Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo – 18 de Novembro

A morte de São Pedro em Roma fixou para sempre a sede do seu império espiritual. Com o sangue de Pedro e de Paulo conseguiu Roma mais conquistas do que com todos os seus soldados e legionários. A que era mestra do erro, tomou-se discípula da verdade e resplandeceu em todo o orbe, como sol entre as estrelas. O fogo sagrado, que irradia calor e vida, recolhe-se junto do túmulo dos dois Apóstolos. Lá se ajoelha Roma, de lá olha para o mundo e lá se toma visível Cristo.
A liturgia de hoje chama-nos a Roma, ao túmulo dos dois Apóstolos, às Basílicas de São Pedro e São Paulo. Estão distantes entre si, mas une-as um mesmo espírito, uma mesma fé se respira nelas, um mesmo Cristo fala nas duas.
«Eu posso-te mostrar os sepulcros dos Apóstolos. Se vieres ao Vaticano, se chegares à Via Ostiense, verás os gloriosos troféus dos que fundaram esta Igreja». Assim escrevia no século 11 um presbítero de Roma, Caio, e assim nos fala hoje a liturgia católica. Vamos ver os sepulcros dos Apóstolos Pedro e Paulo, os dois grandes astros do céu cristão.
Como o confirmaram as escavações recentes, da época de Pio XII, é certo que São Pedro foi enterrado na colina do Vaticano, ao pé do lugar da sua crucifixão, que estava junto do circo de Nero. O túmulo de S. Pedro foi núcleo de atração para outros sepulcros cristãos posteriores, especialmente dos Papas dos séculos I e 11, desde São Lino até São Vítor.
São Paulo foi decapitado junto da estrada que leva a Óstia, em Tre Fontane (Três
Fontes), e enterrado na propriedade duma senhora piedosa chamada Lucina.
Sobre o sepulcro de São Pedro, no Vaticano, levantou o Papa Anacleto uma memória, isto é, um oratório. Logo que brilhou o sol da paz, o Papa S. Silvestre propôs a Constantino se desse aos sepulcros de Pedro e Paulo aquela forma exterior de grandeza arquitetônica e riqueza artística que exigiam os dois maiores santuários da fé católica.
Constantino acolheu a idéia e, tanto na Via Comélia como na Via Ápia, levantou duas magníficas Basílicas – domus regales são chamadas pelo Livro Pontifical- resplandecentes pelo oiro e dotadas com ingente patrimônio imóvel.
O primeiro trabalho de Constantino consistiu numa espécie de armário para proteger e, por assim dizer, blindar os dois sepulcros. O biógrafo de S. Silvestre diz-nos que, dentro daquela massa enorme, os corpos dos dois Apóstolos ficavam inteiramente seguros e intangíveis. Sobre ambos erigiu o piedoso Imperador uma grande cruz de oiro, que pesava 150 libras.
Nesta obra do século IV havia duas partes distintas: a câmara sepulcral ou domus regalis, e a basílica exterior, coruscans aula, que a circundava. Desde os tempos do Papa Hormisdas, século VI, a câmara sepulcral estava completamente inacessível.
A Basílica constantiniana de S. Paulo ficou mais pequena que a de S. Pedro, por imposição do lugar, compreendido entre a Via Ostiense e outro caminho do lado do Tibre. Depressa resultou pequena para a afluência de peregrinos e teve de ser ampliada em 386, com a ajuda dos Imperadores Valentiniano 11, Teodósio I e Arcádio.
Ao transladar-se a Corte Imperial para Constantinopla, Roma cristã sentiu maior necessidade de apertar-se à volta do Pontífice e de olhar para as Basílicas dos Príncipes dos Apóstolos como para o verdadeiro Palatino ou a nova Régia da Religião católica. Pedro e Paulo foram desde estão os únicos Soberanos de Roma.
A liturgia das festas principais, como na Epifania, na Ascensão e no Pentecostes, realiza-se na Basílica de S. Pedro. O Papa, os presbíteros e diáconos romanos reúnem-se aí. O novo pontífice começa nela o seu pontificado e termina-o também, com a sua sepultura. O Papa, quando confirma, senta-se na mesma cátedra de madeira que, segundo uma tradição ultrapassada, S. Pedro usava, adornada e enriquecida com o melhor que souberam inspirar a arte e o gênio da fé. Rodeada por Leão IV com uma muralha torreada, a Cidade Leonina surgiu no século IX como símbolo e fortaleza do túmulo do Pontificado Supremo. Até este século, o túmulo de S. Pedro devia estar visível; foi por motivo da invasão sarracena que se ocultou.
Uma inscrição que se lia na abóbada, debaixo do mosaico da ábside, mosaico renovado por Inocêncio III no século XI, indica-nos a idéia cristã sobre a Basílica de S. Pedro: «Esta é a Suprema Sede de Pedro e o Templo consagrado ao Príncipe dos Apóstolos. Esta é a Mãe, a glória e o ornamento de todas as igrejas.
Quem presta devota adoração neste templo a Cristo recolherá as flores da sua virtude e, a seu tempo, o fruto da eterna salvação».
Na extremidade da ábside, debaixo da «glória» de Bernini, vê-se um trono de bronze elevado que encerra uma cadeira antiga que se dizia ter servido ao próprio São Pedro. Sabe-se hoje que foi dada ao papa João VIII (872-882), por Carlos, o Calvo, rei de França.
A história da Basílica de São Paulo é paralela à de São Pedro. Quando, em 410, Alarico I, rei dos Visigodos, saqueou a Cidade Eterna, mandou apregoar aos Romanos que seriam perdoados todos os que se refugiassem nas Basílicas dos Apóstolos. E sabemos por São Jerônimo que Marcela, com a sua discípula Princípia, se refugiou em São Paulo «buscando ou um asilo ou um sepulcro».
São Gregório Magno diz-nos que, no seu tempo, as duas Basílicas eram famosas pelo número dos seus milagres e que os fiéis lhes tinham tal respeito e veneração, que não se atreviam quase a aproximar-se. João VIII rodeou, depois da invasão sarracena, com uma muralha torreada, a Basílica de São Paulo.
As inscrições falam-nos da fé e estima dos fiéis: «Paulo, sepultado aqui, levantou-se mais alto que o céu. Ele, a quem todo o orbe é devedor da sua fé em Cristo».
«Esta é a Sede da fé, onde o Soberano Dominador liberta as almas, as purifica na
fonte sagrada e as toma sob a sua proteção».
As atuais Basílicas de São Pedro e São Paulo não são as mesmas que admiraram os peregrinos da Idade Média. O templo de São Pedro foi derribado no século XVI, reconstruído com o maior esplendor e sagrado por Urbano VIII, a 18 de Novembro de 1626.
Em 1823, enquanto Pio VII, na agonia, recordava delirando os dias felizes que tinha passado, como simples monge da Abadia de São Paulo, um tremendo incêndio destruía grande parte da Basílica do Doutor das gentes. Foi difícil que as chamas respeitassem o cruzeiro onde estava o altar do Apóstolo, debaixo do arco triunfal de São Leão Magno. Ao Papa moribundo ocultaram a tragédia. Única dor que foi poupada a esse Pontífice mártir!
A fé e a generosidade de quatro Pontífices levantaram a nova Basílica de São Paulo, maior, mais formosa e artística que a primeira. Pio IX consagrou-a a 10 de Dezembro de 1854, na presença dos Cardeais e Bispos que tinham acorrido a Roma, de todas as partes do mundo, para assistirem a ser proclamado o Dogma da Imaculada Conceição.

 

Hoje a Igreja celebra a dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo
http://www.acidigital.com/noticias/hoje-a-igreja-celebra-a-dedicacao-das-basilicas-de-sao-pedro-e-sao-paulo-33429/

Lima, 18 Nov. 14 / 11:23 am (ACI).- No dia 18 de novembro a Igreja celebra a dedicação das Basílicas dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, templos em Roma que contêm os restos destes dois grandes apóstolos do cristianismo e símbolos da fraternidade e da unidade da Igreja.

A Basílica de São Pedro no Vaticano foi construída sobre o túmulo do Apóstolo, que morreu crucificado de cabeça para baixo. No ano 323 o imperador Constantino mandou construir aí a Basílica dedicada àquele que foi o primeiro Papa da Igreja.

A atual Basílica de São Pedro demorou 170 anos para ser construída. Começou com o Papa Nicolás V em 1454 e foi terminada pelo Papa Urbano VIII, que a consagrou no dia 18 de novembro de 1626. Data que coincide com a consagração da antiga Basílica.

Bramante, Rafael, Michelângelo e Bernini, famosos artistas da história, trabalharam nela plasmando o melhor de sua arte.

A Basílica de São Pedro mede 212 metros de comprimento, 140 de largura e 133 metros de altura na sua cúpula. Não há nenhum templo no mundo que tenha tamanha extensão.

A Basílica de São Paulo Fora dos Muros é, depois de São Pedro, o maior templo de Roma. Surgiu também por vontade de Constantino. Em 1823 foi destruída, quase completamente, por um terrível incêndio. Leão XIII iniciou a sua reconstrução e foi consagrada em 10 de dezembro de 1854 pelo Papa Pio IX.

Um dado interessante é que sob as janelas da nave central e das naves laterais, em mosaico, encontram-se os retratos de todos os Papas desde São Pedro até o atual, o Papa Francisco.

Em 2009, por ocasião desta celebração, o Papa Bento XVI disse que “esta festa nos proporciona a ocasião de ressaltar o significado e o valor da Igreja. Queridos jovens, amem a Igreja e cooperem com entusiasmo em sua edificação”.

 

Dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo – 18 de Novembro

Em 323 o imperador Constantino começou a construir a basílica de São Pedro, atendendo a apelos de sua mãe, Santa Helena. Ela foi construída no local onde São Pedro foi sepultado. Durante dois séculos foi preservada sua concepção original. Depois a construção foi se deteriorando.

As grandes basílicas foram construídas no período que vai de Constantino a Justiniano. A Basílica de São Paulo extramuros localiza-se ao longo da Via Ostiense, próximo à margem esquerda do Tibre e a aproximadamente 2 km da Muralha Aureliana, saindo pela Porta São Paulo, resultando o nome: fora dos muros, extramuros.

A dedicação da basílica de São Pedro foi feita pelo papa Silvestre, cujo pontificado ocorreu de 314 a 335. A basílica de São Paulo foi dedicada pelo papa Siricio, que pontificou de 384 a 399.

Hoje celebramos a Dedicação dessas duas basílicas.

A atual Basílica de São Pedro em Roma foi consagrada pelo Papa Urbano VIII em 18 de novembro de 1626, aniversário da consagração da Basílica antiga. Sua construção durou 170 anos, sob a direção de 20 Papas. Está construída na colina do Vaticano sobre o túmulo de São Pedro, que neste monte foi martirizado, crucificado de cabeça para baixo e ali mesmo sepultado. O Imperador Constantino construiu ali a primeira basílica em 323. Essa Igreja permaneceu sem modificação durante séculos. Junto a ela foram sendo construídos os edifícios que pertenciam aos Sumos Pontífices, que a foram embelezando.

Logo depois do desterro em que os Papas foram mantidos em Avignon, o Papa começou a viver junto à Basílica de São Pedro (até então viveram no Palácio junto à Basílica de Latrão). Desde esse tempo tornou-se a Basílica mais conhecida em todo o mundo. Não há outro templo no mundo que se iguale a ele em extensão. Sua beleza é impressionante. Nela trabalharam artistas como Bramante, Rafael, Michelangelo e Bernini

Hoje recordamos também a Consagração da Basílica de São Paulo, que está do outro lado de Roma, a 11 km de São Pedro, num local chamado “as três fontes”, porque a tradição conta que ali foi cortada a cabeça de São Paulo, que ao cair, bateu três vezes no solo, brotando em cada um desses lugares uma fonte (e ali estão as três fontes).

A antiga Basílica de São Paulo foi construída pelo Papa São Leão Magno e pelo Imperador Teodósio. Em 1823 foi destruída por um incêndio. Com esmolas de todo o mundo foi construída a nova, sobre o modelo da antiga, maior e mais bela, que foi consagrada pelo Papa Pio IX em 1854. Nos trabalhos de reconstrução encontrou-se um sepulcro muito antigo (anterior ao sec. IV), com esta inscrição: “Paulo, Apóstolo e Mártir”.

Estas Basílicas nos recordam como foram generosos os católicos de todos os tempos para que nossas igrejas fossem as mais belas. E o zelo que devemos ter pela casa de Deus.

BASÍLICA DE SÃO PEDRO

A Basílica de São Pedro (em latim Basílica Sancti Petri, em italiano Basílica di San Pietro) é uma basílica no Estado do Vaticano, tratando-se da maior das igrejas do cristianismo e um dos locais cristãos mais visitados. Cobre um área de 23000 m² ou 2,3 hectares (5.7 acres) e pode albergar mais de 60 mil devotos (mais de cem vezes a população do Vaticano). É o edifício com o interior mais proeminente do Vaticano, sendo sua cúpula uma característica dominante do horizonte de Roma, sendo adornada com 340 estátuas de santos, mártires e anjos. Situada na Praça de São Pedro, sua construção recebeu contribuições de alguns dos maiores artistas da história da humanidade, tais como Bramante, Michelangelo, Rafael e Bernini.

Foi provado que sob o altar da basílica está enterrado São Pedro (de onde provém o nome da basílica) um dos doze apóstolos de Jesus e o primeiro Papa e, portanto, o primeiro na linha da sucessão papal. Por esta razão, muitos Papas, começando com os primeiros, têm sido enterrados neste local. Sempre existiu um templo dedicado a São Pedro em seu túmulo, inicialmente extremamente simples, com o passar do tempo, os devotos foram aumentando o santuário, culminando na atual basílica. A construção do atual edifício sobre o antigo começou em 18 de abril de 1506 e foi concluído em 18 de novembro de 1626, sendo consagrada imediatamente pelo Papa Urbano VIII. A basílica é um famoso local de peregrinação, por suas funções litúrgicas e associações históricas. Como trabalho de arquitetura, é considerado o maior edifício de seu período artístico.

A Basílica de São Pedro é uma das quatro basílicas patriarcais de Roma, sendo as outras a Basílica de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Contrariamente à crença popular, São Pedro não é uma catedral, uma vez que não é a sede de um bispo. Embora a Basílica de São Pedro não seja a sede oficial do Papado (que fica na Basílica de São João de Latrão), certamente é a principal igreja que conta com a participação do Papa, pois a maioria das cerimônias papais são realizadas na Basílica de São Pedro devido à sua dimensão, à proximidade com a residência do Papa, e a localização privilegiada no Vaticano.

O TÚMULO DE SÃO PEDRO

Depois da crucificação de Jesus, no segundo trimestre do primeiro século da era cristã, está registado no livro bíblico de Atos dos Apóstolos que um de seus doze discípulos, conhecido como Simão Pedro, um pescador da Galileia, assumiu a liderança entre os seguidores de Jesus e foi de grande importância na fundação da Igreja Cristã. O nome é Pedro “Petrus” em latim e “Petros”, em grego, decorrente de “Petra”, que significa “pedra” ou “rocha” em grego. Pedro depois de um ministério com cerca de trinta anos, viajou para Roma e evangelizou grande parte da população romana. Pedro foi executado no ano 64 d.C durante o reinado do imperador romano Nero, sendo crucificado de cabeça para baixo à seu próprio pedido, perto do Obelisco no Circo de Nero.

Os restos mortais de São Pedro foram enterrados fora do Circo, na Colina do Vaticano, a menos de 150 metros (490 pés) a partir do seu local de morte. Seu túmulo foi inicialmente marcado apenas com uma pedra vermelha, símbolo de seu nome, mas sem sentido para os não-cristãos. Um santuário foi construído neste local alguns anos mais tarde. Quase trezentos anos depois, A antiga Basílica de São Pedro foi construída ao longo deste sítio.

A partir dos anos 1950 intensificaram-se as escavações no subsolo da basílica, após extenuantes e cuidadosos trabalhos, inclusive com remoção de toneladas de terra que datava do corte da Colina Vaticana para a terraplanagem da construção da primeira basílica na época de Constantino, a equipe chefiada pela arqueóloga italiana Margherita Guarducci encontrou o que seria uma necrópole atribuída a São Pedro, inclusive uma parede repleta de grafitos com a expressão Petrós Ení, que, em grego, significa “Pedro está aqui”.

Também foram encontrados, em um nicho, fragmentos de ossos de um homem robusto e idoso, entre 60-70 anos, envoltos em restos de tecido púrpura com fios de ouro que se acredita, com muita probabilidade, serem de São Pedro. A data real do martírio, de acordo com um cruzamento de datas feito pela arqueóloga, seria 13 de outubro de 64 d.C. e não 29 de junho, data em que se comemorava o traslado dos restos mortais de São Pedro e São Paulo para a estada dos mesmos nas Catacumbas de São Sebastião durante a perseguição do imperador romano Valeriano em 257.

BASÍLICA DE SÃO PAULO EXTRAMUROS

A Basílica de São Paulo Extramuros, (it.: Basílica di San Paolo fuori le mura) ou Basílica de São Paulo Fora de Muros é, em dimensões, a segunda maior basílica católica de Roma, só superada pela Basílica de São Pedro na Cidade do Vaticano. É uma das quatro basílicas patriarcais.

O Arcebispo Francesco Monterisi, Núncio Apostólico Emérito da Itália, é o atual Arcipreste da basílica, nomeado em 2009, pelo Papa Bento XVI.

A Basílica de São Paulo Extramuros localiza-se ao longo da Via Ostiense, próximo à margem esquerda do Tibre e a aproximadamente 2 km da Muralha Aureliana, saindo pela Porta São Paulo, resultando o nome: fuori le mura (fora do muros, extramuro).

No local onde foi erguida a basílica, reza a tradição, é onde o apóstolo Paulo, ao qual é dedicada a igreja, foi sepultado e o túmulo do santo se encontra debaixo do altar maior, dito altar papal. Por esta razão houve, ao longo dos séculos, um grande movimento de peregrinação. A partir do século XIII, data do primeiro Ano Santo, faz parte do itinerário jubilar para obter-se indulgência e ver celebrar a abertura da Porta Santa.

A construção que tem 131,66 m de comprimento, largura 65 m e altura 29,70 m, é imponente e representa pela grandeza a segunda dentre as quatro basílicas patriarcais de Roma. A atual basílica é uma reconstrução do século XVIII da antiga basílica paleocristã do tempo de Constantino.

A basílica, e todo o complexo anexo, como o claustro e o mosteiro, não fazem parte da República Italiana mas são propriedades da Santa Sé.

TÚMULO DE SÃO PAULO

Desde 2002 foram efetuadas escavações arqueológicas na basílica que em 2006 encontraram um túmulo de baixo do altar-mor da basílica.

O túmulo – que já em 390 se acreditava ser de São Paulo – tem inscrita a frase “PAULO APOSTOLO MART” (Paulo, apóstolo mártir), apresenta uma abertura e foi encontrado entre os dois templos que foram construídos um sobre o outro.

A sepultura do apóstolo deverá ser exposta na Basílica. O Papa Bento XVI autorizou o estudo científico do achado. Apesar de não ter sido aberto, foi feito um pequeno orifício e as investigações feitas com recurso a uma microcâmara, que recolheu várias partículas e fragmentos, confirmam que tratar-se de um túmulo datado dos séculos I e II.

O exame do carbono 14 a fragmentos de osso confirmou que se trata de uma pessoa que viveu entre o século I e II, tendo o papa referido que “isso parece confirmar a tradição unânime e incontestável de que se trata dos restos mortais do Apóstolo Paulo”.

Fonte: sacrificiovivoesanto.wordpress.com/2011/11/18/festa-da-dedicacao-das-basilicas-de-sao-pedro-e-sao-paulo/

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