O valor de um bom livro às mãos

Nos livros aprende-se a fugir do mal sem o experimentar.  

Um livro Aberto, é um cérebro que fala; fechado, é um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora.   Uma boa leitura dispensa com grandes vantagens a companhia de pessoas frívolas, vazias e que tomam o nosso tempo sem enriquecer a nossa vida.

A cultura nos ajuda a ser felizes; o saber não é um substituto, um passatempo; é a chave da vida. Não se pode enterrar o grande talento da inteligência. Alguém disse que os analfabetos não são os que não sabem ler, mas os que sabem ler e não leem. A fé e a cultura são duas irmãs que devem caminhar juntas e que estão destinadas a se apoiarem mutuamente.

Mas é preciso ler com reflexão, meditação, oração; pois, ler sem refletir, é como comer sem digerir. Os bons livros são como que o que o sol e a chuva da primavera que fazem brotar as sementes que dormiam no frio do inverno. A leitura nos mantém jovens, não importa a nossa idade.

No túmulo de Tomás de Kempis, na Holanda, o autor da “Imitação de Cristo”, está escrito: “Procurei em toda parte a paz e a tranquilidade e só as encontrei sentado num rincão agradável, tendo um livro nas mãos”.

Erasmo de Rotterdam (†1536), teólogo e humanista, dizia que “quando ganho algum dinheiro, compro livros; e se me sobrar algo, compro comida e roupa”. No seu tempo os livros eram caríssimos; a imprensa estava apenas começando.

Os livros são as ferramentas dos sábios. Uma casa cheia de livros é como um jardim cheio de flores. A sabedoria de um homem está escondida em seus conhecimentos.

Além de tudo isso, o livro é um companheiro que você leva para todo lugar: o seu quarto, o seu escritório, a sala, o ônibus, a sala de espera do consultório do médico, a igreja, a praça, a praia…

Prof. Felipe Aquino

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