Não é qualquer porcaria ou comportamento que se pode chamar de arte

Dom Henrique: Não é qualquer porcaria ou comportamento que se pode chamar de arte
http://cleofas.com.br/dom-henrique-nao-e-qualquer-porcaria-ou-comportamento-que-se-pode-chamar-de-arte/

Segundo o ACI Digital (04/10/2017), diante dos recentes casos de exposições polêmicas no Brasil, o Bispo de Palmares (PE), Dom Henrique Soares da Costa, criticou a tentativa de destruir o conceito de família até mesmo com coisas aberrantes, advertindo que nem tudo pode ser considerado arte.
“Estamos vendo uma sociedade que vai se desagregando e se degradando. Prepare-se porque vamos ver cada vez mais isso”, lamentou o prelado em um vídeo no qual fala sobre os casos da exposição ‘Queermuseu’, no Santander Cultural em Porto Alegre (RS), e da performance ‘La Bête’, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo.
No primeiro caso, a exposição ‘Queermuseu – Cartografia da Diferença na Arte Brasileira’, no Santander Cultural, trouxe obras que apresentavam blasfêmias contra símbolos religiosos, como hóstias nas quais escreveram nomes de órgãos sexuais, além de imagens indicando pornografia, pedofilia e zoofilia.
Após mobilização de cristãos nas redes sociais expressando sua indignação e repúdio à mostra, o banco decidiu encerrar antecipadamente a exposição.
Já o segundo caso veio a público com a divulgação de um vídeo da performance ‘La Bête’, no 35º Panorama da Arte Brasileira, no MAM. As imagens mostram o artista Wagner Schwartz nu deitado no chão, o qual podia ser manipulado pelo público. Uma criança, juntamente com uma mulher, se aproxima e toca o homem. Estas cenas logo geraram grande repercussão e muitos sinalizaram que se trataria de um crime por expor a criança a tal situação, além de incitação à pedofilia.
Diante disso, o MAM publicou uma nota afirmando que havia sinalização sobre a nudez na sala onde aconteceu a performance e que a menina estava acompanhada pela mãe. Por sua vez, o Ministério Público de São Paulo anunciou na segunda-feira que abrirá um inquérito civil para verificar a aplicação da classificação indicativa e investigar como foi feito a captação de imagens no ambiente.
Casos como este, segundo denunciou Dom Henrique Soares, refletem a “descristianização da sociedade”. “Boa parte da sociedade já não considera mais Cristo, já não considera que o homem vive diante de Deus. Isso é péssimo, porque quando o homem é sua própria medida, então, tudo é permitido, ele não tem mais critérios absolutos”, afirmou.
Além disso, há um segundo problema que é “uma onda forte de cristofobia, um ódio a Cristo e à Igreja, sobretudo à Igreja Católica”.
“Surge também – indicou o Prelado – a militância da ideologia de gênero, da cultura gay, duas atitudes reprováveis”.
Ressaltando que não se referia às pessoas homossexuais, o Bispo de Palmares assinalou que “é a cultura gay, é a militância gay como ideologia, que quer desconstruir os valores da nossa sociedade”, assim, há “a tentativa de destruir o conceito de família, com coisas até aberrantes”.
Nesse sentido, falou concretamente sobre o caso de ‘Queermuseu’, que “é sacrilégio, é vilipêndio”, por desrespeitar “símbolos de uma religião”, o que “é crime no Brasil e poderia ser punido penalmente”.
Sobre o caso de ‘La Bête’, assinalou que “ali é uma incitação à pedofilia, isso é reprovável, isso é uma amoralidade”. “Uma sociedade sadia não pode aturar, não pode suportar em silêncio”, declarou.
Dom Henrique reforçou que não se trata de arte, pois “a arte não é uma realidade absoluta”. “Se eu fizesse um show matando uma pessoa, isso é arte?”, indagou.
“A arte é arte seguindo alguns critérios. Existem cânones para arte, existe a beleza, que nasce de uma harmonia intrínseca nas coisas, a construção do bem, do diálogo, do belo, da humanização”, acrescentou.
“Não é qualquer porcaria – me desculpe a expressão –, não é qualquer comportamento pervertido e perversor que se pode chamar de arte”.
Diante de fatos como esses, o Bispo expressou que “se salva essa sociedade com famílias que tenham valores, que eduquem seus filhos com valores, e valores cristãos, porque o cristianismo é a base cultural da nossa sociedade”.
Assim, parabenizou as pessoas que, “em nome do bom senso, daquelas coisas que são primárias do senso moral, de decência, de dignidade, gritam contra essas perversões, essas anomalias”.
“Eu fico preocupado sobre o futuro da nossa sociedade, sobre o futuro do Brasil. É o preço de uma sociedade que vira as costas para Deus”, lamentou.
Por isso, exortou todos a estarem atentos e não permitirem que casos como estes se repitam, manifestando-se nas redes sociais, mobilizando-se, acionando a Justiça. “Nós não aceitaremos agressões à cultura e à fé cristã”, concluiu.
Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/dom-henrique-nao-e-qualquer-porcaria-ou-comportamento-que-se-pode-chamar-de-arte-18419/

 

FIQUE ATENTO
Exposição de arte ou estado de insanidade social?
Arte ou insanidade?
https://formacao.cancaonova.com/atualidade/sociedade/exposicao-de-arte-ou-estado-de-insanidade-social/

No último mês, em duas exposições, fomos surpreendidos pela promoção de sessões qualificadas como “arte” pelos seus organizadores e por uma massa da sociedade, gerando grande repercussão e generalizada indignação, bem como variadas opiniões dividindo o público no quesito “a favor” ou “contra”.
Uma delas, realizada no Rio Grande do Sul, mostrava, inclusive para crianças, desenhos eróticos representando cenas de zoofilia e retratando menores com apelo, evidentemente erótico, e com inscrições impróprias, como “criança viada”. Bem como a satirização de elementos religiosos.
Na semana passada, mais uma surpresa com sabor de “cavalo de Troia”, o renomado Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) promoveu uma performance denominada “La Bête”, que, segundo o próprio museu, traz uma proposta “artística interativa”. Porém, a interação se dá com a manipulação do corpo de um homem nu. Embora o Museu colocasse em suas placas indicativas que se tratava de uma “exposição de nudez”, fomos surpreendidos pela exposição e estimulo de crianças (menor de 12 anos, nos termos do ECA – Estatuto da Criança e adolescência), para que manipulassem o corpo daquele homem.

Objetivação do ser humano
A performance “La Bete” já tinha sido apresentada em Salvador (BA). Por lá, parece não ter tido a mesma repercussão polêmica que teve e está tendo em São Paulo. Não acredito que isso seja uma “obra de arte”, mas reflete o atual estado de insanidade a que chegamos! É o interior do ser humano (idealizadores), que se expressa de maneira arbitrária aos outros, invadindo liberdades em nome de uma “pseudoautoliberdade”.
Pensemos nas pessoas “adultas”, que apreciam e se contagiam com o que veem. Um corpo nu, que pode ser manipulado, é, como já dizia João Paulo II, a objetivação do ser humano, a coisificação do ser e, consequentemente, o utilitarismo da pessoa. Talvez, escandalizemo-nos pelo fato de vermos, em exposição, esse estado niilista de contemplação do outro, a capacidade que temos de neutralizar, ali, a história pessoal, a essência do ser, e nos contentarmos em apenas manipular membros e, assim, concretizarmos a cultura manipuladora do humano. Isso choca, fere o que ainda trazemos de apreciação do outro como sujeito, e não objeto.
Agora, pensar que “adultos” levam crianças a esse cenário de exposição e manipulação é, no mínimo, querer perverter o natural processo de desenvolvimento humano a que elas estão inseridas. É submetê-las a um constrangimento, que invade sua capacidade de ter esperança neste mundo. É invadi-las com nosso pior é impossibilitá-las de se constituírem como sujeitos, tornando-as, assim, meros objetos dessa sociedade do espetáculo.

Dignidade humana
Muitos falam que é censura à arte quando nos posicionamos de forma contrária a tais exposições. Penso que, na verdade, é um grito de sanidade frente aos devaneios alheios e coletivos que vivemos. Parece que é puritanismo barato, mas não é! É, na verdade, a busca para que a dignidade humana seja garantida em toda a sua amplitude, e até para tais “artistas”, que talvez tenham-na perdido, tornando-se “numa coisa” a ser manipulada.
Amanhã, talvez, tenhamos mais uma “performance ou exposição artística” nas notícias de jornais. Mais uma vez, precisaremos dar o grito de sanidade frente a este mundo que se coisifica e desumaniza. Eis-nos aqui, para pensarmos no ser humano enquanto tal, mesmo que este já tenha se “coisificado”!
Próxima exposição por favor!
Adriano Gonçalves, Mineiro de Contagem (MG), Adriano Gonçalves dos Santos é membro da Comunidade Canção Nova. Formado em filosofia e Psicologia. Atuou na TV Canção Nova como apresentador do programa Revolução Jesus. Hoje atua no Núcleo de Psicologia que faz parte da Formação Geral da Canção Nova. É autor dos seguintes livros: “Santos de Calça Jeans”, “Nasci pra Dar Certo!”, “Quero um Amor Maior” e ” Agora e Para Sempre: como viver o amor verdadeiro”.

 

Caso da exposição do Santander: Católicos pedem reparação dos danos causados
http://www.acidigital.com/noticias/caso-da-exposicao-do-santander-catolicos-pedem-reparacao-dos-danos-causados-62004/

REDAÇÃO CENTRAL, 14 Set. 17 / 05:00 pm (ACI).- Após o encerramento da exposição blasfema que incitava a pedofilia no Santander Cultural, em Porto Alegre (RS), católicos agora se mobilizam na internet para que a entidade não só devolva o dinheiro captado de recursos federais, como também repare os danos causados, como por exemplo, ajudando instituições que apoiam cristãos.
A exposição “Queermuseu – Cartografia da Diferença na Arte Brasileira” contava com 270 obras que, segundo o Santander Cultural, abordavam as “questões de gênero e diferença”. Entretanto, apresentavam blasfêmias contra símbolos religiosos, como hóstias nas quais escreveram nomes de órgãos sexuais, além de imagens indicando pornografia, pedofilia e zoofilia.
Diante disso, católicos se mobilizaram nas redes sociais expressando sua indignação e repúdio à mostra e, no domingo, 10 de setembro, o Santander anunciou que ia encerrar a exposição. Em seguida, a instituição financeira informou que devolverá aos cofres públicos o valor integral destinado à mostra, R$ 800 mil.
Porém, uma petição online da plataforma Citizen Go afirma que “além de os responsáveis terem de responder na justiça pelo crime cometido, têm também de repará-lo”.
Nesse sentido, indica que “uma forma de fazê-lo é doar 800.000 para ajudar instituições sérias que prestam apoio aos cristãos perseguidos em diversos países do mundo”, como a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) e a Missão Portas Abertas.
Sugere também que o banco faça doações “para orfanatos e instituições que cuidam de crianças necessitadas”.

Reação católica
A divulgação da exposição “Queermuseu” logo levou a uma ampla reação, mobilizando milhares de católicos. Segundo Citizen Go, “quase 70.000 e-mails foram enviados ao banco por meio da petição” feita pela plataforma pedindo o fim da exposição.
Além disso, vozes católicas de grande alcance nas redes sociais, como Centro Dom Bosco, Padre Augusto Bezerra, Paraclitus, entre outros, “promoveram ações de negativação da página do Santander Cultural no Facebook e instaram clientes a cancelar suas contas”. Atualmente, a nota de avaliação do Santander Cultural no Facebook está em 1, 2.
Soma-se a essas reações a medida tomada pelo deputado federal católico Flavinho, que protocolou requerimentos solicitando esclarecimento por parte do Ministério da Cultura, bem como ação na Procuradoria Geral da República para que a exposição seja investigada.
Para assinar a petição, pode acessar o site: http://www.citizengo.org/pt-pt/node/90173.

 

Retumbante reação católica leva Santander Cultural a encerrar mostra blasfema
O que não tinha doído na consciência cidadã da instituição acabou lhe doendo
no bolso e na marca
https://pt.aleteia.org/2017/09/11/retumbante-reacao-catolica-leva-santander-cultural-a-encerrar-mostra-blasfema/

A intensa mobilização nas redes sociais por parte de milhares de católicos que reagiram contra um ataque frontal à fé cristã conseguiu uma vitória histórica neste início de semana. O instituto Santander Cultural, na cidade de Porto Alegre, se viu forçado a encerrar neste domingo, 10 de setembro, a sua indignante mostra blasfema em que, sob a hipócrita máscara da “liberdade de expressão“, artistas agrediam gratuitamente símbolos centrais da fé de milhões de brasileiros.
A exposição “Queermuseu – Cartografia da Diferença na Arte Brasileira” tinha sido aberta em 15 de agosto e estava programada para continuar até 8 de outubro, exibindo 270 obras que, segundo a entidade, “abordavam questões de gênero e diferença“.
Na prática, eram obras que ridicularizavam símbolos religiosos. Entre elas, pasmem, havia hóstias nas quais estavam inscritos nomes de órgãos sexuais, além de imagens que evocavam pornografia, pedofilia e zoofilia.
A indignação e o repúdio dos católicos a esse vergonhoso e indisfarçado ataque contra a fé cristã foi retumbante e veemente como não poderia deixar de ser.
Entre as implacáveis reações dos católicos agredidos, um alto número deles anunciou publicamente o cancelamento das próprias contas na instituição financeira responsável pelo instituto. Além disso, a avaliação da página do Santander Cultural no Facebook foi rebaixada para 1,4 graças aos protestos dos católicos ofendidos.
O que não tinha doído na consciência cidadã da instituição acabou lhe doendo no bolso e na marca. Diante da mobilização, o Santander Cultural anunciou o fim da agressão aos católicos pedindo o que chamou de “sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra“.
O Santander Cultural admitiu em nota:
“Entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas”.
O instituto acrescentou, embora bastante tarde, que isto “não está em linha com a nossa visão de mundo“. Lamenta-se, porém, que tenha sido preciso sofrerem as consequências da indignação católica em forma de prejuízo de imagem para finalmente revisarem a sua alegada “visão de mundo”.
O padre Augusto Bezerra, um dos incentivadores da reação dos católicos contra esta agressão espúria, comentou:
“Que sirva de exemplo a qualquer um que tente algo do tipo. Estamos avançando e não vamos cessar nossa militância cristã. Sim, cristãos posicionados e fazendo frente aos males presentes”.
A Arquidiocese de Porto Alegre também se manifestou em nota nesta segunda-feira, destacando “a sua estranheza diante da promoção da exposição realizada junto ao Santander Cultural, na capital gaúcha, que utiliza de forma desrespeitosa símbolos, elementos e imagens, caricaturando a fé católica e a concepção de moral que enleva o corpo humano e a sexualidade como dom de Deus”.
A Arquidiocese acrescenta que a sociedade tem “assistido a ataques discriminatórios à cultura judaico-cristã que contribuiu na formação cultural do ocidente” e afirma que “eliminar as dificuldades jamais pode significar desrespeitar o outro e suas crenças, especialmente porque, ao se tratar do imaginário simbólico da fé, entra-se num campo delicado de significados e sentidos que a ninguém é dado o direito de desprezar. Em tempos de terrorismo e intolerância, não se constroem pontes com agressão e desrespeito pelo o que é mais íntimo e sagrado no outro: sua fé e seu corpo”.
O arcebispado convida ainda a “um humanismo solidário, com uma atitude de paz que não precisa agredir e ofender quem tem pensamento diferente“, além de propor o exemplo de São Francisco de Assis, “medieval e cristão que continua a iluminar a contemporaneidade, a ver o outro como irmão e a nos fazer instrumentos de paz“.

 

Carta Aberta aos brasileiros a propósito da exposição “Queermuseu”, patrocinada pelo Banco Santander
Blasfêmia, Pedofilia, Zoofilia, Pornografia, fazem parte da política do chamado apoio cultural do Banco Santander?
http://www.reginafidei.com.br/campanhas/cartaabertasantander/

Um pecado público foi cometido!
E um pecado de grandes proporções, pois ele tocou no que temos de mais sagrado: a Fé e a Família do povo brasileiro.
Se algum gestor do Banco Santander – responsável direta ou indiretamente por essa brutalidade sob pretexto de exposição – tiver um pingo de temor a Deus, vá imediatamente procurar um sacerdote, confessar-se, arrepender-se e trabalhar para reparar tão terrível pecado.
Afinal de contas, vocês…
– Pecaram quando tomaram a decisão de autorizar o patrocínio à perversa exposição, realizada em Porto Alegre, sob o nome de “Queermuseu”.
– Pecaram por permitir uma exposição que blasfema cruelmente contra Nossa Senhora e Nosso Senhor Jesus Cristo, com as chamadas “obras” ali expostas.
– Pecaram – pecado de escândalo – cada vez que alguém adentrou a essa infame exposição e ali se escandalizou – ou mesmo riu – com as perversidades expostas.
– Pecaram, aproveitando-se da malfadada Lei Rouanet, e com isso envolvendo em sua ação satânica cada contribuinte que indiretamente patrocinou a infâmia (mesmo sem querer).
– Pecaram patrocinando uma exposição que expõe nossa população – e sobretudo nossas crianças – a essa anti-cultura maligna, carregada de blasfêmias, valores invertidos e desrespeito à Fé professada pela grande maioria de nossa população cristã.
– Pecaram por favorecer que escolas inteiras levassem suas crianças (CRIANÇAS!) para esse poço fétido de pecados, agredindo sua inocência e causando efeitos devastadores. Porque, como ensinou nosso Divino Mestre: …“qualquer que escandalizar um destes pequeninos, que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar” (Mateus 18, 6).
Pecaram! Pecaram! Pecaram!
E continuam pecando gravemente pelo fato de apenas suspenderem a exposição sem o menor pedido público de perdão a Deus ou de reparação.
Corram, Destruidores da Família Cristã!
Corram para limpar suas almas desse pecado infame, que atrairá para os senhores abismos ainda maiores e prejudiciais para a salvação de todos e cada um.
Façam uma pausa ao culto do deus-dinheiro e procurem um sacerdote para se reconciliarem com o Deus verdadeiro, criador do Céu e da Terra.
Os senhores sabem.
Apenas suspender a exposição, que tanto mal já fez, por medo da imensa reação que se levantou dos quatro cantos do país, não é suficiente para o perdão que os senhores necessitam.
Por que cometeram esses pecados? Como isso começou?
Aos que ainda não tomaram ciência dessa perversidade, explicamos:
Instigados por satanás, representantes do Banco Santander acharam “oportuno” estimular o que eles entendem por “diversidade”, a saber:
– quadros promovendo práticas como a pedofilia;
– a zoofilia;
– a profanação às Sagradas Imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santíssima Virgem;
– a blasfêmia contra a Santa Igreja e a fé católica.
“Mas uma exposição visa mostrar o atual momento cultural”, dirá algum pervertido de plantão que logo levantará sua voz em defesa de tal abominação.
– Será que um quadro, representando Nosso Senhor como um macaco no colo da Santíssima Virgem, retrata nosso “momento” cultural?
– Será que outro quadro, que insulta o santo sacrifício da cruz, mesclando a figura do Redentor com a de kahli, deusa hindu da destruição, retrata esse “momento”?
Sim, senhoras e senhores, o “Queermuseu” blasfema contra o sacrifício da cruz!
O sacrifício que Nosso Senhor Jesus Cristo aceitou para salvar a cada um de nós, incluindo também todos estes (ir)responsáveis do Banco Santander!
Entretanto, insatisfeitos com essas blasfêmias, os promotores da macabra exposição ainda acrescentaram uma mala antiga cheia de hóstias (!), onde cada uma delas possui uma inscrição que lembra sangue, com palavras que nos recusamos a reproduzir.
Abominável!
O material de divulgação dessa exposição de pedofilia, zoofilia, pornografia e blasfêmia informa que a “expressão de gênero e a diferença são exercidas em sua plena liberdade”.
O Presidente do Banco, Sérgio Rial, teve a desfaçatez de afirmar que a mostra “está ancorada em um conceito no qual realmente acreditamos: a diversidade […] Trata-se de um valor para a nossa empresa [Santander], pois acreditamos que a diversidade é a impulsionadora da criatividade e da eficiência”.
Agora, será que ele também está ancorado na lei?
Será que este excelentíssimo senhor, tão ocupado e bem informado, sabe que o artigo 208 do Código Penal estabelece como crime “escarnecer alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa, impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso e vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”?
Será que este senhor sabe também que a mesma lei prevê pena de um ano e três meses para quem comete tal crime.
É SIMPLESMENTE ABOMINÁVEL.
Cinicamente, no início da tarde do último domingo (10/9), o Santander Cultural emitiu uma nota em que afirmou estar recebendo diversas manifestações críticas a respeito da exposição e confirmou o encerramento da mostra neste domingo.
Vejam no trecho reproduzido abaixo o que eles acham que encerra o debate e que substitui qualquer reparação:
“O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia”.
“Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana”.
Cinismo total!
Principalmente se considerarmos que o Banco (entende-se todos os responsáveis envolvidos), antes de aprovar qualquer patrocínio, o submete às chamadas “Premissas”, que podem ser encontradas nesse link:
https://www.santander.com.br/br/o-santander/cultura/patrocinios
Curiosamente lá diz que:
O Santander possui algumas restrições com relação aos seus investimentos em patrocínios, que envolvem:
-Patrocínios de caráter religioso;
-Patrocínio de caráter político;
-Patrocínios que estejam atrelados a bebida alcoólica, cigarro, armamento ou pornografia.
Mas, atropelando cruelmente tais “premissas”, o “Santander” patrocinou esse lixo com R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais)!
Dinheiro que, se aplicado para sanar a catastrófica situação da saúde no Brasil poderia salvar vidas e fazer uma verdadeira propaganda positiva desse banco que, segundo a FOLHA ONLINE, perdeu mais de 20.000 correntistas em apenas 2 dias da exposição pornográfica.
Amanhã, senhores diretores, responsáveis pelo Santander e leitores desta Carta Aberta, SEU FILHOS poderão estar assistindo a esses horrores, causando um dano irreparável para o futuro psicológico e, sobretudo, espiritual deles.
Não interessa que a exposição já tenha sido suspensa.
É preciso continuar protestando!
Pois os promotores de infâmias dessas só conhecem a força dos números.
Então, vamos espalhar este protesto por todos os meios possíveis.
– quem tiver um blog, publique essa carta aberta;
– quem tiver um perfil nas redes sociais, compartilhe este texto imediatamente;
– quem tiver influência em algum órgão de comunicação, procure divulgar esse protesto;
– os que se sentirem motivados escrevam também para o Banco Santander, de forma respeitosa, mas mostrando-lhes o mal que fizeram;
– e se você tiver apenas uma lista de amigos, não deixe que nenhum deles fique sem saber dessa barbaridade. Avise todos por Whatsapp, e-mail, por onde mais puder.
Números! Números de Protestos Colossais!
Essa é a linguagem que os banqueiros entendem!
E quem sabe, vendo esse levante do povo cristão, autoridades religiosas como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) saiam de seu estranho silêncio e, como pastores que devem ser, manifestem seu repúdio a essa agressão feita ao imenso rebanho por cuja salvação eles responderão.
Quem quiser se envergonhar do fraquíssimo Comunicado da Arquidiocese de Porto Alegre (será que quem o redigiu era católico?), poderá lê-lo no link:
http://www.arquidiocesepoa.org.br/single-post/2017/09/11/Nota-da-Arquidiocese-de-Porto-Alegre-sobre-exposi%C3%A7%C3%A3o-no-Santander-Cultural
Com certeza, você católico, não reconhecerá nele o linguajar próprio da Santa Igreja e, por vezes se sentirá lendo um texto de uma instituição interconfessional qualquer.
Omissão também é pecado!
Pecado para todos nós, mas principalmente para as autoridades eclesiásticas e para qualquer autoridade religiosa – ou civil – que, podendo se manifestar, se omitem nessa hora.
Convidamos todos a rezarem e a promoverem atos pacíficos de reparação ao Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, gravemente ofendidos com um pecado dessa proporção.
Compartilhe este protesto como forma de Reparação.
Em Jesus e Maria!
Associação Regina Fidei
www.reginafidei.com.br

Nenhum comentário ainda

Comentários desativados

Desenvolvido por Origy Networks – Criação de sites e propaganda