XXVI Domingo do Tempo Comum – Ano B

Por Pe. Inácio José Schuster

Quem não está conosco, está contra nós
Números 11, 25-29; Tiago 5, 1-6; Marcos 9, 38-43.45.47-48

Um dos apóstolos, João, viu expulsar demônios em nome de Jesus a um que não era do círculo dos discípulos e o proibiu. Ao contar o incidente ao Mestre, ouve-se que Ele responde: «Não o impeçais… Quem não está contra nós, está a nosso favor». Trata-se de um tema de grande atualidade. O que pensar dos de fora, que fazem algo bom e apresentam as manifestações do Espírito, sem crer ainda em Cristo e aderir-se à Igreja? Também eles podem se salvar? A teologia sempre admitiu a possibilidade, para Deus, de salvar algumas pessoas fora das vias comuns, que são a fé em Cristo, o batismo e a pertença à Igreja. No entanto, esta certeza se afirmou na época moderna, depois de que os descobrimentos geográficos e as aumentadas possibilidades de comunicação entre os povos obrigaram a perceber que havia incontáveis pessoas que, sem culpa sua alguma, jamais haviam ouvido o anúncio do Evangelho, ou o haviam ouvido de maneira imprópria, de conquistadores ou colonizadores sem escrúpulos que tornavam bastante difícil aceitá-lo. O Concílio Vaticano II disse que «o Espírito Santo oferece a todos a possibilidade de que, na forma só por Deus conhecida, se associem a este mistério pascoal» de Cristo e, portanto, se salvem [Constituição Pastoral Gaudium et spes sobre a Igreja e o mundo atual, nº 22, ndt]. Então a nossa fé cristã mudou? Não, com tal de que continuemos crendo em duas coisas: primeiro, que Jesus é, objetivamente e de fato, o Mediador e o Salvador único de todo o gênero humano, e que também quem não o conhece se salva, salva-se graças a Ele e à sua morte redentora. Segundo: que também os que, ainda não pertencendo à Igreja visível, estão objetivamente «orientados» a ela, fazem parte dessa Igreja mais ampla, conhecida só por Deus. Em nossa passagem do Evangelho, Jesus parece exigir duas coisas destas pessoas «de fora»: que não estejam «contra» Ele, ou seja, que não combatam positivamente a fé e seus valores, isto é, que não se ponham voluntariamente contra Deus. Segundo: que, se não são capazes de servir e amar a Deus, sirvam e amem ao menos a sua imagem, que é o homem, especialmente o necessitado. Diz de fato, a prolongação de nossa passagem, falando ainda daqueles de fora: «Todo aquele que vos dê de beber um copo de água pelo fato de que sois de Cristo, asseguro-vos que não perderá sua recompensa». Mas declarada a doutrina, creio que é necessário retificar também algo mais, e é a atitude interior, a nossa psicologia de crentes. Pode-se entender, mas não compartilhar, a mal escondida contrariedade de certos crentes ao ver cair todo privilégio exclusivo ligado à própria fé em Cristo e à pertença à Igreja: «Então, de que serve ser bons cristãos… ?». Deveríamos, ao contrário, alegrar-nos imensamente frente a estas novas aberturas da teologia católica. Saber que nossos irmãos de fora também têm a possibilidade de salvar-se: o que existe que seja mais libertador e que confirma melhor a infinita generosidade de Deus e sua vontade de «que todos os homens se salvem» (1Tm 2, 4)? Deveríamos apropriar-nos do desejo de Moisés recolhido na primeira leitura deste domingo: «Quero de Deus que dê a todos o seu Espírito!». Devemos, com isso, deixar a cada um tranqüilo em sua convicção e deixar de promover a fé em Cristo, dado que a pessoa pode salvar-se também de outras maneiras? Certamente não. Só deveríamos pôr mais ênfase no positivo que no negativo. O negativo é: «Creia em Jesus, porque quem não crê Nele estará condenado eternamente»; o motivo positivo é: «Creia em Jesus, porque é maravilhoso crer Nele, conhecê-lo, tê-lo ao lado como Salvador, na vida e na morte».

 

Evangelho segundo São Marcos 9, 38-43.45.47-48
Disse-lhe João: «Mestre, vimos alguém expulsar demônios em teu nome, alguém que não nos segue, e quisemos impedi-lo porque não nos segue.» Jesus disse-lhes: «Não o impeçais, porque não há ninguém que faça um milagre em meu nome e vá logo dizer mal de mim. Quem não é contra nós é por nós. Sim, seja quem for que vos der a beber um copo de água por serdes de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa.» «E se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor seria para ele atarem-lhe ao pescoço uma dessas mós que são giradas pelos jumentos, e lançarem-no ao mar. Se a tua mão é para ti ocasião de queda, corta-a; mais vale entrares mutilado na vida, do que, com as duas mãos, ires para a Geena, para o fogo que não se apaga, Se o teu pé é para ti ocasião de queda, corta-o; mais vale entrares coxo na vida, do que, com os dois pés, seres lançado à Geena, E se um dos teus olhos é para ti ocasião de queda, arranca-o; mais vale entrares com um só no Reino de Deus, do que, com os dois olhos, seres lançado à Geena, onde o verme não morre e o fogo não se apaga.

Por Pe. Fernando José Cardoso

Vigésimo sexto domingo do tempo comum. Se existe uma virtude fortemente contestada hoje, é sem dúvida a virtude da tolerância. Para uns é absolutamente necessária, é uma forma de se viver civilizadamente com pessoas que não pensam como nós. Caso contrário cairia na inquisição ou no “entreguismo” dos Aiatolás, ou quem sabe, no sectarismo. Para outros, esta “virtude” é uma covardia, para outros seria aceitação do inaceitável, a proposição de verdades ambíguas, ou então a conclusão de que cada um possui a sua verdade, e tudo é totalmente relativo. Nós poderíamos, quem sabe, unir estas duas posições afirmando que existe apenas uma verdade, e não várias verdades contraditórias. No entanto, como ninguém pode apregoar com voz alta e superior aos demais sua própria verdade, a tolerância nos leva a um caminho de entendimento, a um diálogo construtivo, onde cada um pode apresentar de maneira aceitável a sua visão de todas as coisas. Jesus não entra numa discussão filosófica, ou bastante profunda como esta que acabo de fazer, Jesus aceita a tolerância sim, e a demonstra no Evangelho de hoje: “Quem não é contra nós, é a nosso favor”. Antigamente se dizia que fora da Igreja não havia salvação. Esta afirmação é correta, desde que bem entendida. Mal entendida gerou uma série de acusações contra nós cristãos católicos. Nós podemos dizer que Deus não é católico e que o Espírito de Deus age por toda parte e transborda os horizontes da Igreja católica. Nós podemos dizer com o Espírito do Evangelho de hoje e contra o sectarismo de João, que o Espírito Santo trabalha em diversos homens e mulheres de boa vontade, que buscam com sinceridade a verdade, através de suas próprias consciências e de uma investigação humilde e perseverante. Existem muitas pessoas que estão com o coração dentro da Igreja católica, e sem o saber, estão bem mais próximas de Cristo do que muitos cristãos batizados, crismados, com primeira comunhão e que se comportam de maneira totalmente avessa ao Evangelho. Agora Jesus tão tolerante para com todos, quando se trata do respeito às próprias idéias e da investigação pluralista é exigente e bastante seguro, quando se trata de dizer não ao escândalo, não ao pecado: “Se o teu pé te escandaliza, corta-o! Se a tua mão te escandaliza, arranca-a! Se teu olho te escandaliza, arranca-o também!”. Aqui nós devemos ser absolutamente claros, e as pessoas que pecam com muita facilidade não percebem os golpes que seus pecados ocasionam no coração do nosso Deus, que é sério e não pode absolutamente tolerar o mal na sua presença.

 

«Seja quem for que vos der a beber um copo de água por serdes de… 
Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (África do Norte) e Doutor da Igreja
3º Sermão sobre o Salmo 36 (a partir da trad. de Solesmes) 

Dá os bens deste mundo e receberás os bens eternos. Dá a terra e  receberás o céu. Mas a quem os dar? […] Escuta o que a Escritura te  diz sobre como emprestar ao próprio Senhor: «Quem dá ao pobre empresta  ao Senhor» (Pr 19,17). Deus não precisa de ti, seguramente: mas outro  precisará. O que deres a um, outro o receberá. Porque o pobre nada tem  para te dar; bem o queria, mas nada encontra para dar; nele há  apenas essa vigilante vontade de rezar por ti. Mas quando um pobre  reza por ti, é como se dissesse a Deus: «Senhor, recebi um empréstimo,  sê a minha caução». E então, se o pobre com quem lidas está  insolvente, tem um bom fiador, pois Deus diz-te: «Dá em segurança, sou  Eu quem responde por ele […], sou Eu quem dará, sou Eu quem recebe, é  a Mim que dás.» Acreditas que Deus te diz: «Sou Eu quem recebe, é a Mim que dás»? Sim,  seguramente, pois Cristo é Deus, e nisto não pode haver dúvida. Porque  Ele disse: «Tive fome e destes-Me de comer». E como lhe perguntamos:  «Senhor, quando foi que te vimos com fome?», Ele quer mostrar que é de  fato o fiador dos pobres, que responde por todos os seus membros  […]. Ele declara-nos: «Sempre que fizestes isto a um destes Meus  irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 35ss).

 

O Espírito nos capacita à santidade
Frei Josué

Amados irmãos, concluindo esse domingo da 26ª semana, com este acampamento de cura e libertação, a Palavra de Deus é a orientação segura para voltarmos para nossa casa. Podemos esquecer de tudo, mas não podemos nos esquecer da Palavra de Deus. A Palavra de Deus é essa luz que você deve tomar posse para continuar na vontade de Deus, pois é ai que está a felicidade. Em números 11, onde Moisés narra para nós a experiência de um Pentecostes no antigo testamento, antes de Jesus vir e realizar a salvação completa, antes do mistério da paixão e ressurreição e derramar sobre nós o seu Espírito. O Paráclito era privilégio de poucos, para os profetas, somente uma graça especial concedia a esses homens, porções de Seu Espírito. Quem veio aqui neste acampamento, com o coração aberto eu tenho certeza que recebeu o Espírito Santo. Para Deus não existe espaço, tempo, pois o mais importante para Deus é seu coração, e se você estiver aberto, onde você estiver, Deus te alcançará. Se você deseja que toda a sua família seja de Deus, seja um servo de Deus, pois enquanto você cuida das coisas de Deus, Ele cuida das suas coisas. Ele atrairá os seus, um por um a seu tempo. ‘A verdadeira cura é a libertação do pecado’ Frei Josué Quem tem um temperamento difícil não tenha receio, pois João tinha um temperamento muito difícil, ele, o mesmo discípulo deitou no peito de Jesus, levou a Mãe para sua casa e se tornou o discipulado amado, antes de ser transformado por Jesus, tinha um temperamento horrível, proibiu um homem que expulsava demônio em nome de Jesus e não os seguia. E Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor” (Marcos 9, 39-40). Jesus não prega um relativismo que todas as igrejas são boas, que todos podem expulsar demônio em seu nome, e criar outras igrejas, pois a única Igreja que Jesus disse que é dEle é a Igreja católica Apostólica Romana. Seguindo o evangelho, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa. E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço” (Marcos 9, 41-42). Jesus tão misericordioso com o que expulsam demônio e tão rigoroso com quem faz escândalos. Jesus não suporta escândalo do pecado. Jesus não faz concessão para o pecado, com os outros misericórdia, mas comigo, preciso ser muito rigoroso, não devo pensar que posso pecar e depois me arrepender, e me confessar, pois as pessoas podem de perdoar, Deus sempre perdoa, mas a natureza nunca perdoa, por isso precisamos lutar contra o pecado. Precisamos ser rigorosos, a verdadeira cura é a libertação do pecado, hoje o médico dos médicos quer lhe dar o Espírito Santo, Ele é muito maior que Moisés, então entregue seus pecados a Ele, queira receber o Espírito Santo, não deixe os pecados reinar sobre você. Quando Jesus diz se o teu braço te leva a pecar, corta-o, Ele não diz do braço corporal, mas sim daqueles que a gente diz, fulano é meu braço direto, é seu braço direito”, mas te leva ao adultério. Corta-o! ‘Quem quer ser feliz, afaste do pecado e encha-se do Espírito Santo’ FreiJosué A mensagem final dos médicos dos médicos: quer permanecer curado, afaste-se do pecado e encha-se do Espírito Santo. Faça esse propósito que será o melhor propósito da sua vida. Diga: “Os pecados não dominarão sobre mim, pois eu o corto, eu não aceito o reinado do pecado sobre mim, e me encho do Espírito Santo.” Tome a decisão: “eu não quero mais pecar, eu renuncio o pecado, o pecado não reina mais sobre mim.” Na comunidade, vemos que quem é o maior exemplo para nós, é aqueles que são rigorosos consigo mesmo. Quem quer ser feliz, afaste-se do pecado e encha-se do Espírito Santo. Comigo, ser rigoroso, para o outro extrema misericórdia.

 

Na primeira leitura, o Livro dos Números narra-nos a instituição dos setenta anciãos que tinham como missão servir profeticamente a comunidade de Israel. Esta era a grande missão: o serviço profético, ou seja, fazer o bem à comunidade. Mas, Josué não concorda que aqueles dois homens que não tinham comparecido na tenda pudessem também exercer o serviço profético. Hoje, podemos afirmar que a posição de Josué era baseada numa questão de “princípios”, apesar dos dois homens estarem a exercer o bem, ou seja, a missão para qual tinham sido chamados. Isto faz-nos pensar que, por vezes, há zelos que por sua rigidez abafam a força do Espírito de Deus.

O texto do evangelho deste domingo narra-nos um caso idêntico ao da primeira leitura e relacionado com a prática do exorcismo. Também o exorcismo, como o serviço profético, é trabalhar para o bem, lutando contra o mal. Mas este serviço, como nos diz o evangelho, tem de ser feito em nome de Jesus. Ou seja, quem faz o bem não se pode transformar em protagonista, mas praticar o bem em nome de Jesus. Este critério também é para todos os discípulos de Jesus e para todos os que constituem a Igreja de Cristo. A expressão “não anda conosco” deve ser interpretada com a resposta de Jesus: “ninguém pode fazer um milagre em meu nome e depois dizer mal de Mim”. Com esta resposta, Jesus alerta para a dinâmica das relações comunitárias, recordando a tendência para uma divisão entre os que são do nosso grupo e os que não são. Jesus deixou sempre livres todos aqueles que curou; não os obrigou a segui-Lo; se tal acontecesse, estaria a cair no farisaísmo. Jesus encerra esta questão, dizendo: “Quem não é contra nós, é por nós”. Ou seja, se não há motivos objetivos, devemos olhar todos os que nos rodeiam, quer pertençam ou não ao “nosso grupo”, com confiança e sem receio.

Uma ação, um gesto humilde como o dar um copo de água a quem está com a sede é uma boa ação, mas o evangelho diz-nos que não se pode perder a intencionalidade profunda do gesto: “por serdes de Cristo”. Que os pequenos gestos feitos “por Cristo” sejam atos de fé e não se transformem, porque muito simples e com pouca projeção social, em motivo de escândalo; ou seja, não “escandalizar algum destes pequeninos que crêem em Mim” que, por causa de alguma ação irrefletida, abandonem o caminho de Cristo.

As palavras da Carta de São Tiago continuam a serem precisas, concretas e duras. Neste domingo, dirigem-se aos ricos. Mas, pelo fato de serem dirigidas aos ricos não quer dizer que também não sejam dirigidas a mim. Temos que nos preocupar com as atitudes pouco solidárias que por vezes existem na nossa sociedade, mas sobretudo com as nossas próprias ações que deverão expressar que somos discípulos de Cristo e que, por isso, temos que estar ao serviço do bem comum. Hoje, a Carta de São Tiago diz-nos: “Levastes na terra uma vida regalada e libertina, cevastes os vossos corações para o dia da matança”. Estas palavras podem ser o mote para tomar alguns compromissos concretos.

Fonte: Com informações do Missal Romano, da CNBB e da SDPL

 

O escândalo hipócrita
XXVI do tempo comum (Marcos 9, 37-47)
Dom Jesús Sanz Montes, ofm.

O ponto de partida deste Evangelho é a “estranheza” que sentiram os discípulos de Jesus quando viram um “estranho” que, sem ser do grupo que seguia o Mestre, se permitia expulsar demônios em seu nome. Parece que este fato irritou tanto os discípulos, que cheios de indignação, foram contar ao Senhor. Era uma atitude supostamente de zelo por parte de quem parecia viver sua condição de discípulo com tanto interesse. Jesus responderá fazendo-lhes ver que o Espírito de Deus transborda os lugares onde passa, e, portanto, também fala e age onde há um lampejo de verdade, bondade, beleza… ainda que estes lampejos sejam incompletos e parciais. Não há aqui um chamado à falsa tolerância, como se tudo fosse igual, ou como se a verdade fosse indiferente em qualquer caminho ou em qualquer posição humana. Mas, certamente, Jesus não é favorável às desavenças partidaristas. Qual a razão de vosso escândalo? Dizia Jesus aos discípulos. Na linguagem bíblica, a palavra “escândalo” tem dois sentidos: ocasião de queda e ocasião de obstáculo. Em ambos casos o resultado é parecido: não chegar à meta desejada, não alcançar o destino para o qual se caminhava. Ou seja, tanto no caso de uma lerdeza que nos faz cair, como também no caso de um bloqueio que nos impede o andar, chegamos a esse mesmo e terrível final: nossa vida fracassou inutilmente; Deus a soou e a desenhou para um projeto de felicidade, e nossas lerdezas e quedas nos detêm ou nos fazem caminhar em outra direção… Isto é o verdadeiramente trágico e preocupante, e isto é o que Jesus quer fazer ver! Podemos estar ocupados na caça de falsos discípulos (o que se deve fazer, não no sentido de “caçar”, mas sim no de não confundir o verdadeiro com o parecido), sem reparar que também nós temos de revisar nossa identidade cristã, nosso seguimento do Mestre Jesus Cristo, nossa comunhão de vida com Ele e com sua Igreja. Porque pode acontecer que estejamos queixando-nos das falsidades e não estarmos vivendo na verdade. O Evangelho deste domingo é tremendamente drástico e radical: não escandalize os pequenos, os fracos, não se escandalize a si mesmo, ou seja, não caia e não derrube ninguém; não se bloqueie e não bloqueie os outros. Mais vale entrar coxo, cego, ou manco… (com tudo que estas expressões sugerem) que ter conservado estes membros, mas ter perdido a vida, a verdadeira vida.

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