VI Domingo do Tempo Comum – Ano B

Por Mons. Inácio José Schuster

JESUS SE APROXIMOU DE UM LEPROSO
Levítico 13, 1-2. 44-46; 1 Coríntios 10, 31-11, 1; Marcos 1, 40-45

Evangelho segundo São Marcos 1, 40-45
Um leproso veio ter com Ele, caiu de joelhos e suplicou: «Se quiseres, podes purificar-me.» Compadecido, Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: «Quero, fica purificado.» Imediatamente a lepra deixou-o, e ficou purificado. E logo o despediu, dizendo-lhe em tom severo: «Livra-te de falar disto a alguém; vai, antes, mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que foi estabelecido por Moisés, a fim de lhes servir de testemunho.» Ele, porém, assim que se retirou, começou a proclamar e a divulgar o sucedido, a ponto de Jesus não poder entrar abertamente numa cidade; ficava fora, em lugares despovoados. E de todas as partes iam ter com Ele.

Nas leituras do dia, ressoa várias vezes a palavra que, só de ouvi-la pronunciar, suscitou por milênios angustia e pavor: lepra! Dois fatores alheios contribuíram a acrescentar o terror frente a esta enfermidade, até fazer dela o símbolo da máxima desventura que pode tocar uma criatura humana e isolar os pobres infelizes das formas mais desumanas. O primeiro era a convicção de que esta enfermidade era tão contagiosa que infectava qualquer um que tivesse estado em contato com o enfermo; o segundo, igualmente carente de todo fundamento, era que a lepra era um castigo pelo pecado. Quem contribuiu mais que ninguém para que mudasse a atitude e a legislação com respeito aos leprosos foi Raoul Follereau [escritor, jornalista e poeta francês, Follereau (1903-1977) dedicou toda sua vida a combater a enfermidade de Hansen. Ndr]. Instituiu em 1954 a Jornada Mundial da Lepra, promoveu congressos científicos e finalmente, em 1975, conseguiu que se revogasse a legislação sobre a segregação dos leprosos. Acerca do fenômeno da lepra, as leituras deste domingo nos permitem conhecer a atitude primeiro da Lei mosaica e depois do Evangelho de Cristo. Na primeira leitura, do Levítico se diz que a pessoa da que se suspeite que padece de lepra deve ser levada ao sacerdote, o qual, verificando-a, a «declarará impura». O pobre leproso, expulso do convívio humano, deve ele mesmo manter afastadas as pessoas, advertindo-as de longe do perigo. A única preocupação da sociedade é proteger a si mesma. Vejamos agora como se comporta Jesus no Evangelho: «Aproximou-se de um leproso suplicante: “Se queres podes purificar-me”. Compadecido dele, estendeu sua mão, tocou-o e lhe disse: “Quero; sê purificado”. E no mesmo instante desapareceu a lepra e ficou purificado». Jesus não tem medo do contágio; permite ao leproso que chegue até Ele e se jogue de joelhos. Mais ainda: em uma época na qual se considerava que a mera proximidade de um leproso contagiava, Ele «estendeu sua mão e o tocou». Não devemos pensar que tudo isto fosse espontâneo e não contava nada a Jesus. Como homem, Ele compartilhava, nisto como em tantos outros pontos, as convicções de seu tempo e da sociedade na qual vivia. Mas a compaixão pelo leproso é mais forte nEle que o medo da lepra. Jesus pronunciou nesta circunstância uma frase simples e sublime: «Quero; sê purificado». «Se queres, podes», havia dito o leproso, manifestando assim sua fé no poder de Cristo. Jesus demonstra poder fazê-lo, fazendo-o. Esta comparação entre a Lei mosaica e o Evangelho no caso da lepra nos obriga a propor-nos a pergunta: em qual das duas atitudes me inspiro? É verdade que a lepra já não é a enfermidade que produz mais temor (ainda que existam milhões de leprosos no mundo), que é possível, se se chega a tempo, curar-se completamente dela, e na maioria dos países já foi vencida do todo; mas outras enfermidades ocuparam seu lugar. Fala-se desde há tempos de «novas lepras». Com estes termos não se entendem tanto as enfermidades incuráveis de hoje como as enfermidades (AIDS e dependência de drogas) das quais a sociedade se defende, como para com a lepra, isolando o enfermo e rejeitando-o à margem dela mesma. O que Raoul Follereau sugeriu fazer para com os leprosos tradicionais, e que tanto contribuiu a aliviar seu isolamento e sofrimento, dever-se-á fazer (e graças a Deus muitos o fazem) com os novos leprosos. Com freqüência um gesto assim, especialmente se se realiza tendo de vencer a si mesmo, marca o início de uma verdadeira conversão para quem o faz. O caso mais célebre é o de Francisco de Assis, que remonta ao encontro com um leproso o começo de sua nova vida.

 

Neste sexto domingo do tempo comum, um leproso se aproxima de Jesus e grita: “Se queres, podes curar-me”. Este pobre leproso não exige de Jesus a própria cura: “Se podes”, isto é, ele realiza um ato de fé, ele se entrega inteiramente nas mãos de Jesus, ele confessa que Jesus tem o poder de restituir-lhe a saúde e fazê-lo feliz, se Jesus o quiser. Jesus que veio para curar todas as nossas enfermidades, não tem outra resposta, senão esta: “Eu quero” e o toca o que era proibido pela lei mosaica, mas Jesus é o Filho de Deus, veio para assumir todos os nossos males: “Eu quero fica, purificado”. No mesmo instante ele se purificou. Esta não é uma história que se realizou apenas naquela ocasião. Nós lemos este texto, não com olhos de observadores, mas como catequese que a Palavra de Deus trás como alimento para a nossa vida de cada dia. Leprosos nós possuímos no mundo, e não apenas aqueles milhões que ainda carregam em países subdesenvolvidos a doença de hanseníase. Leprosos nós poderíamos dizer hoje modernamente, são aqueles vitimados pela doença chamada AIDS, leprosos são aqueles que se tornaram vítimas da droga, do álcool, todos estes sofrem e buscam em alguém, um auxílio, buscam nos discípulos de Jesus, um conforto que pudessem oferecer-lhes. Nós gostaríamos de imitar Jesus e ir à procura dos leprosos atuais e modernos que existem nas nossas grandes cidades. Eu citei alguns nomes, poderíamos continuar a ladainha, com pessoas idosas que se encontram abandonadas num depósito esperando a própria morte, crianças, meninos de rua, todos estes gritam a nós: “se queres tens a possibilidade de ajudar-me”. Jesus nos ensina hoje a fazer a mesma coisa que ele fez, cada um de nós pode, quem sabe, a um numero restrito de pessoas, mas efetivamente dizer: eu posso aliviar, senão curar a tua enfermidade, a tua dor. Mais tarde a lepra se tornou também o símbolo de todo o pecado. Não existe simbolismo mais forte para o pecado, do que chamá-lo de lepra do coração, lepra da vontade, lepra do interior, e quem de nós nunca foi, ou não é ainda leproso no coração, leproso no seu afeto, leproso na sua incapacidade de amar a Deus, e amar o outro como ele mesmo gostaria de ser amado. Vamos nós também a Jesus fazer a mesma oração deste pobre leproso, porque nós também estamos na mesma condição. Mas não nos esqueçamos de que podemos fazer o bem àqueles que de nós buscam um auxílio.

 

A DERROTA DO “PRIMOGÊNITO DA MORTE”
Evangelho do VI Domingo do Tempo Comum
Pe. Angelo del Favero

Lv 13,1-2.45-46
“O Senhor falou a Moisés e a Arão e disse: Se alguém tem um tumor na pele ou uma pústula ou mancha branca que faça suspeitar de uma praga de lepra, será levado até o sacerdote Arão ou a algum dos sacerdotes, seus filhos. O leproso ferido de chagas se vestirá de trapos e andará de cabeça descoberta; velado até o lábio superior, gritará: ‘Impuro! Impuro!’. Será impuro enquanto lhe durar a doença; é impuro, ficará só e habitará fora do acampamento”.

Mc 1,40-45
“Naquele tempo, um leproso se aproximou de Jesus e lhe implorou de joelhos, dizendo: ‘Se quiseres, podes tornar-me limpo’. Jesus lhe teve compaixão, estendeu a mão, tocou nele e disse: ‘Quero. Sê limpo’. E, imediatamente, desapareceu dele a lepra e ficou limpo. E Jesus severamente o admoestou, mandou-o partir e lhe disse: ‘Não digas nada a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés ordenou como testemunho para eles’. Mas eis que o leproso curado afastou-se e começou a proclamar e a divulgar a notícia, de modo que Jesus já não podia entrar abertamente numa cidade, mas permanecia fora, em lugares desertos, e as pessoas vinham a ele de toda parte”.

“A calamidade devorará a sua pele, o primogênito da morte roerá seus membros” (Jó 18,13): com esta impressionante expressão, Jó define a lepra como “a primeira criatura” da morte.

Esta doença devastadora, então incurável, foi considerada a filha primogênita da morte pelo duplo motivo de fisicamente devorar os membros humanos e ainda obrigar o doente a viver sem relacionamentos, como um cadáver. “Tanto que a tradição judaica igualava o leproso à criança natimorta, e a sua cura eventual era considerada como uma verdadeira ressurreição” (G. Ravasi).

A palavra “primogênito”, referindo-se à morte, indica um “filho” mortífero, uma mortal desgraça que ocupa o primeiro lugar em importância, o filho mais letal de todos e o verdadeiramente capital, capaz de gerar e comandar muitos outros males entre os homens.

Tal geração perversa leva assim a pensar na ação escondida do Maligno, o inimigo número um da vida do homem e o principal responsável pela sua pior morte, a da alma, devida ao pecado.

Os leprosos do tempo de Jesus viviam como não-pessoas, totalmente excluídos da vida da comunidade, declarados “impuros” pelo sacerdote. Este diagnóstico infausto privava o paciente antes de tudo da possibilidade de acesso ao templo e à oração, alienando-o da comunhão filial com Deus e o separando da relação com os irmãos. Criado à imagem do Deus da vida, aquele homem ou mulher se via forçado a viver à imagem da morte, que representa em si o fim irreversível de toda relação humana.

Voltemos agora para o nosso tempo.

A compaixão de Jesus pelo leproso, com a sua afirmação absoluta de querê-lo curar (“Quero, sê limpo”), revela uma única e permanente vontade de Deus para com cada ser humano: a vontade de deixá-lo saber a verdade de si mesmo como pessoa criada à imagem do amor trinitário, para a alegria de uma vida baseada na experiência do amor recíproco e da providência divina.

Desde o primeiro instante da concepção, de fato, o ser humano é um sujeito único em seu gênero: “Recorrendo a imagens, poderíamos dizer que a pessoa, como sujeito, se distingue dos animais, mesmo dos mais completos, pela sua interioridade e pela vida concentrada nela, uma vida que lhe é própria, a sua vida interior. A vida interior é a vida espiritual. Ela se concentra em torno do verdadeiro e do bom. A pessoa se comunica, assim, não só com o mundo visível, mas também com o mundo invisível e especialmente com Deus” (K. Wojtyla, Amor e Responsabilidade, Introdução).

Voltando ao leproso curado, talvez estejamos pensando que o mundo antigo bíblico seja muito distante de nós, que estamos lidando aqui com problemas climáticos, com a crise econômica no mundo, com problemas concretos do trabalho e da família.

Mas se isto é verdadeiro quanto à lepra do corpo, embora muitas doenças e injustiças ainda marginalizem hoje o homem do próprio homem, certamente não é quanto à lepra de consciência, que é o pecado pessoal, e, em particular, o pecado do aborto.

Podemos assim dizer, de fato, que o aborto voluntário da nossa época, no nosso mundo, em nossa sociedade, é o “primogênito da morte”.

Ele é o primogênito da morte em todos os níveis: no nível dos direitos humanos, no da paz, no da justiça, no da educação, no da família e até mesmo no da atual crise econômica mundial. Ele é esse primogênito da morte a partir de todo ponto de vista humano: moral, psicológico, espiritual.

O aborto é o primogênito da morte no coração da mãe da criança assassinada. Ao destruir a relação com o filho, o aborto voluntário arranca do seu âmago a alegria de viver, comprometendo, por conseguinte, todos os seus relacionamentos pessoais, começando pela relação fundamental consigo mesma e com Deus.

O aborto é o primogênito da morte em todas as nações que o legalizaram, introduzindo nas próprias instituições o princípio destruidor da paz e da verdadeira civilização, baseada na justiça e no acolhimento dos mais frágeis.

O aborto é o primogênito da morte na alma de quem decide praticá-lo e de quem o executa, mesmo que seja com a desculpa da chamada “contracepção de emergência” ou da inseminação artificial, porque é um pecado grave que interrompe o relacionamento vital com Deus, até que o perdão sacramental o regenere, com a purificação da alma na água viva da sua misericórdia.

Só o Primogênito dentre os mortos pode derrotar no coração e no mundo inteiro o primogênito da morte.

A este respeito, quero recordar as seguintes palavras significativas de Bento XVI: “A oração não é um acessório, um opcional, mas uma questão de vida ou morte. Só quem reza, quem se confia a Deus com amor filial, pode entrar na vida eterna, que é o próprio Deus”.

 

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM – B
Padre Wagner Augusto Portugal, Vigário Judicial da Diocese da Campanha, MG

“Sede o rochedo que me abriga a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais” (Sl 30,3s)

Meus irmãos,
A realidade demonstrada no Evangelho de hoje(Mc 1,40-45) é o sofrimento. O sofrimento advindo da letra era duplamente cruel para o povo de Israel, por causa da doença em si e por causa da excomunhão advinda da mesma, prevista pela Lei Levítica, no capítulo 13. Na opinião geral do povo, a lepra devia ser obra de algum espírito muito ruim. Daí, os leprosos eram intocáveis, um tabu! E o Evangelho de hoje vem quebrar esse tabu. O leproso reconhece em Jesus sua misteriosa “autoridade e ministério”, seu poder sobre o poder do mal e sobre a letra, como um tabu que excluía aquele que ostentava esta condição.  A purificação da lepra dependia exclusivamente daquele que estava contaminado com esta situação, porque para Deus a fé remove montanha e cura doenças. A primeira leitura (Lv 13,1-2.44-46) ilustra a sorte do leproso: exclusão da comunidade, porque não podia permanecer em casa, ou perto de casa, ou dentro dos muros da cidade, ou à beira dos caminhos. Daí que, pior do que a condenação da lepra, era a condenação da solidão, a exclusão do convívio social de todos. O leproso era considerado um maldito de Deus, ou seja, morto para a sociedade e morto, sem esperança, para Deus. As leis judaicas acerca da lepra eram severíssimas. Quem demonstrasse apenas os sintomas da doença deveria ser afastado da comunidade e os seus objetos deveriam ser destruídos. Jesus inova, pois, esse conceito, curando o leproso. Isso é muito significativo, porque arranca o enfermo da morte social e da morte religiosa, é como um ressuscitar dos mortos aqueles que se encontravam mortos pela marginalização. Mas a ressurreição é feita por quem? Ela é feita por Deus. Por isso, a cura do leproso é reservada para Jesus Cristo.

Meus irmãos,
O leproso rompeu a restrição da lei judaica, aproximando-se de Jesus. O leproso deveria estar gritando a sua condição de imundo toda a vez que alguém se aproximasse dele. E Jesus também irrompe a lei, porque chegar perto do leproso era tornar-se impuro dentro da lei judaica. Jesus não só chegou, mas tocou no leproso estendendo a sua mão. Esse gesto é significativo. É um gesto de profunda compaixão, a marca registrada de Jesus. Sua compaixão é fruto do amor, identificando-se com o outro. E essa identificação é antiga, desde a encarnação, entrando na condição de nossa história. O egoísta não se preocupa com o outro. Mas o egoísmo é um sentimento que não pode ser próprio dos cristãos.  Por isso o leproso suplica angustiado, com humildade e confiança. O importante de tudo é que Jesus provocará uma crescente opção ao seu trabalho a partir do gesto de hoje. O Divino Mestre faz uma releitura das Leis Judaicas, pela sua autoridade própria, fazendo uma análise libertadora e salvífica. O leproso pede de joelhos. Ressaltam aqui duas virtudes próprias de quem pede angustiado: humildade e confiança. O orgulhoso tem dificuldade de pedir. Jesus veio para os pobres. Andou com os leprosos. Caminhou com as prostitutas e os desvalidos da sociedade. Visitou os desprovidos e comeu com eles. Tomar refeição com os “lascados” significa participar de sua sorte, ter compaixão de sua situação. Essa atitude está dentro do contexto da atitude de Jesus no episódio da cura da sogra de Pedro, como vimos no último domingo: “Ela se pôs a servi-los”. Servir sempre! Servir como imperativo da vida cristã. Serviço que vem da cura recebida e compromisso de uma vida nova. Serviço que é diaconia e anúncio, que é kerigma. Diaconia e Kerigma que superam o ritualismo e o legalismo. Diaconia e Kerigma que é a atitude de Jesus diante do Leproso e de todos nós em todos os tempos!

Meus irmãos,
Já a Segunda Leitura nos ensina uma regra de vida que vale para todos os momentos da vida diária. Paulo chega ao termo de suas considerações sobre o liberalismo dos Coríntios, com relação à questão de participar dos banquetes pagãos e a questão de comer carne sacrificada aos ídolos e depois vendida no mercado. O apelo é uma distinção entre a idolatria e a verdadeira fé. Tudo deve ser feito em constante ação de graças. Por isso, a regra paulina é geral: fazer tudo, comer, beber e todo o mais, de modo que se possa dar graças e louvor a Deus.

Irmãos e Irmãs,
É necessário deixar por último uma recomendação do Evangelho e de São Paulo: Jesus não queria publicidade. Jesus pediu ao leproso que não contasse como tinha sido curado. Trata-se da questão do chamado “segredo messiânico”, porque Ele não era mágico, e sim o Redentor do gênero humano. Isso é muito importante hoje em tempos de tensão entre o anúncio e a exibição sensacionalista. Anunciar é preciso, usar muitos e eficientes meios de tornar o Santo Evangelho conhecido é essencial para a missão da Igreja. Fazer isso bem feito, com criatividade e caridade, é apenas dar ao Evangelho a importância que ele merece. Na nossa vida devemos fazer tudo para a maior glória de Deus. O triunfalismo que busca a glória da instituição ou de qualquer agente evangelizador, porém, traz sempre o perigo de ser superficial e de acabar desviando o foco da mensagem. Uma Evangelização competente, entusiasmada e humilde, com grande diálogo, sem vaidade ou outros interesses menores, é um bom caminho para evitar que o irmão tropece na estrada da fé.

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