Papa Francisco

Não é fácil entregar-se à misericórdia de Deus, porque se trata de um abismo incompreensível. Mas devemos fazê-lo! «Oh padre, se conhecesses a minha vida, não me  falarias assim!» «Porquê? Que fizeste?» «Oh, fi-las grandes e graves!» «Melhor! Vai ter com Jesus; Ele gosta que Lhe contes essas coisas!». Ele esquece; Ele tem uma capacidade especial de esquecer. Esquece, beija-te, abraça-te e apenas te diz: «Também Eu não te condeno! Vai, e doravante não tornes a pecar» (Jo 8, 11). Este é o único conselho que te dá.  Passado um mês, estamos nas mesmas condições… Voltemos ao Senhor! O Senhor nunca Se cansa de perdoar, nunca! Somos nós que nos cansamos de Lhe pedir perdão. Peçamos a graça de não nos cansarmos de pedir perdão, porque Ele jamais Se cansa de perdoar.  Peçamos esta graça! Papa Francisco

Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres. Ainda há tantos pobres no mundo! E tanto sofrimento passam estas pessoas!  A exemplo de Francisco de Assis, a Igreja tem procurado, sempre e em todos os cantos da terra, cuidar e defender quem passa indigência e penso que podereis constatar,  em muitos dos vossos países, a obra generosa dos cristãos que se empenham na ajuda aos doentes, aos órfãos, aos sem-abrigo e a quantos são marginalizados, e deste modo trabalham para construir sociedades mais humanas e mais justas. Papa Francisco

Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres.  Mas há ainda outra pobreza: é a pobreza espiritual dos nossos dias, que afeta gravemente também os países considerados mais ricos. É aquilo que o meu Predecessor, o amado e venerado Bento XVI, chama a «ditadura do relativismo», que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens. E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra. Papa Francisco

Um dos títulos do Bispo de Roma é Pontífice, isto é, aquele que constrói pontes, com Deus e entre os homens. Desejo precisamente que o diálogo entre nós ajude a construir pontes entre todos os homens, de tal modo que cada um possa encontrar no outro, não um inimigo nem  um concorrente, mas um irmão que se deve acolher e abraçar. Além disso, as minhas próprias origens impelem-me a trabalhar por construir pontes. Na verdade, como sabeis, a minha família é de origem italiana; e assim está sempre vivo em mim este diálogo entre lugares e culturas distantes, entre um extremo do mundo e o outro, actualmente cada vez mais próximos, interdependentes e necessitados de se encontrarem e criarem espaços efetivos de autêntica fraternidade.  Neste trabalho, é fundamental também o papel da religião. Com efeito, não se podem construir pontes entre os homens, esquecendo Deus; e vice-versa: não se podem viver  verdadeiras ligações com Deus, ignorando os outros.  Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões, para que jamais prevaleçam as diferenças que separam e ferem, mas, embora na  diversidade, triunfe o desejo de construir verdadeiros laços de amizade entre todos os povos. Papa Francisco

Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Papa Francisco

Aprendi que para ter acesso ao Povo Brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração: por isso permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. Papa Francisco

Ao ateu, não diria que sua vida está condenada, porque estou convencido de que não tenho direito de fazer juízo sobre a honestidade dessa pessoa. Papa Francisco

Os direitos humanos são violados não só pelo terrorismo, a repressão, os assassinatos, mas também pela existência de extrema pobreza e estruturas econômicas injustas, que originam as grandes desigualdades. Papa Francisco

Algumas pessoas cuidam melhor de seus cães do que dos seus irmãos. Papa Francisco

Nossa vida é um caminho, quando paramos, não vamos para frente. Papa Francisco

O dinheiro tem que servir, não governar. Papa Francisco

Deus não pertence a nenhum povo. Papa Francisco

Apenas os que dialogam podem construir pontes e vínculos. Papa Francisco

O meu desejo ao visitar o Brasil era andar por todos os bairros, bater em todas as portas, pedir um copo de água fresca, um cafezinho, mas não um de cachaça…Desde o primeiro instante em que toquei as terras brasileiras e aqui, junto de vocês, me sinto acolhido. Quando somos generosos acolhendo, enriquecemos. Como diz o ditado: “sempre se pode colocar um pouco mais de água no feijão”. Essa é a verdadeira riqueza. Não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e solidário. Ninguém pode permanecer insensível as desigualdades que ainda existem no mundo. Não deixemos entrar no nosso coração a cultura do descartável, porque nós somos irmãos. Papa Francisco

“Deus sempre quer a misericórdia e não a condenação. ”

“Quer a misericórdia do coração, porque Ele é misericordioso e sabe entender bem as nossas misérias, as nossas dificuldades e também os nossos pecados.”

“Ele veio por nós, pecadores, e é isto o que é bonito. Deixemo-nos olhar pela misericórdia de Jesus, façamos festa e guardemos a lembrança desta salvação!”

“Mas a misericórdia de Jesus não é apenas um sentimento, é uma força que dá vida”.

“A misericórdia de Deus dá vida ao homem, o ressuscita da morte”.

“O Senhor nos olha sempre com misericórdia; não esqueçamos, nos olha sempre com misericórdia, nos espera com misericórdia.”

“Deixemo-nos encontrar pelo Senhor: Ele está perto de nós. Tantas vezes”.

“A Igreja deve ser um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade”.
(Habemus Papam – 13 de março)

“O próprio Pedro que confessou Jesus Cristo com estas palavras: Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo, diz-lhe: Eu sigo-Te, mas de Cruz não se fala. Quando caminhamos sem a Cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos, mas não discípulos do Senhor… Eu queria que todos nós tivéssemos a coragem, sim a coragem, de caminhar na presença do Senhor, com a Cruz do Senhor. E assim a Igreja vai para diante”.
(Encerramento do Conclave – 14 de março)

“Cristo é o Pastor da Igreja, mas a sua presença na história passa através da liberdade dos homens: um deles é escolhido para servir como seu Vigário, Sucessor do Apóstolo Pedro, mas Cristo é o centro. Não o Sucessor de Pedro, mas Cristo. Cristo é o centro. Cristo é o ponto fundamental de referimento, o coração da Igreja. Sem Ele, Pedro e a Igreja não existiriam, nem teriam razão de ser”.
(Encontro com os Jornalistas – 16 de março)

“Disse que de coração vos daria a minha bênção. Uma vez que muitos de vós não pertencem à Igreja Católica e outros não são crentes, de coração concedo esta bênção, em silêncio, a cada um de vós, respeitando a consciência de cada um, mas sabendo que cada um de vós é filho de Deus. Que Deus vos abençoe!”
(Encontro com os Jornalistas – 16 de março)

“Deus é como um pai misericordioso, que sempre tem paciência conosco, nos compreende, atende, não se cansa de nos perdoar. Grande é a misericórdia do Senhor. A misericórdia é uma palavra que muda tudo, muda o mundo. Um pouco dela deixa o mundo menos frio e mais justo. Deus jamais se cansa de nos perdoar. Nós é que nos cansamos de pedir perdão.”
(Angelus – 17 de março)

“Sejamos ‘guardiões’ da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para ‘guardar’, devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então devemos  vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.”
(Missa Início Pontificado – 19 de março)

“Peço a todos aqueles que ocupam papel de responsabilidade nos meios econômico, politico e social, a todos homens e mulheres de boa vontade, para que cuidem da criação. Do desenho de Deus na Natureza. Cuidem um do outro, do meio ambiente”.
(Missa Início Pontificado – 19 de março)

“Meu ministério é cuidar das pessoas, principalmente dos mais pobres”.
(Missa Início Pontificado – 19 de março)

•Sobre o casamento entre homossexuais
“Não sejamos ingênuos, não se trata de uma simples luta política. É uma pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo, é apenas o sinal de uma mentira que pretende confundir e enganar aos filhos de Deus”.
Carta enviada aos mosteiros de Buenos Aires.

• Sobre o aborto
“O aborto nunca é solução. Ao falar de uma mãe grávida, falamos de duas vidas e ambas devem ser preservadas e respeitadas, pois a vida é de um valor absoluto”.
Documento entregue na Conferência Episcopal Argentina.

• Império do dinheiro
“Pouco a pouco habituamo-nos a ouvir e a ver, através dos meios de comunicação, a crónica negra da sociedade contemporânea […] O império do dinheiro, com os seus efeitos demoníacos como as drogas, a corrupção, o tráfico de pessoas (incluindo de crianças), juntamente com a miséria material e moral são frequentes”.
Discurso durante o período da Quaresma.

• Direito a trabalho digno
“A escravidão não está abolida e, nesta cidade [Buenos Aires], a escravidão está na ordem do dia de diversas formas. Nesta cidade existem trabalhadores clandestinos […] A destruição do trabalho digno, as emigrações dolorosas e a falta de um futuro também se unem nesta sinfonia”.
Discurso do Dia da Luta Contra o Tráfico de Pessoas.

• Dívida social
“A dívida social é uma acumulação de privações e carências em distintas dimensões. É uma violação de direitos e aponta diretamente contra a dignidade humana. A dívida social no país [Argentina] é imoral, injusta e ilegítima”.
Em discurso à TV aberta, em 2009.

• Desigualdade
“Nós vivemos na parte do mundo mais desigual. A distribuição desigual de bens continua, criando uma situação de pecado social que clama aos céus e limita as possibilidades de uma vida mais plena para muitos dos nossos irmãos”.
Discurso na reunião de Bispos Latino Americanos, em 2007.

•  Igreja doente
“Temos que evitar a doença espiritual de uma igreja auto-referencial. Se a igreja permanece fechada em si mesma, fica velha. Entre uma igreja que sofre acidentes na rua e uma igreja que está doente porque é auto-referencial, não tenho dúvidas sobre preferir a primeira [opção]”.
Durante conversa recente, pré-conclave.

Bote fé, bote esperança, bote amor, que a sua vida terá novo sabor! Papa Francisco

Saiam às ruas como fez Jesus. Papa Francisco

Não sejam covardes. Saiam às ruas! Papa Francisco – Dirigindo-se aos jovens, estimulando protestos para que a nova geração seja a protagonista das mudanças sociais e políticas no mundo.

Deus dá as batalhas mais difíceis aos seus melhores soldados. Papa Francisco

Peçamos a graça de não nos cansarmos de pedir perdão, porque Deus jamais se cansa de perdoar. Papa Francisco

Às vezes, na nossa vida, os óculos para ver Jesus são as lágrimas. Papa Francisco

Não existem mães solteiras, existem mães com filhos. Papa Francisco

Hoje tenho certeza que a semente está caindo numa terra boa, sei que vocês querem ser um terreno bom, não querem ser cristãos pela metade, nem engomadinhos, nem cristãos de fachada, mas sim autênticos. Tenho a certeza de que vocês não querem viver na ilusão de uma liberdade que se deixe arrastar pelas modas e conveniências do momento. Papa Francisco

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