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Papa denuncia veneno mortal da inveja e único pecado imperdoável

Domingo, 10 de junho de 2018, Da redação

Francisco alerta que ao perceber a semente do mal germinar dentro de si, é preciso agir rápido antes que ela cresça e produza seu efeitos negativos

“O pecado mais grave é negar e blasfemar o Amor de Deus que está presente e atua em Jesus” / Foto: Reprodução VaticanNews

No Angelus deste domingo, 10, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho de hoje que apresenta dois tipos de incompreensão que Jesus teve que enfrentar: a dos escribas e a dos seus próprios familiares.

O Papa explicou que os escribas eram homens instruídos nas Sagradas Escrituras e encarregados de explicá-las ao povo. Alguns deles foram mandados de Jerusalém para a Galileia, onde a fama de Jesus começava a se difundir, para desacreditá-lo, serem fofoqueiros e destruir a credibilidade de Jesus.

“Esses escribas chegaram até a Galileia com uma acusação terrível, eles iam no centro e diziam: ‘Ele está possuído por Belzebu e expulsa os demônios pelo príncipe dos demônios. Isto queria dizer, mais ou menos, ‘este homem é um endemoniado’. De fato, Jesus curava muitos doentes, mas eles queriam fazer crer que Ele não o fazia com o Espírito de Deus, mas com o com o Espírito do mal”.

Blasfêmia e inveja

Diante desta acusação, Jesus reage com palavras fortes e claras, pois os escribas, talvez sem perceber, estavam caindo no pecado mais grave: negar e blasfemar o Amor de Deus que está presente e atua em Jesus.

“A blasfêmia é o pecado contra o Espírito Santo, é o único pecado imperdoável, assim o diz Jesus, porque parte do fechamento do coração à misericórdia de Deus que age em Jesus”, afirma o Santo Padre.

Francisco explica que este episódio contém uma advertência para todos: “De fato, pode acontecer que uma forte inveja pela bondade, pelas obras boas, de uma pessoa, possa levar à acusá-la falsamente. Aqui está um veneno mortal, a malícia premeditada para destruir a boa fama do outro. Que Deus nos liberte desta terrível tentação”.

O Papa destaca ainda que, se ao examinar a própria consciência percebe-se que esta semente do mal está germinando dentro de si, é preciso ir rápido e confessá-la no sacramento da penitência, antes que ela cresça e produza seu efeitos negativos.

“Fiquem atentos, vocês, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”, afirmou.

Nova família

Em seguida, Francisco falou sobre outra incompreensão sofrida por Jesus: a de seus familiares. “Eles estavam preocupados porque a sua nova vida de itinerante lhes parecia uma loucura e ele não tinha nem tempo para comer”.

Quando o procuram para levá-lo de volta a Nazaré, Jesus olha para as pessoas que estavam à sua volta e afirma: “Eis minha mãe e meus irmãos! Aquele que faz a vontade de Deus é irmão, irmã e mãe para mim”.

O Papa explica que Jesus formou uma nova família, não mais baseada em relações naturais, mas na fé Nele, em seu amor que acolhe e une as pessoas no Espírito Santo. “Todos aqueles que acolhem a palavra de Jesus são filhos de Deus e irmãos entre si”, destacou.

“Aquela resposta de Jesus não foi uma falta de respeito por sua mãe e seus parentes; ao contrário. Para Maria, foi o maior reconhecimento, porque precisamente ela é a perfeita discípula que obedeceu totalmente à vontade de Deus”, esclareceu o Santo Padre.

É preciso ser concretos na confissão, aconselha o Papa Francisco em novo prólogo

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Vaticano, 09 Jun. 18 / 09:00 am (ACI).- O Papa Francisco escreveu o prefácio da sexta edição do livro “Quem reza se salva”, que recolhe as orações mais simples da tradição cristã, no qual fala sobre o Sacramento da Penitência.

“No confessionário, devemos ser concretos no reconhecimento dos pecados, sem reticências”, porque, “logo vemos que é o próprio Senhor que nos ‘fecha a boca’, como se dissesse: está bem assim”, aconselha.

O Pontífice comenta a oração de Santo Ambrósio, “Vem, então, Senhor Jesus. Vem a mim, busca-me, encontra-me, toma-me nos braços, carrega-me”, e disse que recorda a todos que “é o Senhor quem toma a iniciativa e não podemos fazer nada sem ele”.

“O ponto de partida é o exame de consciência, a dor sincera pelo mal cometido. Segue o reconhecimento dos pecados, de modo concreto e com sobriedade. Sem ter vergonha da própria vergonha”.

Esta “é uma graça que nos leva a pedir perdão, assim como é uma graça o dom das lágrimas, que lava os nossos olhos e faz-nos ver melhor a realidade”, acrescenta.

Significado da devoção ao Sagrado Coração

Padre Mário Marcelo Coelho diz que celebrar o Sagrado Coração é celebrar o amor de Deus pela humanidade

Nesta sexta-feira, 08, a Igreja celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Essa devoção, é uma das expressões religiosas populares mais conhecidas.

Celebrar esta solenidade é celebrar o amor de Deus por toda pessoa. “O Deus que tem o coração aberto para nos acolher, perdoar, que nos ama sem medida, é um Deus que se doa”.

A devoção surgiu num momento de guerras, sobretudo na Europa, crises, consumismo e individualismo. Na época, muitas Congregações nasceram com o carisma voltado a essa devoção, como é o caso da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, os dehonianos, fundada pelo padre Léon Dehon.

“Uma fé que tem seu lado racional, de inteligência, conhecimento, mas que também se expressa no amor, porque Deus é amor, o próprio São João na sua carta fala que Deus é amor. Então tudo isso quer expressar esse carinho, esse amor de Deus pela humanidade”.

Essas Congregações Religiosas e movimentos leigos que se voltam para o coração de Jesus querem tanto experimentar o amor de Deus como expressá-lo a todos os homens.

“O nosso desafio hoje como Congregação, voltado para o coração de Jesus, é olhar para a sociedade através do olhar do coração de Jesus, através desse amor ágape, que é o amor oblativo, o amor doação. Procuramos isso, por exemplo, no atendimento das confissões, que é uma forma concreta dessa expressão do amor de Deus, através das nossas obras sociais, dos atendimentos … São formas que tentamos expressar esse amor de Deus na sociedade hoje”.

O versículo 7 do Salmo 113 “Ele levanta do pó o indigente e tira o pobre da miséria” era muito citado pelo fundador dos dehonianos. Quem faz a experiência de sentir-se amado por Deus, torna-se capaz de fazer a experiência desse versículo. “É um Deus que levanta cada ser humano da sua indigência, pobreza. É um Deus que nos levanta, nos ergue nos coloca de pé e nos tira dessa miséria”.

E a pobreza não é somente a material, mas também a da alma. A sociedade deve fazer a experiência do amor de Deus. “Aquelas pessoas que passam por qualquer dificuldade, o coração de Jesus está aberto, entre nesse coração e ali descanse”.

Papa: dom do Espírito Santo frutifica e deve ser dado aos outros

Quarta-feira, 6 de junho de 2018, Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Santo Padre segue no ciclo de catequeses sobre a Crisma; hoje, falou sobre como o dom do Espírito Santo amadurece nos crismados

O dom do Espírito Santo foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 6, dando continuidade ao ciclo de reflexões sobre o sacramento da Crisma. O Santo Padre se concentrou em como esse dom amadurece nos crismados, levando-os a se tornarem dons para os outros.

“O dom do Espírito Santo entra em nós e faz frutificar, para que nós possamos dá-lo aos outros. Sempre receber para dar: nunca receber e guardar as coisas, como se a alma fosse um armazém. Não: sempre receber para dar. As graças de Deus são recebidas para serem dadas aos outros. Esta é a vida do cristão”.

A Crisma une a pessoa mais fortemente como membro vivo do corpo místico da Igreja, ressaltou o Papa, destacando que a missão da Igreja no mundo é feita com a contribuição de todos que dela fazem parte. “A Igreja somos todos! Todos temos a responsabilidade de nos santificarmos uns aos outros, de cuidar dos outros”.

Francisco comentou, por fim, que o rito da Crisma se concluiu com o sinal de paz: “A paz esteja contigo”. No sacramento, observou, recebe-se o Espírito Santo e a paz que deve ser doada aos outros.

Nesse ponto, o Papa fez uma ressalva: muitas vezes as pessoas dão o cumprimento de paz, que significa harmonia e caridade entre os fiéis, mas depois saem da igreja e começam a falar dos outros, a fofocar. “As fofocas são guerra. Se nós recebemos o sinal da paz com a força do Espírito Santo devemos ser homens e mulheres de paz e não destruir, com a língua, a paz que o Espírito fez”.

“Que o Espírito Santo conceda a todos nós a coragem apostólica de comunicar o Evangelho, com as obras e as palavras, a quantos encontramos no nosso caminho. Com as obras e as palavras, mas as palavras boas: aquelas que edificam. Não as palavras das fofocas que destroem. Por favor, quando saírem da Igreja pensem que a paz recebida é para ser dada aos outros: não para destruí-la com as fofocas. Não se esqueçam disso”, concluiu o Papa.

Vaticano: Há sérios problemas em texto de bispos alemães sobre Comunhão para protestantes

Por Walter Sánchez Silva
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Imagem referencial: Pixabay domínio público

Vaticano, 05 Jun. 18 / 08:00 pm (ACI).- O Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal eleito Luis Ladaria, afirmou que o documento dos bispos da Alemanha que propõe dar a Comunhão aos protestantes casados com católicos tem uma série de “problemas de grande relevância”.
Isso foi indicado em uma carta enviada em 25 de maio ao Cardeal Reinhard Marx, Presidente da Conferência Episcopal Alemã, e divulgada pelo vaticanista italiano Sandro Magister em seu blog Settimo cielo.
Na carta, a autoridade vaticana explica ao Cardeal Marx que conversou com o Papa Francisco sobre este tema nos dias 11 e 24 de maio.
Depois dos diálogos, o Purpurado concordou com “explícito consenso” do Santo Padre de informar os bispos alemães que o documento “Caminhar com Cristo – nas pegadas da unidade. Matrimônios mistos e participação comum na Eucaristia, subsídio pastoral da Conferência Episcopal alemã” ainda “não está maduro para ser publicado”, pois “tem uma série de problemas de notável relevância”.
Os problemas, prossegue o Cardeal, estão relacionados a três temas. O primeiro é que “o assunto da admissão à Eucaristia dos cristãos evangélicos nos matrimônios interconfessionais é um tema que está relacionado à fé da Igreja e tem importância na Igreja universal”.
O segundo é que “tem consequências nas relações ecumênicas com outras igrejas e outras comunidades eclesiais, que não podem ser subestimadas”.
O terceiro, continua o Cardeal Ladaria na carta, “é o tema relacionado ao direito da Igreja, sobretudo à interpretação do cânon 844 do Código de Direito Canônico. Pois em alguns setores da Igreja há questões abertas em relação a este tema, os dicastérios competentes da Santa Sé já estão encarregados de produzir um esclarecimento oportuno de tais questões em nível de Igreja universal. Em particular, parece oportuno deixar ao bispo diocesano o juízo sobre a existência de uma ‘grave necessidade envolvida’”.
O cânone 844 inciso 4 assinala: “Se existir perigo de morte ou, a juízo do Bispo diocesano ou da Conferência episcopal, urgir outra necessidade grave, os ministros católicos administram licitamente os mesmos sacramentos também aos outros cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja católica, que não possam recorrer a um ministro da sua comunidade e o peçam espontaneamente, contanto que manifestem a fé católica acerca dos mesmos sacramentos e estejam devidamente dispostos”.
A carta do Cardeal Ladaria foi divulgada depois que se reuniu no dia 3 de maio com uma delegação de bispos alemães no Vaticano, presidida pelo Cardeal Marx, para falar sobre a Comunhão para protestantes casados com católicos.
Como se recorda, sete prelados alemães se opõem a esta proposta. Eles enviaram uma carta ao Vaticano para perguntar se essa decisão poderia ser tomada por uma conferência episcopal ou se é necessária uma decisão da Igreja universal.
Depois da reunião em 3 de maio, o Cardeal Ladaria informou “que o Papa Francisco aprecia o empenho ecumênico dos bispos alemães e pede a eles que encontrem, em espírito de comunhão eclesial, um resultado possivelmente unânime”.
A proposta dos bispos da Alemanha surgiu depois da sua assembleia plenária em fevereiro deste ano. Entretanto, foi criticado pelo Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Cardeal alemão Gerhard Müller.
“É possível chegar a uma posição unânime baseados na fé católica. Não se pode separar a fé católica de um entendimento unânime. Se houvesse tal separação, teríamos então um cisma na Igreja Católica”, expressou.
Em uma entrevista à EWTN Noticias, em 4 de maio, o Cardeal Müller disse que os bispos alemães devem tomar uma decisão baseados na “única doutrina, na única palavra de Deus. Não podemos separar a verdade da fé”.

15 ocasiões em que o Papa Francisco assegurou que o diabo existe

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Papa Francisco. Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

Vaticano, 05 Jun. 18 / 07:00 pm (ACI).- Em muitas ocasiões ao longo do seu pontificado, o Papa Francisco alertou os fiéis católicos em todo o mundo sobre as armadilhas do demônio ou do diabo.
A seguir, apresentamos quinze ocasiões em que o Santo Padre falou de maneira forte e clara sobre o demônio, sua existência, sua ação e o que um católico pode fazer para combatê-lo:
1. O diabo não é um mito e devemos combatê-lo
Em 30 de outubro de 2014, na homilia da Missa que presidiu na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre disse: “Fizeram crer a esta geração e a tantas outras que o diabo era um mito, uma figura, uma ideia, ideia do mal, mas o diabo existe e nós temos de lutar contra ele! São Paulo disse, não fui eu que disse isso! A Palavra de Deus diz!”.
“O diabo é mentiroso, é o pai dos mentirosos, o pai da mentira”, afirmou.
2. A tática do demônio para tentar o homem
Em 11 de abril de 2014, o Santo Padre explicou que assim como o demônio “tentou Jesus tantas vezes e Jesus sentiu as tentações em sua vida”, também os homens são tentados.
“Também nós somos objeto do ataque do demônio, porque o espírito do mal não quer a nossa santidade, não quer o testemunho cristão, não deseja que sejamos discípulos de Jesus”, disse.
“Como faz o espírito do mal para nos afastar do caminho de Jesus? A tentação começa levemente, mas cresce, cresce sempre. Depois , cresce e contagia outro, transmite-se para outro, procura ser comunitária. E, por fim, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e justifica-se”, advertiu.
3. Existe um demônio e uma guerra contra a verdade e a vida
Em 31 de dezembro de 2015, em uma audiência com milhares de crianças na Sala Paulo VI no Vaticano, o Santo Padre afirmou: “no mundo há a luta entre o bem e o mal, dizem os filósofos. É a luta entre o diabo e Deus. Isto ainda existe. Quando a cada um de nós vem a vontade de fazer uma maldade, aquela pequena maldade é uma inspiração do diabo. Que através da debilidade que o pecado original deixou em nós, leva a isto. Pratica-se o mal nas pequenas coisas como nas grandes”.
“É uma guerra contra a verdade de Deus, a verdade da vida, contra a alegria. Esta luta entre o diabo e Deus, diz a Bíblia, continuará até ao fim”, explicou.
4. O diabo tem 2 armas para destruir a Igreja a partir de dentro
Em 9 de setembro de 2016, em discurso diante de mais de 100 bispos no Vaticano, Francisco assinalou que “as divisões são a arma mais próxima do diabo para destruir a Igreja. Ele tem duas armas, mas a mais perigosa é a divisão. A outra é o dinheiro. O diabo entra no bolso e destrói com a língua, com as fofocas. E fofocar é um hábito ‘terrorista’”.
“O fofoqueiro é um ‘terrorista’, que joga uma bomba – a intriga – para destruir. Por favor, lutem contra as divisões, porque é uma das armas que o diabo usa para destruir a Igreja local e a Igreja universal”.
5. Cuidado com o diabo porque causa divisão e joga sujo!
Em 12 de setembro de 2016, o Santo Padre disse em Santa Marta que na Igreja “o diabo semeia ciúmes, ambições, ideias, mas para dividir! Ou semeia cobiça”.
É como acontece depois de uma guerra: “tudo fica destruído”. “E o diabo vai embora contente. E nós, ingênuos, fazemos o seu jogo”.
6. A guerra vem do demônio porque deseja o mal!
Em 20 de setembro de 2016, na homilia da Missa na Casa Santa Marta, o Papa afirmou que a guerra é um dos sinais do diabo.
“Não existe um deus da guerra”, afirmou e acrescentou que é obra do “maligno”, que “quer matar todo mundo”. Por isso, o Pontífice pediu rezar com a convicção de que “Deus é Deus de paz”.
Hoje, convida-se “todos os homens de boa vontade, de qualquer religião, a rezar pela paz”, porque “o mundo está em guerra! O mundo sofre!”, disse.
7. Corrupção é fazer-se seguidor do diabo
Em 17 de novembro de 2016, em um discurso aos membros da Associação de Empresários Católicos, Francisco disse que a corrupção é “fazer-se seguidor do diabo”.
“A corrupção é gerada pela adoração do dinheiro e volta para o corrupto prisioneiro dessa mesma adoração. A corrupção é uma fraude da democracia e abre as portas a outros males terríveis como a droga, a prostituição e o tráfico de pessoas, a escravidão, o comércio de órgãos, o tráfico de armas etc. A corrupção é fazer-se seguidor do diabo, pai da mentira”, afirmou o Santo Padre.
8. Com o diabo não se dialoga
Em 25 de novembro de 2016, também em Santa Marta, o Pontífice disse que o diabo “é um mentiroso, ou mais: é o pai da mentira, gera mentiras, é um impostor. Leva a crer que se comes a maçã, serás como Deus. Ele a vende assim e tu a compras; no fim, ele te engana, arruína tua vida”.
O Pontífice se perguntou como podemos fazer para não nos deixarmos enganar pelo diabo. “Jesus nos ensina como: não dialogar nunca com o diabo. Com o diabo não se dialoga. O que Jesus fez com o diabo? O expulsava”.
9. Deus permite que o demônio tente sacerdotes para que cresçam na fé
Em 2 de março de 2017, em um encontro com o clero da Diocese de Roma, na Basílica de São João de Latrão, o Papa disse aos sacerdotes que devem seguir como exemplo a fé de Simão Pedro, constantemente submetida a provações pelo diabo. Este tipo de provações, “Deus não as envia diretamente, mas não as impede”, disse.
“Toda a vida de Simão Pedro pode ser vista como um progresso na fé graças ao acompanhamento do Senhor, que lhe ensina a discernir no seu próprio coração o que procede do Pai e o que procede do demônio”.
“Talvez, a maior tentação do demônio foi esta: insinuar em Simão Pedro a ideia de não ser digno de ser amigo de Jesus porque ele o traiu”, indicou o Pontífice. “Mas o Senhor sempre é fiel. E sempre renova a sua fidelidade”.
10. O diabo sempre entra pelo bolso
Em 1º de abril de 2017, no discurso com a Comunidade do Pontifício Colégio Espanhol de São José, em Roma, o Papa disse aos sacerdotes que “o diabo entra sempre pelo bolso”.
Os sacerdotes, disse Francisco, “não podem se contentar com a conduta de uma vida ordenada e confortável, que os permita viver sem preocupações, sem sentir a necessidade de cultivar um espírito de pobreza radicado no Coração de Cristo que, não obstante fosse rico, se fez pobre por nossa causa ou então, como reza o texto, para nos enriquecer”.
11. O que fazer se o demônio te seduz? O Papa dá algumas recomendações
No dia 13 de outubro de 2017, na Missa na capela da Casa Santa Marta, o Papa encorajou os fiéis a estar “atentos” diante das tentações e das ações do diabo, que “lentamente busca mudar os critérios, para levar-nos à mundanidade”.
“Mimetiza-se em nosso modo de agir e nós dificilmente nos damos conta”, disse.
12. Papa Francisco faz uma nova advertência sobre Satanás
O Papa Francisco advertiu em 13 de dezembro de 2017 que o diabo “não é uma coisa difusa”, mas “uma pessoa” com quem não se deve dialogar.
“Com Satanás não se pode dialogar. Porque se você começa a dialogar com Satanás, está perdido. Ele é mais inteligente do que nós. Ele te dá muitas voltas, ele dá voltas no teu pensamento e você está perdido”, assinalou.
13. Papa Francisco: Onde Nossa Senhora está, o diabo não entra
Na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, Itália, o Papa Francisco disse em 29 de janeiro de 2018 que “onde Nossa Senhora é de casa, o diabo não entra”.
“A mãe guarda a fé, protege as relações, salva nas intempéries e preserva do mal”, assegurou.
14. O Papa adverte: O diabo é um derrotado, não se deixem enganar por ele
Em 8 de maio de 2018, o Papa Francisco disse que o diabo “é perigosíssimo. Apresenta-se com todo o seu poder, as suas propostas são mentiras e nós, tolos, acreditamos”.
Entretanto, destacou, o diabo “é um derrotado” e “podemos dizer que é um moribundo”.
15. Papa Francisco: O diabo busca destruir a harmonia entre o homem e a mulher
Na Missa celebrada na manhã do último dia 1º de junho, na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre advertiu que o demônio continua perseguindo e atacando, porque quer destruir a harmonia entre o homem e a mulher, e novamente denunciou as “colonizações ideológicas” e outras formas de destruição.

Assim o Sagrado Coração de Jesus transformou um bairro pobre ferido pelo suicídio de jovens

Por Bárbara Bustamante
https://www.acidigital.com/noticias/assim-o-sagrado-coracao-de-jesus-transformou-um-bairro-pobre-ferido-pelo-suicidio-de-jovens-15311

Vitral Sagrado Coração de Jesus. Foto: Wikipedia Nheyob (CC-BY-SA-3.0

Buenos Aires, 05 Jun. 18 / 05:00 am (ACI).- Entre agosto de 2015 e início de 2016, a Villa Elvira da cidade La Plata, na Argentina, sofreu o duro golpe de 5 suicídios sucessivos de um grupo de jovens amigos. O medo e o desespero se apoderaram da região, mas tudo mudou em junho daquele último ano, quando decidiram consagrar a localidade ao Sagrado Coração de Jesus.

A história remonta a 23 de agosto de 2015, quando um jovem de 19 anos chamado Gustavo se enforcou fora de sua casa. Para recordá-lo, seus amigos fizeram uma ermida para ele e começaram a se reunir lá quase todas as noites. Depois de um mês, outro jovem do grupo se matou e assim sucessivamente até o começo de 2016. No total, foram cinco mortes e várias tentativas de suicídio.

A Madre Maria Harissa Achem, superiora local da comunidade das Irmãs Servas do Senhor e da Virgem de Matará, responsável pelo Oratório Dom Bosco de Villa Elvira, explicou que esse drama tem grande parte de suas raízes no fato de “que os jovens não têm grandes ideais por causa da pobreza e da droga”.

A religiosa explicou que, “quando chegam aos a 13 ou 14 anos, a maioria não consegue terminar o ensino médio e começa a trabalhar em alvenaria ou eletricidade. Muitos deles se reúnem à noite no bairro geralmente para conversar, mas também circula a droga”.

“Nós trabalhamos neste bairro pobre há quase 11 anos. Os meninos e meninas vêm para cá tomar o café da manhã, aprender a ler e escrever, rezar. Conhecíamos esses jovens que se mataram desde pequenos, era nossos filhos”, assinalou a religiosa.

“Muitos das nossas crianças e jovens aprenderam a ter uma linda relação com Deus”, continuou a Madre Harissa. “Por isso, quando os primeiros meninos começaram a se matar, os demais ficaram assustados e vieram nos pedir ajuda espiritual”.

Segundo relatou a religiosa, “providencialmente”, os jovens foram pedir ajuda em junho daquele ano, “no mês do Sagrado Coração de Jesus”.

“Então, começamos a pedir ao Sagrado Coração pelos meninos e, finalmente, decidimos incentivar para que o bairro se consagrasse a Ele para que abençoe os lares”, sustentou.

A religioso explicou que “depois os meninos começaram a dizer que queriam destruir a ermida feita pelos jovens, que era uma espécie de casa com as fotos dos que se mataram, já que diziam que isso os estava levando a querer fazer o mesmo”.

“Eles mesmos destruíram aquela casinha”, recordou a Madre Harissa. E, na primeira semana de julho, “o Bispo auxiliar de La Plata, Dom Alberto Bochatey, visitou o local e decidiu fazer um exorcismo. O medo e o pedido de auxílio dos jovens foi o motivo que nos levou a fazê-lo”.

Papa Francisco sobre o Corpus Domini: É um mistério de atração e transformação em Cristo

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Vaticano, 03 Jun. 18 / 10:00 am (ACI).- O Papa Francisco explicou, antes de rezar a oração do Ângelus, que em muitos países se celebra “a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, ou seja, o Corpus Domini é um mistério de atração a Cristo”.

“A festa do Corpo de Deus é um mistério de atração a Cristo e de transformação nele”, indicou.

Francisco recordou o Evangelho da Ceia do Senhor e assinalou que “em força deste testamento de amor, a comunidade cristã se reúne todo domingo, e todo dia, em torno da Eucaristia”.

Acrescentou que “toda vez que celebramos a Eucaristia, mediante este Sacramento tão sóbrio e, ao mesmo tempo, tão solene, fazemos experiência da Nova Aliança, que realiza plenamente a comunhão entre Deus e nós”.

Toda eucaristia “constitui um ato de culto público a Deus, evoca a vida e as vicissitudes concretas da nossa existência”.

“Ao mesmo tempo em que nos alimentamos do Corpo e Sangue de Cristo, somos assimilados a Ele, recebemos em nós o seu amor, não para detê-lo ciosamente, mas para partilhá-lo com os outros”.

O Pontífice explicou que “uma presença que como fogo queima em nós as atitudes egoístas, nos purifica da tendência a dar somente quando recebemos, e acende o desejo de fazer-nos também nós, em união com Jesus, pão partilhado e sangue derramado pelos irmãos”.

“É uma escola de amor concreto, paciente e sacrificado, como Jesus na cruz; ensina-nos a sermos mais acolhedores e disponíveis para os que procuram compreensão, de ajuda, de encorajamento, e estão marginalizados e sós”.

“A presença de Jesus vivo na Eucaristia é como uma porta, uma porta aberta entre o templo e a estrada, entre a fé e a história, entre a cidade de Deus e a cidade do homem”.

Nas procissões que acontecem em muitos países, afirmou que “são um sinal eloquente do fato de que Jesus, morto e ressuscitado, continua a percorrer as estradas do mundo, abeira-se de nós e guia o nosso caminho: alimenta a fé, a esperança e o amor, conforta nas provações, sustenta o compromisso pela justiça e a paz”.

O Papa recordou que ele presidirá uma Missa e procissão na cidade de Ostia, nos arredores de Roma, “como fez o Beato Paulo VI há 50 anos”.

Cardeal Müller: Ideologia de gênero se converteu em uma nova religião

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Roma, 31 Mai. 18 / 01:00 pm (ACI).- O Cardeal Gerhard Müller refletiu sobre o progresso da ideologia de gênero no mundo e considerou que esta floresceu no vazio deixado pelo colapso do fascismo e do comunismo soviético como uma “nova religião”.

“O marxismo e o fascismo, a ideologia anticristã, caíram. O capitalismo está em crise. Havia lugar para a verdadeira filosofia, para a teologia e para a religião cristã. Mas as pessoas preferiram inventar uma nova religião, que acredita no ser humano em vez de Deus”, disse o Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé em 25 de maio.

O Purpurado fez esta declaração antes da apresentação da edição italiana do livro “Why I Don’t Call Myself Gay” (Por que não me chamo gay), de Daniel Mattson.

“As pessoas não podem se classificar segundo a sua orientação sexual”, disse o Cardeal Müller. “Não temos seres humanos mais especiais do que outros. O homem deve se descrever de acordo a sua pessoa e com o fato de que ele é criado à imagem e semelhança de Deus e da sua vocação à Vida eterna”.

Referindo-se à pastoral para os homossexuais, o Cardeal assinalou que “a Igreja sempre respeitou toda a pessoa humana, além de qualquer categorização”.

Além disso, destacou que “na ideologia de gênero se pode contar dezenas de gêneros, enquanto o ser humano é criado como homem e mulher: esta é a nossa natureza, e a vontade de Deus Criador se expressa nesta natureza”.

O Cardeal Müller sublinhou que as pessoas “devem resistir aos que se organizam como um grupo ideológico e querem mudar toda a sociedade, impondo o seu pensamento em cada povo”.

Isso é “uma imposição de um pensamento único”, pois os grupos ideológicos “atacam todos aqueles que não pensam como eles, insultam, inclusive destroem a dignidade humana das pessoas que pensam de forma diferente”.

Disse que estas pessoas formam “um lobby, uma organização com seus próprios interesses”.

“Podemos falar de qualquer coisa no segredo de confissão e com cuidado pastoral, mas nenhum homem pode se identificar com uma categoria que realmente não existe”, acrescentou.

Também destacou que esta construção vem do pensamento marxista, pois a “lógica marxista afirma que a mente não reconhece a realidade, mas constrói a realidade: quando o partido comunista diz que 2 + 2 é 5, todo o mundo deve acreditar”.

Sobre Daniel Mattson

No livro “Why I Don’t Call Myself Gay” (Por que não me chamo gay), Daniel Mattson combina sua biografia, filosofia de vida e um guida prático da vida em castidade. A edição em inglês tem um prólogo do Cardeal Robert Sarah e foi recomendado por vários arcebispos.

Mattson reconhece que desde criança experimentou uma atração para o mesmo sexo, mas vive em castidade e faz parte da organização Courage, que ajuda pessoas que, como ele, querem viver um vida casta marcada pela oração, o companheirismo e o apoio mútuo.

O Cardeal Müller elogiou Mattson, membro da organização Courage, por não se classificar como gay, mas como “Filho de Deus”.

Ideologia de gênero e Igreja Católica

A ideologia de gênero e o cuidado pastoral para as pessoas homossexuais estão entre os temas mais discutidos na Igreja Católica.

A Congregação para a Doutrina da Fé emitiu em 1986 uma Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais, na qual incentiva os pastores “a promoverem, nas suas dioceses, uma pastoral para as pessoas homossexuais, plenamente concorde com o ensinamento da Igreja”.

“Nenhum programa pastoral autêntico poderá incluir organizações em que pessoas homossexuais se associem entre si, sem que fique claramente estabelecido que a atividade homossexual é imoral. Uma atitude verdadeiramente pastoral incluirá a necessidade de evitar, para as pessoas homossexuais, as ocasiões próximas de pecado”, acrescenta o documento.

Em seu Pontificado, o Papa Francisco fez reiteradas advertências sobre os perigos da ideologia de gênero e, poucos meses antes de renunciar, o Papa Bento XVI fez o mesmo.

Em sua saudação de Natal à Cúria Romana, em 21 de dezembro de 2012, Bento XVI disse que “salta aos olhos a profunda falsidade desta teoria e da revolução antropológica que lhe está subjacente. O homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria”.

 

 

5 advertências do Papa Francisco sobre a ideologia de gênero
https://www.acidigital.com/noticias/5-advertencias-do-papa-francisco-sobre-a-ideologia-de-genero-48028

VATICANO, 02 Dez. 16 / 10:00 am (ACI).- Ao longo do seu pontificado, o Papa Francisco fez diversas e claras advertências sobre a ideologia de gênero, uma corrente que considera que o sexo não é uma realidade biológica, mas uma construção sociocultural que diversos governos tentam impor através da educação das crianças e jovens.

A seguir, 5 advertências claras que o Santo Padre fez a respeito deste tema polêmico:

1. É uma colonização ideológica

No final de julho deste ano, dirigindo-se aos bispos da Polônia, o Pontífice afirmou que “na Europa, na América, na América Latina, na África, em alguns países da Ásia, há verdadeiras colonizações ideológicas. E uma destas – digo claramente com nome e sobrenome – é a ideologia de gênero!”.

“Hoje ensinam as crianças – as crianças! –, que estão na escola: que cada um pode escolher o seu sexo. E por que ensinam isto? Porque os livros são das pessoas e instituições que lhes dão dinheiro. São as colonizações ideológicas, sustentadas também por países muito influentes. Isto é terrível”, alertou.

2. Esvazia o fundamento antropológico da família

Na exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia, sobre o amor na família, publicada em março de 2016, o Santo Padre explica no parágrafo 56 do documento, que a ideologia de gênero “prevê uma sociedade sem diferenças de sexo, e esvazia a base antropológica da família”. Além disso, procura uma identidade humana que pode se determinar de forma individual e ser trocada no tempo.

“Esta ideologia leva a projetos educativos e diretrizes legislativas que promovem uma identidade pessoal e uma intimidade afetiva radicalmente desvinculadas da diversidade biológica entre homem e mulher”, denúncia o Santo Padre.

3. É um equívoco da mente humana

Em março de 2015, o Papa Francisco se referiu às “colonizações ideológicas” que afetam seriamente a família, pois são “modalidades e propostas que existem na Europa e chegam também do outro lado do Oceano. E há também esse erro da mente humana que é a teoria de gênero, que cria tanta confusão”.

4. É um passo atrás

Em abril de 2015, o Papa ofereceu uma catequese sobre o ser humano criado por Deus como homem e mulher, na qual disse: “A cultura moderna e contemporânea abriu novos espaços, novas liberdades e novas profundidades para o enriquecimento da compreensão desta diferença. Mas introduziu também muitas dúvidas e muito ceticismo. Por exemplo, pergunto-me se a chamada teoria do gênero não seja expressão de uma frustração e de uma resignação, que visa a cancelar a diferença sexual porque não sabe mais como lidar com ela. Sim, corremos o risco de dar um passo atrás. A remoção da diferença, na verdade, é o problema, não a solução”.

5. Doutrinar crianças com ideologia de gênero é uma maldade

Na tradicional coletiva de imprensa que oferece na volta das suas viagens internacionais, especificamente no voo de Azerbaijão a Roma, o Papa assinalou que “as pessoas devem ser acompanhadas como as acompanha Jesus. Quando uma pessoa tem essa condição e chega diante de Jesus, o Senhor não lhe dirá: Vai embora porque você é homossexual! Não! Eu me referi sobre a maldade que se faz hoje com a doutrinação da teoria de gênero”.

“Um pai francês me contou que falava na mesa com os filhos – católicos eles e a esposa, católicos não tão comprometidos, mas católicos – e perguntou ao menino de 10 anos: ‘O que quer ser quando crescer?’ ‘Uma menina’”.

“O pai notou que o livro da escola ensinava a teoria de gênero e isso vai contra as coisas naturais. Uma coisa é a pessoa ter essa tendência, essa opção, e também quem muda de sexo. Outra coisa é ensinar nas escolas esta linha para mudar a mentalidade. Isso eu chamo de colonizações ideológicas”.

10 fatos sobre a Eucaristia para recordar na Solenidade de Corpus Christi

Por Abel Camasca
https://www.acidigital.com/noticias/10-fatos-sobre-a-eucaristia-para-recordar-na-solenidade-de-corpus-christi-17308

REDAÇÃO CENTRAL, 31 Mai. 18 / 08:00 am (ACI).- Durante séculos, a Igreja e os santos animaram os fiéis ao amor a Eucaristia. Há inclusive algumas pessoas que entregam sua vida para protegê-la. Hoje, Solenidade de Corpus Christi, apresentamos 10 coisas que todo cristão deveria saber em relação a este grande milagre:

1. Jesus, reunido com seus apóstolos durante a Última Ceia, instituiu o sacramento da Eucaristia: “Tomai e comei; isto é meu corpo…” (Mt, 26, 26-28). Desta maneira fez com que os apóstolos participassem do seu sacerdócio e mandou que fizessem o mesmo em memória dele.

2. A palavra Eucaristia, derivada do grego eucharistía, significa “Ação de graças” e se aplica a este sacramento porque nosso Senhor deu graças ao seu Pai quando a instituiu; além disso, porque o Santo Sacrifício da Missa é a melhor maneira de dar graças a Deus pela Sua Bondade.

3. O Concílio de Trento define claramente: “No Santíssimo Sacramento da Eucaristia está contido verdadeira, real e substancialmente o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, junto a sua Alma e Divindade. Em realidade Cristo se faz presente integralmente”.

4. Na Santa Missa, os bispos e sacerdotes transformam realmente o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Cristo durante a consagração.

5. A Comunhão é receber Jesus Cristo sacramentado na Eucaristia. A Igreja manda comungar pelo menos uma vez ao ano, em estado de graça, e recomenda a comunhão frequente. É muito importante receber a Primeira Comunhão quando a pessoa chega ao uso da razão, com a devida preparação.

6. O jejum eucarístico consiste em deixar de comer qualquer alimento ou bebida ao menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, exceto água e remédios. Os doentes e seus cuidadores podem comungar embora tenham tomado algo na hora imediatamente antes.

7. A pessoa que comunga em pecado mortal comete um pecado grave chamado sacrilégio. Aqueles que desejam comungar e estão em pecado mortal não podem receber a Comunhão sem antes receber o sacramento da Penitência, pois para comungar não basta o ato de contrição.

8. Frequentar a Santa Missa é um ato de amor a Deus que deve brotar naturalmente de cada cristão. E também é uma obrigação guardar os domingos e festas religiosas de preceito, salvo quando impedido por uma causa grave.

9. A Eucaristia no Sacrário é um sinal pelo qual nosso Senhor está constantemente presente em meio do seu povo e é alimento espiritual para doentes e moribundos. Devemos prestar sempre nosso agradecimento, adoração e devoção à real presença de Cristo reservado no Santíssimo Sacramento.

10. No Vaticano, a Solenidade de Corpus Christi é celebrada na quinta-feira depois da Solenidade da Santíssima Trindade. Mas, em várias dioceses é comemorado no domingo posterior.

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