Catequista, a enxada nas mãos do Jardineiro

Maria é o exemplo mais perfeito do catequista
Por Rachel Lemos Abdalla

Maria é o exemplo mais perfeito do catequista. Quando alguém é chamado a evangelizar, deve se espelhar nela, seguir seus passos e acatar suas poucas palavras, dentre elas, a menor, porém a mais significante e profunda que foi o seu SIM! Nele está inserido a sua entrega total a Deus, a confiança, a obediência e a fé incondicional; o desejo amoroso de mostrar e apresentar Jesus a tantos quantos for possível. Porém, dizer sim quando Deus se revela não é fácil, pois é preciso estar aberto e pronto para que se realize em si mesmo, tudo o que Ele quer construir de novo na sua vida primeiramente! Em Maria, foi o próprio Cristo que foi gerado, e assim deve ser também com o catequista que precisa gestar Jesus em si mesmo, conhecê-Lo intimamente e cultivá-Lo no coração, dia após dia, passando pela ‘experiência’ do encontro do homem com o amor de Deus, tão desejada no Sínodo dos Bispos, de 2012, no momento em que os Bispos trabalhavam um novo olhar voltado para a ‘Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã’. Você está disposto a renovar-se, a deixar-se modelar, tornando-se um bom instrumento nas mãos do Pai que lhe chama para anunciar Jesus Cristo? Maria estava atenta e pronta para ouvir e servir, e essas qualidades de ouvinte e de serva precisam ser trabalhadas no catequista que, para isso tem que estar intimamente ligado à Palavra de Deus, à escuta daquilo que Ele quer lhe dizer ao coração. No momento em que Deus se manifestou à Maria, através do anjo, Ele somente fez um anúncio e esperou a sua resposta. Ela respondeu: “Eis a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). O anjo não pediu nada! Apenas anunciou! Em poucas palavras eles se entenderam porque Maria já conhecia a Deus, portanto havia ali uma perfeita sintonia, uma partilha de amor que só estava aguardando o momento certo para se revelar. Assim também nós, somente podemos viver e demonstrar a nossa fé se isso for uma realidade na nossa vida, pois não é possível ao transmitir uma mensagem, vibrar de emoção e ter brilho no olhar sem ter passado pela experiência do encontro com a pessoa de Jesus Cristo, marcado pelos olhos nos olhos e de modo íntimo, particular, individual, transbordando e enchendo de amor a nossa vida e o nosso coração, para ser repartido e partilhado entre muitos. Maria, no momento certo, respondeu ao chamado e tornou-se instrumento de Deus no mundo, e do pouco que se expressou tornou-se o muito para ser seguido. Isso nos remete ao pouco que somos, porém importantes aos olhos de Deus, lembrando que não é a enxada que planta, mas sim, o jardineiro, ou seja, somos apenas instrumentos nas mãos do Pai que nos envia para uma missão a exemplo de Maria, para que sejamos os anunciadores de Jesus Cristo ao mundo com a nossa vida e com toda a nossa vontade de servir!

 

Os Escultores da Alma
Denise Simões Ferreira
http://www.portalcatolico.org.br/main.asp?View=%7BFA024D8E%2D7348%2D409C%2DB01E%2D3A19BE979AC2%7D&Team=&params=itemID=%7BB6D35AC2%2DB6B2%2D4F6F%2DB9B7%2D243A15E96674%7D%3B&UIPartUID=%7B2C3D990E%2D0856%2D4F0C%2DAFA8%2D9B4E9C30CA74%7D

Hoje vamos pensar juntos sobre algo muito especial e importantíssimo na sua vida e na minha: “O CATEQUISTA”. Na Palavra de Deus, no livro de Isaías, capítulo 40, versículo 8 (Is 40, 8) diz assim: “Aquele que deseja esculpir a imagem escolhe madeira que não apodrece; põe-se a procura de um operário hábil a fim de assentar uma estátua que não oscile”. Estas são Palavras de Deus para você e para mim! Vamos entender o que ela quer dizer? Pois bem! Pense em um escultor, que com certeza é um artista, fazendo a estátua de uma pessoa. Antes de começar, tem que escolher a madeira certa, que seja firme, mas não muito dura e duradoura. Não pode escolher qualquer uma, pois tem madeira que é mole de mais e apodrece com facilidade. Bem, uma vez escolhidas a madeira certa, precisa de ferramentas adequadas para trabalhar a madeira. Começa tirando uma lasquinha aqui, outra ali; um pedaço maior em cima, outro menor embaixo; Bem devagar e com muito cuidado vai tirando pedacinhos do pedaço de madeira. De repente essa madeira começa a ter uma forma, o rosto já começa a aparecer, meio grosseiro ainda, mas já dá pra perceber; depois o tronco e os membros, tudo ainda bem grosseiro cheio de pontas. Em seguida o escultor troca de ferramenta, pega uma mais fina, e vai tirando com cuidado as pontas e arredondando o rosto, acertando os olhos, nariz, boca, orelhas, cabelo; e no corpo, os braços, mãos com os dedos, as roupas, pernas e pés com sandálias. Tudo foi ficando mais parecido com alguém. Novamente parou e trocou por outra ferramenta mais fina e afiada, trabalhando novamente no rosto, corpo, roupas e sandálias. E por fim pegando uma lixa fina, acertou as pequenas pontinhas que ainda restavam. Parou diante da sua obra-prima e se encantou, estava perfeita, muito boa e estava pronta! Só faltava falar! O artista ficou orgulhoso de sua estátua, pois deu o melhor de si para esculpi-la. E para terminar o seu trabalho, agradeceu a Deus o dom que recebeu e pela missão cumprida. Ah, o escultor esculpiu a estátua de JESUS! Que maravilha não é? E como você viu na palavra, esta estátua não oscilou, ficou firme de pé. E o que tem tudo isso a ver com a sua vida e a minha? Tem tudo a ver! Deus fez a madeira, que é você, eu e todas as pessoas que conhecemos. Deu-nos as ferramentas que são: a FÉ e a nossa DOUTRINA (sacramentos, mandamentos, documentos e cartas escritas pelos bispos e papas, a Bíblia, etc). E colocou escultores maravilhosos para esculpir você e a mim a VIDA, ou seja, dar sentido à sua vida, te ajudando a viver o dia a dia feliz. Sabe quem são esses escultores? São primeiramente seus pais, que te apresentaram Jesus, “Papai do Céu”, Nossa Senhora, desde que era pequenino; eles são os que começam a trabalhar na madeira que é você. Em seguida vêm os CATEQUISTAS, que são os padres, e as pessoas que te ensinam catecismos, e as que te preparam para ser crismados. Muitas vezes ainda tem aqueles que ministram a palavra e as catequeses, no movimento ou pastoral que participamos. Também podem ser seus avós, tios, padrinhos, amigos. E todos usam em você as mesmas ferramentas: a da FÉ e da DOUTRINA. E o interessante da história é que, a madeira sozinha não vira estátua; as ferramentas sozinhas não exculpem nada e o escultor sem as ferramentas e a madeira não tem o que fazer! Que Lindo! Veja bem: você sozinho não é ninguém, a Fé e a Doutrina sozinhas não tem sentido e os catequistas sem VOCÊ, sem a Fé e sem a Doutrina não servem para nada. Por isso, as três partes são necessárias e têm um valor imenso para Deus. Nossa Igreja teve muitos catequistas que são exemplos pra nós, por exemplos Madre Tereza de Calcutá, disse certa vez: “Se mil vidas eu tivesse, mil vidas eu daria para ganhar uma vida sequer pra Jesus!” E realmente ela gastou sua vida catequizando e cuidando daqueles pobres que ninguém queria cuidar. Foi uma “artista de Deus!” Outro exemplo foi Dom Bosco que trabalhou catequizando e orientando os jovens e estudantes, em especial Domingos Sávio, que hoje é chamado de “O pequeno gigante”, pois escutava o padre Dom Bosco falar do amor de Deus e experimentava em sua vida. Morreu cedo, ainda jovenzinho, mas cheio da graça de Deus e feliz. Isso graças a Dom Bosco e à sua docilidade de coração, era um madeiro que se deixava esculpir pelo seu catequista. E você, já agradeceu a Deus, pelos catequistas que colocou em sua vida até hoje? Pois agradeça! Qual é o valor, a importância, o carinho, atenção, o amor, que demonstra a eles? Pois, demonstre, seja atencioso, escute com atenção o que eles têm a te dizer, valorize-os e o que eles ensinam, olhe para eles com amor e gratidão. Seja madeira fácil de ser trabalhada. Eles estão esculpindo a pessoa maravilhosa criada por Deus que é você. Estão te mostrando o caminho certo e te dando a receita de Deus para ser feliz. Louvado seja Deus pelos catequistas que Deus coloca em nossa vida! Que o Espírito Santo dê a cada um deles a graça de dar o melhor de si para esculpir cada “madeirinha” que Deus coloca em suas mãos.

 

Catequista, qual é o seu testemunho?
Coluna de orientação catequética aos cuidados de Rachel Lemos Abdalla
Por Rachel Lemos Abdalla

Testemunhar, segundo o dicionário Houaiss, é declarar ter visto, ouvido ou conhecido. Então, dar o testemunho cristão é expressar ou afirmar ter tido um encontro, ter visto, ouvido ou conhecido Jesus Cristo. Não é possível dar um testemunho sem que o encontro, de fato, não tenha ocorrido! Os catequistas precisam ter passado por este encontro pessoal com a pessoa de Jesus Cristo, e pelo Pentecostes que entusiasma e faz renovar todas as coisas, para que possam evangelizar de fato! “Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim” (Jo 15, 26). O Catequista que não teve este encontro é morno, faz da sua catequese uma teoria distante e complexa para os dias de hoje, segue o material didático à risca, não possui uma linguagem atual e moderna, portanto, também não consegue cativar e nem levar o catequizando a ter este encontro tão importante com Jesus! E, infelizmente, ainda são muitos os que fazem dos encontros de catequese uma aula para falar de religião. O livro serve para dar uma diretriz, um norte, abrir um caminho para o catequista percorrer. Mas, lembremos que a catequese é vida, é viva, e não está trancada dentro de uma cartilha, mas é livre e não contém amarras, é prática que se concretiza no dia a dia. Quem são os catequizandos de hoje? Como eles vivem? Quais são seus interesses? Jesus falava do Reino de Deus a partir da linguagem daquela época, para que todos O entendessem. Contava Parábolas para facilitar ainda mais a compreensão dos homens e mulheres simples ou nobres que O seguiam, e testemunhava a Sua própria vida, o próprio amor de Deus pelos homens. Ele mesmo disse: “As obras que faço em nome de meu Pai, estas dão testemunho de mim” (Jo 10, 25). Da mesma forma devem ser os nossos evangelizadores! Quando o catequista tem o encontro com Jesus, ele dá o seu próprio testemunho, que brilha, que encanta, que fascina quem o ouve, assim como Cristo fez, olhando nos olhos, com palavras que tocam o coração que está endurecido ou fragilizado e que precisa de alento e consolo, ou está sedento para receber a água viva! ‘Todo o planejamento e a ação da Igreja nascem do próprio Cristo e se voltam para Ele que é a razão de ser da catequese; a origem do agir; o Caminho, a Verdade e a Vida de todo cristão’ (DGAE 2011-2015 – 4)[1]. Por isso, catequista, pense qual tem sido o seu testemunho? Quem ou o quê, você, de fato, está querendo anunciar? Seja coerente com a sua condição de discípulo missionário que tanto insiste o Documento de Aparecida! De quem você é discípulo? Qual é a sua missão?

[1] Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil – 2011-2015, § 4

 

Leigos catequistas 

Quando o mês de agosto tem cinco domingos, o último deles é dedicado especialmente aos catequistas. Desta vez são cinco domingos. Na dança entre semanas e meses, a semana encaixa bem no mês, terminando junto com ele.

Mas independente de quatro ou cinco domingos, os catequistas se sentem contemplados no contexto do mês vocacional.  Como de resto se sentem bem à vontade com seus catequizandos, independentemente se a comunidade valoriza, ou não, o seu bonito e importante ministério.

E ainda, há outro detalhe. Sabemos que a grande maioria dos catequistas são mulheres. Se de vez em quando convém usar a linguagem inclusiva, seria muito conveniente falar dos catequistas e, é claro, das catequistas. Mas temos a certeza que elas, as catequistas, não se sentem nem um pouco diminuídas se não enfatizamos sua condição de gênero.

Portanto, mulheres e homens assumem este ministério bonito, de iniciar na fé as crianças, os jovens, e também os adultos. Este ministério é o mais antigo que existe na Igreja. Mesmo quando uma paróquia não chegou ainda a formalizar em sua comunidade os diversos ministérios leigos, a catequese se faz presente.

Podemos dizer que é na catequese que se concretiza, de maneira especial, a assistência do Espírito Santo à Igreja, conforme a promessa feita por Cristo.

Mas se a catequese se realiza mesmo sem o apoio explícito que ela merece, não é que com isto ficamos eximidos de reconhecer sua importância, e de apoiá-la com o mínimo de recursos pedagógicos que devem se colocados à sua disposição.

Dada a importância da catequese na ação de transmitir a fé, assunto que tanto preocupa hoje a Igreja, vale a pena investir em conseguirmos bons roteiros pedagógicos, para as diversas etapas da catequese.

Neste sentido, a Diocese de Jales sente a alegria de ter elaborado, aos poucos, os seus livros de catequese, desde a catequese infantil, até a catequese de adultos, passando pela catequese de Primeira Eucaristia e da Crisma, dentro da série “Viver a Fé Construindo Comunidade”.

Nas reflexões em preparação da romaria diocesana deste ano, realizada no domingo passado, foram destacadas as diversas dimensões, vividas pela Igreja Primitiva. Dizem os Atos dos Apóstolos, que os primeiros cristãos eram “assíduos à doutrina dos Apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações”.

A primeira dessas dimensões tem uma evidente relação com a catequese: a perseverança na doutrina. Os próprios Apóstolos eram os catequistas das primeiras comunidades.

A Igreja Primitiva podia gozar deste privilégio, de ter convivido com o Mestre, de ter sido agraciada com a abundância do Espírito Santo, e de contar com a presença dos primeiros protagonistas da Igreja nascente, a nova comunhão de amor implantada por Cristo no seio da humanidade, onde ela sempre precisa permanecer como semente de força irresistível, como sal, luz e fermento fazendo germinar os sinais do Reino de Deus.

Mesmo não tendo desta vez um domingo especial para os catequistas, queremos reconhecer a importância de sua missão evangelizadora, com votos de que sejam os primeiros a experimentarem a alegria de viver os valores que eles nos transmitem.

Muito obrigado, mulheres e homens, catequistas de nossas comunidades! Que Deus os recompense pelo testemunho que nos dão e pelo trabalho que realizam!

D. Demétrio Valentini
Bispo de Jales/SP  

 

Aos catequistas, com gratidão!
Poderíamos dizer muitas coisas, palavras eloquentes e profundas, mas uma só é necessária: Deus lhe pague!
Logo depois de termos celebrado a Semana Nacional da Família, quando nossas famílias foram convidadas a serem transmissoras da nossa fé, dentro do tema do Mês das Vocações, gostaria de fazer chegar a todos os catequistas uma mensagem especial pelo seu dia, neste último final de semana de agosto, refletindo acerca de sua importante missão. Catequista, você é uma pérola especial e um tesouro para Deus e sua amada Igreja. A sua singular vocação foi gerada no coração de Deus Pai, para que pudesse chegar aos corações dos seus filhos e filhas com a mensagem da vida – Jesus Cristo. Catequista, você não é apenas um transmissor de ideias, conhecimentos, doutrina ou, mais ainda, um professor de conteúdos e teorias, mas é um canal da experiência viva do encontro intrapessoal com a pessoa de Jesus Cristo.
Essa experiência é comunicada pelo Ser, Saber e Saber Fazer em comunidade, no coração da missão catequética. O ser e o saber do catequista se fundamentam numa dinâmica divina pautada na espiritualidade da gratuidade, da confiança, da entrega, da certeza de que somos impulsionados pelo Espírito Santo, fortalecidos pelo Cristo e amparados pelo Pai.
Catequista, com certeza são muitos, grandes e difíceis os desafios hoje de nossa catequese. Vivemos numa realidade que muitas vezes é contrária àquilo que anunciamos em nossa missão de levar e testemunhar a mensagem de Jesus Cristo. Mas temos a certeza de que não caminhamos sozinhos, somos assistidos pela grande catequista, a Virgem Santíssima.
Por isso, peço-lhe que a experiência do encontro com Jesus Cristo seja a força motivadora capaz de lhe trazer o encantamento por esse fascinante caminho de discipulado, cheio de desafios, mas que o faz crescer e acabam gerando profundas alegrias.
“A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com o fim de iniciá-los na plenitude da vida cristã” (CT). Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “no centro da catequese encontramos essencialmente uma Pessoa, a de Jesus Cristo de Nazaré, Filho único do Pai…”(cf CIC 1992). A finalidade definitiva da catequese é levar à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: ‘Minha doutrina não é minha, mas Daquele que me enviou’ (Jo 7,16) (CIC, 426-427).
Catequista, acolha, neste dia, nosso afetuoso abraço de gratidão de nossa amada mãe Igreja, nos seus bispos, padres e de milhares de pessoas, vidas agradecidas pela sua presença na educação da fé de nossos catequizandos, crianças, adolescentes, jovens e adultos. Em sua ação se traduz, de uma forma única e original, a vocação da Igreja-Mãe que cuida maternalmente dos filhos que gerou na fé, pela ação do Espírito.
Parabéns catequistas!
Poderíamos dizer muitas coisas, palavras eloquentes e profundas, mas uma só é necessária: Deus lhe pague! E que a Força da Palavra continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso missionário!
Que a comunidade continue sendo o referencial da experiência do encontro com Cristo naqueles que sofrem, naqueles que buscam acolhida e necessitam ser amados, amparados e cuidados.
A ternura amorosa do Pai, a paz afável do Filho e a coragem inspiradora do Espírito Santo que cuida com carinho dos seus filhos e filhas, que um dia nos chamou a viver com alegria a vocação de catequista discípulo missionário, estejam na sua vida, na vida da sua comunidade hoje e sempre!
† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

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