Ó terna Mãe da Piedade, os Vossos filhos olhai!

Por Pe. Inácio José Schuster

Nossa Senhora da Piedade remete-nos a dois momentos bem distantes no tempo. Lá nos inícios está a cena, não narrada no Evangelho, mas criada pela devoção, de Maria Santíssima com Jesus morto nos braços. A inversão da piedade tem sua beleza. Os evangelhos falam de dois homens que retiram Jesus da cruz, o envolvem numa mistura de mirra e aloés em cuidadoso lençol. As mulheres, por sua vez, ficaram de longe, depois assentadas diante do túmulo no mutismo da dor. E no dia seguinte se dirigiram para ungir o corpo de Jesus, já então ressuscitado.

A piedade cristã tira de cena os homens e põe a Virgem e as mulheres para cuidarem do corpo do Senhor. E, então, Michelangelo imortalizou esse momento na maravilhosa escultura da Pietà. Paralisou Maria no tempo. Fê-la mais da eternidade. Bem jovenzinha, com o rosto carregado de piedosa dor, tem o corpo do Filho nos braços. Essa cena levou-nos a pensar Nossa Senhora como das Dores, da Soledade, das Angústias, do Pranto, do Calvário e com títulos semelhantes. Em latim, canta-se o hino a Mater Dolorosa. Devoção muito forte na Europa, que migrou para nossas plagas.

Historiadores da religiosidade popular germânica acentuaram-lhe o traço penitencial e devocional. Nossa Senhora da Piedade encarna bem essa dimensão. Somam-lhe ainda outras duas marcas importantes da devoção do povo: milagre e promessa. O Hamburgo-Berg da Piedade, solene guardiã da cidade de Novo Hamburgo há mais de 169 anos, tornou-se lugar privilegiado da piedade popular. Aqui sobem centenas de fiéis em peregrinação à busca de graças.

Com as lufadas do Vaticano II que deslocaram para a Palavra de Deus e para os Sacramentos, especialmente o da Eucaristia, o eixo da fé cristã, a pastoral paroquial tem valorizado outros ritos e encontros. O clero tem subido nas formações e reuniões para vivenciar junto com seu bispo a diocesaneidade. Inúmeros grupos de movimentos eclesiais, de leigos de pastoral, de religiosos e religiosas, vem até aqui para a oração e o recolhimento. E no silêncio das alturas, cercado pela maravilha da natureza, a Palavra de Deus cala fundo no coração de todos os fiéis.

A fé cristã tem sabido articular muito bem três grandezas teológicas da vida eclesial: a devoção a Maria Santíssima, a celebração sacramental e a principalidade da Palavra. Só o fanatismo antimariano ou devoções desequilibradas rompem essa unidade profunda da fé. A devoção a Maria realiza o que ela disse em Caná, ao dirigir-se aos serventes em referência a seu Filho: “Fazei tudo o que Ele vos disser!” (Jo 2, 5). Ele nos disse: “Eu sou o Pão vivo descido do Céu” em forma de Palavra e de Eucaristia vivida na comunhão dos irmãos.

 

“Jesus, então, vendo sua Mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse à sua mãe: Mulher, eis teu filho! Depois disse ao discípulo: Eis tua mãe!” (Jo 19, 26s).
A comunidade católica de Hamburgo Velho, presta sua homenagem especial à Senhora da Piedade, Mãe e Padroeira, Aquela que em virtude de sua intensa participação na obra da redenção abre nossos corações para acolher o grande presente que o seu divino Filho oferece à humanidade com a sua entrega incondicional ao Pai na cruz. Maria nos conduz a Cristo e, por isto, na caminhada de fé sempre nos valemos de sua preciosa intercessão materna, volvendo confiantes para ela o nosso olhar filial. Acreditamos ser a Virgem da Piedade quem nos toma pela mão e nos introduz na riqueza inestimável do mistério pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo e nos ensina a guardar no coração as preciosas lições do Calvário, que, devidamente praticadas, podem melhorar a qualidade de nossa vida cristã no caminho do discipulado e da missão.
Vivemos este tempo de encontro com Jesus na Palavra e na Eucaristia, pois Maria nos inspira a sermos ouvintes e praticantes da Palavra, ela que é a primeira e mais perfeita discípula de seu divino Filho. Em seu caminho de amadurecimento espiritual, ela compreendeu que devia abrir mão do privilégio de ser Mãe e trilhar humildemente o caminho do discipulado e da escuta! Nossa Senhora, a mulher eucarística por excelência, ajuda-nos a descobrir a Eucaristia como fonte da vida cristã e escola da aprendizagem do amor verdadeiro, que se torna serviço, doação, entrega incondicional ao Pai, em favor dos irmãos, pela construção do Reino de Deus.
“Maria, a Mãe de Jesus, com seu amor maternal, cuida dos discípulos de seu Filho”. Esta celebração da Festa de Nossa Senhora da Piedade, ajuda-nos a renovar a certeza do amor carinhoso da Virgem pelos filhos que invocam sua poderosa intercessão. Maria cuida de nós, antes de tudo, ensinando-nos a frequentar a cruz de Jesus, como o Evangelho de João no-la apresenta: “junto da cruz de Jesus estava Maria, sua Mãe”. A presença de Nossa Senhora no Calvário não é apenas proximidade física ou geográfica, mas é afinidade espiritual, é comunhão com os ideais de seu Filho, é identificação profunda com o projeto de vida do Salvador da humanidade. Participando intensamente do martírio de Jesus, ela aprendeu a dar um sentido positivo a todos os sofrimentos, provações e experiências aparentemente negativas da vida. Por isso mesmo, como mãe e modelo, tendo frequentado a cruz tão de perto, pode nos educar na maturidade espiritual de saber lidar melhor com os sofrimentos presentes em nossa vida, em nível pessoal, familiar e social. A Mãe bondosa da Piedade nos ensina o segredo de sua maturidade espiritual na hora das provações, o segredo daquela fé profunda que nos permite perceber a presença e a ação de Deus também nas horas mais sombrias de nossa peregrinação neste mundo.
Amados irmãos e irmãs, a Senhora da Piedade, permanecendo de pé junto à cruz de Jesus, no Calvário, quer que aprendamos a reconhecer que Deus tem direito sobre a nossa vida, que a nossa vida pertence ao Senhor. Ele mesmo cuida de nós e dirige nossos passos. Só Ele é capaz de tirar um bem maior das situações aparentemente negativas da história, como da Cruz tirou a salvação da humanidade.
O Evangelho de São João nos convida agora a progredir na experiência de fé, acolhendo o legado precioso, a herança riquíssima, que Jesus nos deixou nas palavras do seu testamento espiritual, quando disse à sua mãe: “Mulher, eis teu filho!” E depois disse ao discípulo amado: “Eis tua mãe!”. Estas palavras de Jesus iluminaram a escuridão do Calvário e ainda lançam uma luz de esperança sobre o horizonte de nossa caminhada de fé. O Crucificado dirige-se pela última vez, como que num gesto de despedida a Maria, sua mãe; volta-se compassivo para o discípulo amado.
Costuma-se dizer que estando ao lado da cruz, Nossa Senhora recebeu uma espécie de segunda anunciação, uma nova missão e responsabilidade. Um dia, em Nazaré da Galileia, o mensageiro de Deus a havia saudado dizendo: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo! No momento do sacrifício do Calvário, de certa maneira, mudam-se estas palavras da saudação angélica e Maria ouve, então, do próprio Filho agonizante, o segundo chamado de Deus em sua existência: Ave, cheia de graça, tu estás com a humanidade pecadora! Tu és a Mãe da humanidade sedenta de redenção e necessitada do bálsamo revigorador do perdão de Deus. Na Paixão, Maria perdeu seu Filho único, mas nos recebeu como filhos e filhas adotivos, com a responsabilidade de nos fazer mais parecidos com Jesus, de ajudar seu Filho a nos converter, a assumir seu projeto de salvação.
Hoje nós revivemos esta segunda anunciação de Maria, sua participação solidária na obra da redenção da humanidade. Invocamos Nossa Senhora da Piedade, exaltando a ternura, a coragem, a fibra desta Mulher santa e singular que não só se colocou destemidamente junto ao Filho condenado e crucificado, mas que acompanha com carinho materno, a todos nós, discípulos de Jesus. Ave Maria, cheia de graça, tu estás conosco para nos converter, para nos tornar mais semelhantes ao teu filho Jesus. Educada na escola do sofrimento, Tu sabes compartilhar as dores e lutas de todos nós, seres humanos, que caminhamos em meio aos desencontros, embates e lutas da vida. Por isso, no aconchego de teu colo materno, no sacrário vivo de teu coração compassivo vimos depositar as provações e confiar as dificuldades, pedindo consolo para nossas penas, alívio para nossas feridas e cura para tantas chagas do corpo e da alma.
A Cruz de Jesus é o parto de uma nova humanidade, é o nascimento, a constituição de uma nova família, a família daqueles que o Pai adotaria como filhos e filhas. Por isso, Jesus se dirige à sua mãe dizendo: “Mulher, eis teu filho!” Chamando sua mãe de “mulher”, Cristo ultrapassa os limites da função materna de Maria, Cristo vai além do seu relacionamento filial com aquela que o havia gerado em seu seio virginal, para apresentá-la como retrato da nova humanidade, modelo da nova comunidade dos discípulos nascida ao pé da cruz. Nossa Senhora, no Calvário, torna-se a representante mais perfeita da Igreja, gerada do mistério pascal de Jesus, gestada nas dores de parto da cruz redentora, e que, por sua vez, deve gerar o Cristo para o mundo.
Junto à árvore do paraíso terrestre, a humanidade das origens, simbolizada por Adão e Eva, se rebelara contra o Criador, distanciando-se do seu projeto de vida, posicionando-se contra o seu plano de amor. Junto à árvore da cruz, essa história de rebelião, de pecado e ruptura com Deus, é definitivamente superada pelo ‘sim’ de Jesus ao Pai e pela presença materna de Maria, a nova Eva, aquela que é solidária com o seu Filho na gestação de uma nova humanidade.
“Mulher, eis teu filho!” Esta palavra de Jesus é quase que uma nova palavra criadora. Na primeira narrativa da criação, no Gênesis, Deus cria pela força de sua palavra eficaz. Ao dizer – “Mulher, eis teu filho!” – é como se Jesus solicitasse a colaboração de Maria para aperfeiçoar a obra do Pai e conduzir a humanidade à sua maturação plena. Na vida de Maria há duas palavras que têm essa força criadora. A primeira é “cheia de graça” – toda amada de Deus. No momento da Encarnação, Ela ouvira esta palavra antes de abraçar a missão de gerar o Filho de Deus feito homem. A segunda palavra é esta do Calvário – “Mulher, eis teu filho!” – que Jesus lhe dirigiu no momento da Paixão, convocando-a para ser a Mãe de toda a humanidade, representada na pessoa do discípulo amado. Ali, aos pés da cruz redentora de seu divino Filho, Nossa Senhora se torna efetivamente a Mãe da Igreja, a Mãe de todos os discípulos de Jesus. Maria é geradora de Cristo na carne e regeneradora da Igreja ao assumir a maternidade espiritual de todos os discípulos de Jesus. A missão árdua e solene que lhe foi confiada na Paixão é a de fazer-nos a todos mais parecidos com o seu divino Filho.
A presença solícita de Maria no Calvário, momento em que oficialmente Jesus lhe confia a missão de Mãe da Igreja, nos convida a pensar na Igreja que o divino Salvador quer que nós construamos neste momento da história. O Papa emérito Bento XVI ensinou que na Igreja existe um princípio petrino e um princípio mariano. A dimensão petrina é representada pela organização, as leis, os conselhos, a pastoral, as normas e diretrizes, a doutrina, a estrutura hierárquica. A dimensão mariana se faz presente naquelas virtudes e atitudes próprias do coração da mulher e mãe Maria: a bondade, a misericórdia, a caridade, o afeto, a doação, o amor, o serviço, a humildade. É urgente encontrar o equilíbrio entre esses dois princípios, pois na balança da Igreja, parece que a tendência é dar maior destaque e valor ao princípio petrino.
Maria, a Mãe de Jesus, com seu amor maternal, cuida dos discípulos de seu Filho. Ela cuida de nós levando-nos a aprender, de seu coração de Mãe, as virtudes que nos fazem fiéis seguidores e missionários de Jesus Cristo, que nos fazem ser a Igreja samaritana e hospitaleira, servidora e despojada, comprometida com os pequenos e atenta aos mais sofredores, enxugando as lágrimas da humanidade.
Maria junto da Cruz de Jesus é fortaleza na Paixão, é a Rainha dos Mártires. Seu heroísmo nos faz lembrar o testemunho luminoso de tantos cristãos e cristãs que entregam a vida pela causa do evangelho, pela fidelidade a Jesus Cristo. Em nossas paróquias e comunidades, quantas mulheres são modelo de compaixão e gratuidade, na catequese, na liturgia, nos vários trabalhos pastorais. Em tantas formas de serviço e compromisso, elas estão doando a vida, como Maria ao pé da cruz, estão ajudando a gerar a Igreja viva dos discípulos e missionários de Jesus. Festejando a Virgem da Piedade, prestemos nossa homenagem carinhosa ao heroísmo de tantas mulheres que no escondimento e no anonimato dos lares carregam o fardo dos parentes, no trabalho da casa, na educação das crianças, sendo presença de equilíbrio e fermento de união diante dos males que assolam as famílias: alcoolismo, drogas, crises no relacionamento conjugal, separações.
Irmãos e Irmãs, encerrando esta meditação, voltemos por um breve momento ao texto do evangelho de São João. Lemos ali, que o discípulo amado, depois de ter ouvido o testamento que Jesus lhe fazia – “Eis tua mãe” – a partir daquela hora acolheu Maria consigo (Jo 19, 27). Ele a acolheu entre suas coisas mais caras – é outra possível tradução do texto. Sua atitude nos ensina que, no espaço vital da fé em Cristo, sempre deve haver um lugar privilegiado para a Mãe. Acolher Maria consigo é levá-la para a nossa casa, para o cotidiano de nossa vida. É tê-la como o tesouro mais precioso, como valiosa inspiração para nosso caminho de discipulado e de missão.

 

LADAINHA de Nossa Senhora da Piedade  

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Deus Pai de Misericórdia, tende piedade de nós.
Jesus, Filho de Maria, tende piedade de nós.
Espírito Santo Santificador, tende piedade de nós.

Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós.
Santa Mãe das Dores,
Mãe do Sofrimento,
Mãe da Angústia,
Mãe das Lágrimas,
Mãe da Solidão,
Mãe do Silêncio,
Mãe Crucificada,
Mãe dos Desesperados,
Mãe dos Humilhados,
Mãe dos Excluídos,
Casa dos Desterrados,
Auxílio dos Desempregados,
Socorro dos Famintos,
Refúgio dos Perseguidos,
Consolo das Viúvas,
Amparo dos Órfãos,
Companheira dos Solitários,
Arca da Aliança Eterna,
Cálice do Sofrimento de Jesus,
Patena do corpo Sofredor de Cristo,
Porta do Coração de Jesus,
Espelho da Justiça Divina,
Nova Eva,
Rosa Mística,
Reparadora da Nova Aliança,
Consoladora dos Aflitos,
Ovelha Transpassada de Dor,
Vaso de sofrimento Infindável,
Túmulo de Nossos Pecados,
Refúgio dos Pecadores,
Saúde dos Enfermos,
Coração Transpassado,
Coração Atormentado,
Coração Coroado de Espinhos,
Coração Chagado,
Coração Fonte de Amor,
Coração Compassivo,
Coração Forte até o Fim,
Esperança dos Cristãos,
Esperança dos Humildes,
Esperança dos que Sofrem,
Esperança dos que Morrem,
Esperança de Dias Melhores,
Esperança de Santidade,
Esperança dos Peregrinos,
Esperança da Humanidade,
Esperança Nossa,

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós, Senhor.

– Rogai por nós, ó Mãe da Piedade.
– Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

OREMOS: Ó Deus, quando o Vosso Filho foi exaltado, quisestes que Sua Mãe estivesse junto à Cruz, sofrendo com Ele. Dai à Vossa Igreja, unida a Maria na Paixão de Cristo, participar da Ressurreição do Senhor, que Convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém.

 

Nossa Senhora da Piedade, das Dores, a figura de Jesus descido da cruz, com o corpo todo chagado, é colocado no colo de Nossa Senhora. Você pode imaginar o coração de Maria vendo ali no seu colo o seu Filho naquela situação? Imaginem as mães. A coisa mais linda é que Nossa Senhora é seguidora de Jesus, ela sempre foi discípula, fazendo aquilo que Jesus fez, amando como Jesus amou, se compadecendo como Jesus, perdoando, consolando, como Jesus fez. Mas essa Nossa Senhora, a Mãe de Jesus, sob que título for, continua fazendo isso que vemos na imagem de Nossa Senhora da Piedade; tem os filhos sofredores no seu colo; Nossa Senhora faz a mesma coisa que Jesus, quando Ele foi ao encontro dos discípulos. Você está passando por situação difícil? Tenho a certeza que você não está só, Nossa Senhora está com você. Nos momentos mais difíceis te toma no colo, e não só olha suas feridas, mas está curando suas feridas, está pondo a mão dela nas suas feridas. Qual é a sua dor? Qual é seu o sofrimento? É com seu esposo(a)? Mãe? A Mãe de Jesus, Mãe da Piedade está com você na sua situação e quer lhe dar força. Assuma isso para sua vida, você não está só. “Coragem, sou eu, não tema meu filho, eu estou com você, eu estou na sua dor, na sua situação. Coragem!” Eu diria: “Aguenta firme”. “Eu não deixei você nas situações difíceis”, Maria está dizendo, “estou com você meu filho”, e Nossa Senhora está dizendo, “você não está só, estou com você tanto quanto estou com esse filho que lhe causa dor. Saiba que eu sou a primeira a não querer que seu filho se perca, una-se a Mim, tenha confiança, coragem, sou eu a sua Mãe. Não tema! Interceda, reze, veja o que custou para Mim, tudo que meu Filho sofreu para a sua salvação e do mundo inteiro. Ofereça a sua dor, não perca nada de sofrimento. Não se angustie, não se desespere, estou do seu lado, estou na sua situação independente do seu problema, talvez uma doença; você não está só, eu estou com você, estou na sua dor, sou fiel seguidora, discípula de Jesus, o que Ele faz eu faço, do jeito que Ele ama eu amo, do jeito que Ele perdoou eu perdoo”. Pode ser que o problema seja você, talvez seja uma vida no pecado, e Nossa Senhora diz: “Eu não desprezei você talvez. Você se esqueceu de Mim, mas Eu não. Eu estou a sua busca para lhe trazer de volta, e lhe levar para Jesus. Coragem! Sou eu a sua Mãe, não temas”.

Nenhum comentário ainda

Comentários desativados

Desenvolvido por Origy Networks – Criação de sites e propaganda