138 Anos em contínua Missão

Por Mons. Inácio José Schuster, Pároco

Ao citar nomes, pode-se correr o risco de cometer injustiças, mas a história da Paróquia Nossa Senhora da Piedade não termina por aqui, pelo esforço de pessoas que demonstraram fé, coragem e determinação. Nos mais variados grupos, movimentos e pastorais paroquiais, é uma história tão rica de muitas pessoas santas e piedosas, que deram e dão as suas vidas pela família, pela comunidade e pela Igreja.

Um povo que não lembra seus antepassados é um povo sem futuro.

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA PIEDADE

1 3 8    A N O S   E M   C O N T Í N U A   M I S S Ã O
ANO DO LAICATO: Com a ajuda de Maria Santíssima, os leigos e leigas tem na Igreja lugar de destaque no seguimento de Jesus Cristo, testemunhando a fé por meio de funções temporais, ordenando-as segundo o Projeto Divino (LG 75).

 “Ameis a Igreja, que vos gerou na fé, que vos ajuda a conhecer melhor Cristo, que nos faz descobrir a beleza do seu amor. É impossível encontrar Cristo, e não dar a conhecer aos outros. Por isso, não guardeis Cristo para vós mesmos. Comunicai aos outros a alegria de vossa fé. O mundo necessita do testemunho da vossa fé; necessita, sem dúvida, de Deus” (Papa emérito Bento XVI).

POR CRISTO, com Cristo e em Cristo

“Porque foi do agrado [de Deus] que residisse n’Ele toda a plenitude e que por Ele fossem reconciliadas conSigo todas as coisas, pacificando pelo sangue de sua cruz tanto as coisas da terra como as coisas do céu”.

Cada um tem sua missão

Cada um tem uma missão no Corpo de Cristo, cada um tem uma função. Não significa que um seja melhor que o outro, significa que somos diferentes. Cada qual com sua importância e sendo necessário para o corpo funcionar bem.

Jesus não nos comissionou para converter ninguém, nossa tarefa é somente ir e pregar. Quem tem a tarefa de converter é o Espírito Santo e Ele soberanamente faz como lhe apraz, muitas vezes usando a nossa evangelização, outras vezes usando o trabalho de tantos outros cristãos.

Não somos mais ou menos importantes para o Corpo de Cristo pelo número de atividades que desenvolvemos ou pelos resultados que obtemos, somos importantes à medida que obedecemos ao Divino Mestre. Muitas vezes, uma pessoa que presta um serviço humilde na comunidade pode estar sendo mais útil que um ministro ordenado. O que importa não é o que estamos fazendo, mas como desempenhamos nosso trabalho para o Reino de Deus.

Somos todos intimados por Deus para dar o nosso melhor, para fazer o que é certo, independente de resultados visíveis. Deus vê nossas intenções e não meros atos exteriores, por isso, “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” (Ecl 9, 10).

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