo, Eucaristia e Crisma);

3º – Ter 16, ou mais, anos de idade;

4º – Ser católico praticante, participante da vida da igreja, casado no religioso, para que possa servir de exemplo para o afilhado. Não podem ser padrinhos os divorciados, mal casados, casados apenas pelo civil, etc.

Portanto, sempre é bom admoestar aos pais sobre o cuidado em convidar os padrinhos dos seus filhos. As pessoas que não estão em condições de ser padrinhos, quase sempre aceitam este convite com todo o entusiasmo, mas depois vem a decepção ao serem rejeitadas pela lei da Igreja. A responsabilidade na escolha dos padrinhos, para lhes evitar esses problemas, está na ordem do dia.

In Iustitia Christi

Mons. Inácio José Schuster, Vigário Geral

Novo Hamburgo, 09 de julho de 2010, na memória de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, Vg.

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