Eu mesmo devo decidir minha Eternidade… para ser feliz!

Eu mesmo devo decidir minha eternidade, não Deus.
Tu determinas tua existência!

Lemos na Bíblia, no Livro do Eclesiástico cap. 15, vers. 11-20:

Não digas: “É o Senhor que me faz pecar”, porque Ele não faz aquilo que odeia.

Não digas: “É Ele que me faz errar”, porque Ele não tem necessidade de um homem pecador.

O Senhor odeia toda espécie de abominação e nenhuma é amável para os que O temem.

Desde o princípio Ele criou o homem e o abandonou nas mãos de sua própria decisão.

Se quiseres, observarás os mandamentos: a fidelidade está no fazer a Sua vontade.

Ele colocou diante de ti o fogo e a água; para o que quiseres estenderás a tua mão.

Diante dos homens está a vida e a morte, ser-te-á dado o que preferires.

É grande, pois, a sabedoria do Senhor, Ele é Todo-Poderoso e vê tudo.

Seus olhos vêem os que o temem, Ele conhece todas as obras do homem.

Não ordenou a ninguém ser ímpio, não deu a ninguém licença de pecar.

 

PARA SER FELIZ

Um ancião deixou condensadas, em oito pontos, as observações da sua longa experiência, aos 97 anos, sobre o segredo de se ter paz e felicidade. Ei-las:

1º) As orações da manhã e da noite nunca atrasaram o trabalho;

2º) O trabalho no domingo nunca enriqueceu a ninguém;

3º) A blasfêmia traz desgraças; nunca vi um blasfemo viver tranqüilo e morrer em paz;

4º) Um filho rebelde para com seus pais, cedo ou tarde é castigado de um modo exemplar, e quase sempre na vida presente;

5º) O ódio é um câncer no coração. Os bens roubados nunca prosperam;

6º) As esmolas e obras de caridade nunca levaram ninguém à pobreza;

7º) Muito caro se paga na velhice as loucuras da mocidade;

8º) Enfim (e é o ponto principal), quanto mais alguém for atrevido contra Deus durante a vida, tanto mais tremerá na hora da morte.

 

O tempo e a eternidade

“O tempo é muito lento para os que esperam. Muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam. Muito curto para os que festejam, mas para os que amam, o tempo dura uma eternidade”.
Autor desconhecido

 

O que acontece depois da morte?
Carta sobre algumas questões referentes à escatologia, da Congregação para a Doutrina da Fé, da Igreja católica
Por Edson Sampel

Os itens abaixo estão baseados na “Carta sobre algumas questões referentes à escatologia”, da Congregação para a Doutrina da Fé, da Igreja católica.

1) Depois da morte, ocorre a sobrevivência e a substância de um elemento espiritual, dotado de consciência e de vontade. Subsiste, assim, o eu humano, enquanto carece do complemento do seu corpo. Este elemento espiritual se chama alma.

2) Aguarda-se a gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, considerada, entretanto, distinta e postergada em relação à condição própria do homem imediatamente depois da morte.  Alguns teólogos denominam evo [pronuncia-se évo] esse “tempo” que medeia entre a morte e a ressurreição dos mortos, no juízo final. De fato, o tempo (com começo e fim) se refere ao homem na terra; a eternidade (sem começo e sem fim) é um atributo exclusivo de Deus e o evo (começa com o óbito e não tem fim), típico do homem, é definido como uma sucessão de atos psicológicos.

3) A ressurreição dos mortos se refere a todo o homem, isto é, corpo e alma: para os eleitos não é, senão, a extensão da própria ressurreição de Jesus Cristo.

4) A Igreja, em adesão fiel ao novo testamento e à tradição, crê na felicidade dos justos, que estarão um dia com Cristo no céu. Também crê no castigo eterno que espera o pecador, que será privado da visão de Deus, e na repercussão dessa pena em todo o seu ser. Crê, finalmente, em uma eventual purificação para os eleitos, prévia à visão de Deus; de todo diversa, no entanto, do castigo dos condenados. Isto é o que entende a Igreja quando fala do inferno e do purgatório.

5) Os cristãos devem manter-se firmes quanto a dois pontos essenciais: têm de acreditar, por um lado, na continuidade fundamental que existe, por virtude do Espírito Santo, entre a vida presente em Cristo e a vida futura; por outro lado, deve-se saber que ocorre uma ruptura radical entre o presente e o futuro, pelo fato de que à economia da fé sucede a economia da plena luz; ou seja, no céu, nós estaremos com Cristo e veremos Deus (1 Jo 3,2).

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