Santíssima Eucaristia

Presença Real  
Presença real na Hóstia Santa  
Presença real de Cristo Jesus
Cordeiro imolado, puro e sem mancha  

O Cordeiro é o Filho de Deus criador  
Eu Te adoro, eu Te louvo, eu Te amo
Eu Te espero, meu Senhor  
O pão que alimenta e dá vida eterna  
O pão é o corpo de nosso Senhor  
O vinho que salva e me dá coragem  
O vinho é o sangue do meu redentor  
Presença real na Hóstia Santa  
Presença real de Cristo Jesus  
Que sob o véu do sacramento  
Contemplo a face, do meu Salvador.

“Assim como dois pedaços de cera derretidos juntos se tornam um, assim aquele que comunga, de tal sorte está unido a Cristo, que ele vive em Cristo e Cristo nele”. São Cirilo de Jerusalém

São João Crisóstomo: “Deu-se todo não reservando nada para si”. “Não comungar seria o maior desprezo a Jesus que se sente “doente de amor” (Ct 2, 4-5)”.

São Boaventura: “Ainda que friamente aproxime-se confiando na misericórdia de Deus”.

São Francisco de Sales: “Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição”.

Santa Teresa de Ávila: “Não há meio melhor para se chegar à perfeição”.
“Não percamos tão grande oportunidade para negociar com Deus. Ele [Jesus] não costuma pagar mau a hospedagem se o recebemos bem”.
“Devemos estar na presença de Jesus Sacramentado, como os Santos no céu, diante da Essência Divina”.

São Bernardo: “A comunhão reprime as nossas paixões: ira e sensualidade principalmente”.
“Quando Jesus está presente corporalmente em nós, ao redor de nós, montam guarda de amor os anjos”.

São Vicente Ferrer: “Há mais proveito na Eucaristia que em uma semana de jejum a pão e água.

Santo Ambrósio: “Eu que sempre peco, preciso sempre do remédio ao meu alcance.”

São Gregório Nazianzeno: “Este pão do céu requer que se tenha fome. Ele quer ser desejado”.
“O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-o do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno.”

São Tomás de Aquino: “A comunhão destrói a tentação do demônio.

Concílio de Trento: “Remédio pelo qual somos livres das falhas cotidianas e preservados dos pecados mortais.”

Santo Afonso de Ligório: “A comunhão diária não pode conviver com o desejo de aparecer, vaidade no vestir, prazeres da gula, comodidades, conversas frívolas e maldosas. Exige oração, mortificação, recolhimento.”
“Ficai certos de que todos os instantes da vossa vida, o tempo que passardes diante do Divino Sacramento será o que vos dará mais força durante a vida, mais consolação na hora da morte e durante a eternidade”.

São Pio X: “A devoção à eucaristia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por objeto; é a mais salutar porque nos dá o próprio autor da graça; é a mais suave, pois suave é o Senhor”.
“Se os anjos pudessem sentir inveja, nos invejariam porque podemos comungar”.

Santo Agostinho: “Não somos nós que transformamos Jesus Cristo em nós, como fazemos com os outros alimentos que tomamos, mas é Jesus Cristo que nos transforma nele.”
“Sendo Deus onipotente, não pôde dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar.”
“ A Eucaristia é o pão de cada dia que se toma como remédio para a nossa fraqueza de cada dia.”
“Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua maternidade.”

Papa Pio XII: “A fé da Igreja é esta: que um só e o mesmo é o Verbo de Deus e o Filho de Maria, que sofreu na cruz, que está presente na Eucaristia, e que reina no céu.”

São Gregório de Nissa: “Nosso corpo unido ao corpo de Cristo, adquire um princípio de imortalidade, porque se une ao Imortal”.

São João Maria Vianney: “Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano”.

Santa Teresinha: “Não é para ficar numa âmbula de ouro, que Jesus desce cada dia do céu, mas para encontrar um outro céu, o da nossa alma, onde ele encontra as sua delícias”.
“Quando o demônio não pode entrar com o pecado no santuário de uma alma, quer pelo menos que ela fique vazia, sem dono e afastada da comunhão.”

Santa Margarida Maria Alacoque: “Nós não saberíamos dar maior alegria ao nosso inimigo, o demônio, do que afastando-nos de Jesus, o qual lhe tira o poder que ele tem sobre nós.”

São Filipe Neri: “A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santíssima Virgem são, não o melhor, mas o único meio para se conservar a pureza. Somente a comunhão é capaz de conservar um coração puro aos 20 anos. Não pode haver castidade sem a Eucaristia.”

Santa Catarina de Gênova: “O tempo passado diante do Sacrário é o tempo mais bem empregado da minha vida”.

São João Bosco: “Não omitais nunca a visita a cada dia ao Santíssimo Sacramento, ainda que seja muito breve, mas contanto que seja constante.” Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer ao demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus…”

Imitação de Cristo (Tomás de Kempis): “Ao sacerdote na consagração é dado ao que aos anjos não foi concedido”.
“Não há oblação mais digna, nem maior satisfação para expiar os pecados, que oferecer-se a si mesmo a Deus, pura e inteiramente, unido à oblação do Corpo de Cristo, na missa e na comunhão”.
“A Eucaristia é a saúde da alma e do corpo, remédio de toda enfermidade espiritual, cura os vícios, reprime as paixões, vence ou enfraquece as tentações, comunica maior graça, confirma a virtude nascente, confirma a fé, fortalece a esperança, inflama e dilata a caridade.

 

PENSAMENTOS de SÃO PEDRO JULIÃO EYMARD, Apóstolo da Eucaristia  

“Dai-me a alegria de celebrar ao menos uma missa. Apenas uma e, depois, morrer!”

“Deus me chama hoje, amanhã seria muito tarde!”

“A Eucaristia é a suprema manifestação do amor de Jesus; depois dele nada há mais, senão o céu”.

“Quando penetrou numa alma uma centelha eucarística, lançou-se no coração um germe divino de vida e de todas as virtudes, e que vale por assim dizer, por si mesmo”.

“Prometi a Deus que nada me deteria, devesse eu embora comer pedras e acabar no hospital. E principalmente, pedi a Deus (e talvez fosse isto presunção de minha parte) trabalhar sem o menor conforto humano”.

“Nós cremos no amor que Deus nos tem. Crer no amor é tudo aqui; não basta crer na verdade, é preciso crer no amor”.

“A melhor preparação para a santa Comunhão é a que se faz em Maria”.

“Salvar a minha alma é negócio pessoal. Não posso descansar em ninguém, nem com ninguém repartir o trabalho”.

“Dar a uma pessoa a fé, a devoção para com Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento, equivale a dar-lhe o segredo e a chave da graça e de todas as demais virtudes”.

“Uma boa hora de adoração diante do Santíssimo Sacramento produz maior bem do que todas as igrejas de mármore que possamos visitar ou todos os túmulos que possamos venerar”.

“A sagrada Eucaristia é Jesus passado, presente e futuro… É Jesus feito sacramento. Bem-aventurada a alma que sabe encontrar Jesus na Eucaristia, e em Jesus Hóstia tudo”.

“A Santa comunhão deve ser o fim de toda vida cristã: todo exercício que não se relaciona com a comunhão está fora de sua melhor finalidade”.

“Convencido de que o sacrifício da Santa Missa e a comunhão ao corpo do Senhor são a fonte viva e o ápice de toda a religião, cada um tem o dever de orientar sua piedade, suas virtudes e seu amor de tal modo que se tornem meios que lhe permitam alcançar esse fim: a digna celebração e a recepção frutuosa destes divinos mistérios”.

“Quem quiser perseverar que receba a nosso Senhor. É um pão que alimentará seus pobres, força, que o sustentará. E é a Igreja que o quer assim”.

“Eu lhes digo que este alimento tomado com intervalos tão prolongados não é mais que um alimento extraordinário, mas onde está o alimento ordinário que deve me sustentar diariamente?”

“Quem não comunga não tem mais que uma ciência especulativa; não conhece nada a não ser palavras, teorias, das quais desconhece o sentido… A alma que comunga não tem primeiro uma idéia de Deus, mas agora o vê, reconhece-o na sagrada mesa”.

“A fim de que a alma devota se fortaleça e cresça na vida de Jesus Cristo, tem necessidade de nutrir-se em primeiro lugar de sua verdade divina e da bondade de seu amor de tal modo que possa passar da luz ao amor, e do amor às virtudes”.

“A Eucaristia é a vida dos povos. A Eucaristia lhes oferece um centro de vida. Todos podem encontrar-se sem barreira de raça nem de língua para a celebração das festas da Igreja”.

“Quão feliz, mil vezes feliz, a alma fiel que encontrou este tesouro escondido, que vai beber neste manancial vivo, que come com freqüência este Pão de vida eterna!”

“O grande mal de nossa época é que não vamos a Jesus Cristo como a seu Salvador e a seu Deus. Abandona-se o único fundamento, a única fé, a única graça da salvação… Então o que fazer? Retornar à fonte da vida, mas não ao Jesus histórico ou ao Jesus glorificado no céu, mas sim ao Jesus que está na Eucaristia. Temos que fazê-lo sair de seu esconderijo para que possa de novo colocar-se à cabeça da sociedade cristã… Que venha cada vez mais o reino da Eucaristia: Adveniat regnum tuum!”

 

A EUCARISTIA – Beato João Paulo II  

“Tua presença na Eucaristia começou com o sacrifício da última ceia e continua como comunhão e doação de tudo o que és”.

“O culto eucarístico brota do amor e serve ao amor, para o qual todos nós somos chamados em Cristo Jesus. E fruto vivo desse mesmo culto é o aperfeiçoamento da imagem de Deus que trazemos em nós, imagem que corresponde àquela que Cristo nos revelou. Tornando-nos assim “adoradores do Pai em espírito e verdade”, nós amadurecemos numa cada vez mais plena união com Cristo, estamos mais unidos a Ele” (24.2.1980).

“E Eucaristia é grande apelo para a conversão. Sabemos que ela é convite para o Banquete; que, alimentando-nos com a Eucaristia, recebemos o Corpo e o Sangue de Cristo, sob as aparências do pão e do vinho. E precisamente porque é convite, a Eucaristia é e continua a ser apelo para a conversão” (29.9.1979).

“Numa plena e ativa participação no Sacrifício Eucarístico e na vida litúrgica completa da Igreja, todo o povo encontra a primeira e indispensável fonte do verdadeiro espírito cristão. Na Eucaristia encontra a força que o torna capaz de dar ao mundo o testemunho de vida” (26.4.1979).

“O Santo Sacrifício da Missa quer ser também a celebração festiva da nossa salvação” (29.9.1979).

“O culto eucarístico brota do amor e serve ao amor, para o qual todos nós somos chamados em Cristo Jesus. E fruto vivo desse mesmo culto é o aperfeiçoamento da imagem de Deus que trazemos em nós, imagem que corresponde àquela que Cristo nos revelou. Tornando-nos assim “adoradores do Pai em espírito e verdade”, nós maturamos numa cada vez mais plena união com Cristo, estamos mais unidos a Ele”.

Eucaristia: Sacramento do nosso novo ser
Cristo nos remiu. Fomos “comprados por um preço elevado”. O “preço elevado” da nossa redenção comprava o valor que o próprio Deus atribui ao homem, comprova a nossa dignidade em Cristo. Realmente, tornando-nos “filhos de Deus”, filhos da adoção, à sua semelhança nós nos tornamos ao mesmo tempo “reino de sacerdotes”, alcançamos o “sacerdócio real”, isto é, participamos naquela restituição única e irreversível do homem e do mundo ao Pai, que Ele, Filho eterno e ao mesmo tempo verdadeiro homem, operou de uma vez para sempre.
A Eucaristia é o Sacramento no qual se exprime mais cabalmente o nosso novo ser, e no qual o mesmo Cristo, incessantemente e sempre de maneira nova, “dá testemunho” no Espírito Santo ao nosso espírito de que cada um de nós, enquanto participante no mistério da Redenção, tem acesso aos frutos da filial reconciliação com Deus, tal como Ele mesmo a atuou e continua sempre a atuar no meio de nós, mediante o ministério da Igreja.

Eucaristia: Sacramento da Partilha
O amor é a força que abre os corações á palavra de Jesus e à sua Redenção: o amor é o fundamento único das relações humanas que desejam respeitar em todos a dignidade de filhos de Deus, criados á sua imagem e salvos pela morte e ressurreição de Jesus; o amor é a única força ativa que nos impele a pormos em comum, com os irmãos e irmãs, tudo o que somos e tudo o que temos.
O amor é o estímulo poderoso que faz nascer o diálogo, no qual nos ouvimos uns aos outros e mutuamente aprendemos. O amor faz surgir, sobretudo, o diário da oração, na qual ouvimos a palavras de Deus, que está viva na Bíblia Sagrada e viva na vida da Igreja. Façamos que o amor construa as pontes entra nossas margens diferentes e, por vezes, contrastantes. Façamos que o amor recíproco e o amor pela verdade sejam a resposta à polarização, quando se criaram facções, por causa de pontos de vista diferentes, em coisas que digam respeito à fé ou às prioridades que hão de conceder-se a ações práticas.

Eucaristia: Sacramento do Corpo e do Sangue
Embora seja verdade que a Eucaristia foi sempre e deve ser ainda agora a mais profunda revelação e celebração da fraternidade humana dos discípulos e confessores de Cristo, ela não pode ser considerada simplesmente como uma “ocasião” para se manifestar uma tal fraternidade. No celebrar o Sacramento do Corpo e do Sangue do Senhor, é necessário respeitar a plena dimensão do mistério divino, o pleno sentido desse sinal sacramental, em que Cristo, realmente presente, é recebido, a alma é repleta de graça e é dado o penhor da glória futura.
Daqui deriva o dever de uma rigorosa observância das normas litúrgicas e de tudo aquilo que testemunha o culto comunitário rendido ao mesmo Deus, tanto mais que Ele, neste sinal sacramental, se nos entrega com confiança ilimitada, se nos entrega com confiança ilimitada como se não tivesse em consideração a nossa fraqueza humana, a nossa indignidade, os nossos hábitos, a rotina, ou até mesmo a possibilidade de ultraje.

Eucaristia: Sacramento da vizinhança
Podemos falar em diversos modos da Eucaristia. Em diversos modos já se falou dela no curso da história. É difícil dizer alguma coisa que não tenha sido já dita. E ao mesmo tempo, seja o que for que se diga, qualquer que seja a parte donde nos aproximemos desta grande mistério da fé e da vida da Igreja, descobrimos sempre alguma coisa de novo. Não porque as nossas palavras revelem essa novidade. Ela encontra-se no Mistério mesmo. Cada tentativa de viver com Ela no Espírito da fé traz consigo nova luz, nova admiração e nova alegria.
A Eucaristia aproxima-nos de Deus de modo estupendo. E é o Sacramento da vizinhança d’Ele em relação ao homem. Deus, na Eucaristia, é precisamente este Deus que desejou entrar na história do homem. Quis aceitar a humanidade mesma. Quis fazer-se homem. O Sacramento do Corpo e do Sangue recorda-nos continuamente a Sua Divina Humanidade.

Eucaristia: Linguagem do amor e da vida
A Igreja não cessa de ouvir as palavras do Cristo, continuamente as relê e reconstrói com máxima devoção todos os pormenores de sua vida. Estas palavras são escutadas também pelos não-cristãos. A vida de Cristo fala ao mesmo tempo também a muitos homens que ainda não se acham em condições de repetir com Pedro: “Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo”. Ele, Filho de Deus vivo, fala aos homens também como Homem: é a sua própria vida que fala, a sua humanidade, a sua fidelidade á verdade e o seu amor que a todos abraça. Fala ainda, a sua morte na Cruz, isto é, a imperscrutável profundidade de seu sofrimento e do seu abandono. A Igreja não cessa nunca de reviver a sua morte na cruz e a sua Ressurreição, que constituem o conteúdo da vida quotidiana da mesma Igreja. De fato, é por mandato do próprio Cristo, Seu Mestre, que a Igreja celebra incessantemente a Eucaristia, encontrando nela “ a fronte da vida e da santidade” o sinal eficaz da graça e da reconciliação.

A Eucaristia nasce da morte e proclama a vida
Amar “até o fim” significa “até á morte” até ao último suspiro. Todavia, a Última Ceia nos mostra que, para Jesus, ”até o fim” significa ainda além do último suspiro. Além da morte. É este, precisamente, o significado da Eucaristia. A morte não é seu fim, mas seu início. A Eucaristia tem início na morte, como ensina São Paulo: “Sempre que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha” (1Cor 11, 26). A Eucaristia é fruto desta morte. Recorda-a constantemente. Significa-a sempre. Proclama-a. A morte que se tornou início da nova Vinda: da Ressurreição à Parusia, “até que Ele venha”. A morte que é substrato de uma nova vida. Amar “até o fim” significa, por conseguinte: para Cristo, amar mediante a morte e além da barreira da morte: amar até aos extremos da Eucaristia! Foi precisamente assim que Jesus amou na Última Ceia. Amou aqueles que estavam com Ele e todos aqueles que deviam herdar o seu ministério.

Eucaristia e vida prática
Nossa união com Cristo na Eucaristia deve manifestar-se na verdade de nossa vida de hoje: nas nossas ações, nas nossas orientações, no nosso estilo de vida e nas nossas relações com os outros. Para casa um de nós a Eucaristia é uma chamada a um esforço cada vez maior para vivemos como verdadeiros seguidores de Cristo: verdadeiros no nosso falar, generosos nas nossas ações, atentos, respeitadores da dignidade e dos direitos de todos, quaisquer que sejam os seus níveis de vida ou os seus rendimentos, prontos para o sacrifício pessoal, leais e justos, generosos, prudentes, compassivos e com domínio próprio, tendo em vista o bem de nossas famílias, dos nossos jovens, do nosso País, do mundo.
A verdade de nossa união com Cristo é testemunhada, se nós verdadeiramente amarmos o nosso próximo, homens e mulheres, pelo modo como tratamos o outros, especialmente as nossas famílias, como nos reconciliamos com nossos inimigos, como perdoamos os que nos fazem mal.

Eucaristia: Sacramento da comunhão
A Eucaristia é o Sacramento da Comunhão. Cristo dá-se a si mesmo a cada um de nós, que o recebemos sob as espécies eucarísticas. Dá-se a si mesmo a cada um de nós, que comemos a Alimento eucarístico e bebemos a eucarística bebida. Este amor é sinal da Comunhão. É sinal da união espiritual, em que o homem recebe Cristo, é-lhe oferecida a participação no seu Espírito, encontra n’Ele, particularmente íntima, a relação com o Pai; sente particularmente próximo o acesso a Ele.
A comunhão é laço bilateral. Convém-nos, portanto dizer que não só recebermos nós a Cristo, mas dizer também que Cristo recebe a cada um de nós. Ele aceita sempre, por assim dizer, o homem neste Sacramento, torna-o seu amigo, assim como disse no cenáculo: “Vós sois meus amigos”. Este acolhimento e a aceitação do homem por parte de Cristo é beneficio inaudito. O homem sente profundissimamente o desejo de ser aceito.   Peça ao Espírito Santo a graça de entender, viver e experimentar a força e poder da Eucaristia. Quem entende o significado deste sacramento, descobre a necessidade e a importância da santa missa, e de um modo especial, a dominical.

Eucaristia e Penitência: Dimensões do Evangelho
A Eucaristia e a Penitência tornam- se, num certo sentido, uma dimensão dupla e, ao mesmo tempo, intimamente conexa, da autêntica vida segundo o espírito do Evangelho, da vida verdadeiramente cristã. Cristo, que convida para o banquete eucarístico, é sempre o mesmo Cristo que exorta á penitência, que repete o “convertei-vos”. Sem este constante e sempre renovado esforço pela conversão, a participação na Eucaristia ficaria privada da sua plena eficácia redentora, falharia, ou, de qualquer modo, ficaria enfraquecida nela aquela particular disponibilidade para oferecer a Deus o sacrifício espiritual e universal a nossa participação no sacerdócio está unido com o próprio sacrifício, com a sua entrega ao Pai; e uma tal entrega, precisamente porque é ilimitada, faz nascer em nós – homens – homens sujeitos a múltiplas limitações – a necessidade de nos voltarmos para Deus, com uma constante conversão.

Nenhum comentário ainda

Comentários desativados

Desenvolvido por Origy Networks – Criação de sites e propaganda