Inscrições Encontro de Noivos

Inicia: 2 de julho de 2018 em 8:00
Termina: 28 de agosto de 2018 em 18:00

Na Secretaria Paroquial.

O encontro de noivos acontecerá no sábado dia 01 (14h-18h) e no domingo dia 02 de setembro (8h-19h).

 

A Igreja Católica não faz o casamento de ninguém. A Igreja Católica celebra o Sacramento do Matrimônio!
Quantos casais não mentiram nas promessas. Quantos não casaram sem amar um ao outro. Porque amor verdadeiro não acaba, não trai, não briga. Muitos e muitos casam por casar, não por amor e sim por dinheiro, por status social, por carência, por obrigação. Quem ama não tem obrigação com o outro, se eu amo alguém faço o que ela me pede ou o que preciso fazer com prazer, se deixo de ir em certos lugares por causa dessa pessoa não é por falta de liberdade mas sim por consciência, se sei que essa pessoa não vai gostar evito de ir sem ela precisar pedir para que eu não vá.
Ser católico e casado é muito mais do que estamos acostumados a ver.

 

NOIVOS DISSIMULADOS, CASAMENTOS SIMULADOS
Por A Catequista em 24/02/2012
http://ocatequista.com.br/?p=4495

Às vésperas do nosso casamento, O Catequista e eu participamos de um curso de noivos na nossa paróquia. Havia cerca de 50 casais e, com tristeza, constatamos que muitos deles estavam caminhando rumo a um matrimônio inválido.
Durante uma das dinâmicas propostas (argh!) muitos noivos não tiveram o menor pudor em revelar que:
•não acreditavam na indissolubilidade do matrimônio;
•não estavam dispostos a receber os filhos que o Senhor desejasse lhes enviar;
•não pretendiam educar os filhos na fé católica (“Ah, quando meu filho crescer, ele é quem escolherá a própria religião”).
O mais deprimente de tudo foi notar a irritante e indesculpável passividade dos organizadores do curso diante dessas declarações. Não houve o menor esforço em esclarecer os noivos que esses pontos não são facultativos, mas constituem o fundamento de um matrimônio católico. Se um ou ambos ou noivos não creem sinceramente neste sagrado tripé – indissolubilidade, sexualidade fecunda, educação dos filhos na fé da Igreja – seu casamento, para Deus, é simplesmente NULO.
Diante de casais de noivos que mostram intenções absolutamente inconciliáveis com a fé católica, a única atitude adequada é informá-los, com muita caridade, que a sua postura invalida o casamento na Igreja. Querem um casamento pagão? Que vão se juntar em outras bandas!
Se os responsáveis pela pastoral do casamento tivessem a coragem de aplicar a doutrina da Igreja nesses casos – ou seja, negar o sacramento àqueles que não têm a mínima condição de recebê-lo – não haveria tantos pedidos de reconhecimento de nulidade do matrimônio nos tribunais eclesiásticos. Porém, não são poucos os que sofrem de covardia crônica: para não contrariar nem causar qualquer constrangimento aos pombinhos de mentalidade pagã, deixam as orientações da Igreja de lado. Preferem mil vezes desagradar a Cristo a desagradar aos homens.
Assim, sob a vista grossa de todos, os noivinhos seguem em frente com seu teatrinho hipócrita: na cerimônia religiosa, prometem tudo, dizem que terão 200 filhos, que ficarão juntos forévis, que os seus guris vão ser todos coroinhas… O celebrante finge que acredita, eles fingem que são piedosos, a plateia aplaude, a cortina se fecha, as luzes se apagam e… O Senhor fica sozinho, no sacrário. Os noivos se recusam a levá-Lo consigo, pois não querem que Ele se meta em suas vidinhas.
Fica um apelo a todos os responsáveis pela pastoral do casamento, sacerdotes, diáconos ou leigos: não deixem que os nossos templos sejam utilizados como palco para a simulação de uniões sabidamente inválidas. Não tenham vergonha de Jesus nem da sã doutrina, para que Ele não se envergonhe de vocês no dia do Juízo.
*****
Quem dera se todas as pessoas que pedem para se casar na Santa Igreja fossem radicalmente honestas. Assim, muitos casamentos, nulos desde o princípio, não se realizariam!

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