Casamentos fora do país

AOS SENHORES PÁROCOS, VIGÁRIOS PAROQUIAIS, VIGÁRIOS AUXILIARES E SECRETÁRIOS(AS) PAROQUIAIS

 

 

 

Chegam às nossas paróquias transferências de casamentos do exterior, bem como solicitação de documentação e preparação da habilitação matrimonial para casar no exterior.

Lembramos as exigências para que tudo ocorra dentro dos direitos e deveres dos nubentes interessados, nas suas respectivas paróquias de origem.

 

Do Brasil para outro país, seja da América Latina, Ásia, Europa, África ou Oceania, é exigido que o nubente leve a seguinte documentação, e vice-versa, que nos tragam de outro país:

 

Informe matrimonial (o processo de habilitação matrimonial completo);

Entrevista com o pároco onde mora (feita por escrito e assinada pelo pároco. São as perguntas pertinentes a situação do(s) nubente(s), tempo de conhecimento um do outro, namoro, noivado, prática da fé batismal, sacramentos recebidos, possíveis impedimentos…);

Certificado original de Batismo (para fins de matrimônio, emitido pela Cúria Diocesana respectiva);

Passar os documentos pelo Bispo diocesano e trazer num envelope fechado (visto do Bispo, sem constar impedimento nenhum, dirigido ao Pároco respectivo da Paróquia onde se realizarão as núpcias, podendo ser nestes termos, como exemplo: “Caríssimo Monsenhor… Tudo consta que o(s) nubente(s), Sr. ___ e Sra. ___, pode(m) tranqüilamente celebrar o Sacramento do Matrimônio como pede(m). Agradecido, aproveito o ensejo para cumprimentá-lo e suplicar-lhe suas valiosas preces. Dom Zeno Hastenteufel, Bispo Diocesano”).

 

No país de origem (no caso, o Brasil), a Paróquia do nubente deverá manter xerocado e arquivado toda a documentação do processo de habilitação matrimonial normal, que será levado original para o país onde se realizarão as núpcias.

 

 

In Iustitia Christi

 

 

Mons. Inácio José Schuster, Vigário Geral

 

Novo Hamburgo, 07 de janeiro de 2010, na Memória de São Raimundo de Peñafort.

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