Sacramento do Matrimônio

“Perdoar é permitir que o outro entre de novo na história de sua vida” (autor desconhecido).

“Ninguém é perfeito, até que você se apaixone por essa pessoa” (W.Shakeaspeare).

“Se queres prolongar o amor não permitas que a desconfiança te domine em relação à pessoa amada” (Ovídio).

“Se você ama alguém, deixo-o livre; se ele voltar, ele é seu; se não, nunca foi” (Richard Bach).

“A medida do amor é amar sem medida” (Santo Agostinho).

“Gosto e preciso de ti, mas quero logo explicar, não gosto porque preciso. Preciso sim, por gostar” (Mário Lago).

“Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo” (autor desconhecido).

“Apenas em torno de uma mulher que ama se pode formar uma família” (Friedrich Schlegel).

“O bom casamento é um eterno noivado” (Theodor Korner).

“Durante o vosso casamento finjam que ainda não são casados e tudo irá bem. Que haja sempre algo de não atingido e de inacessível entre os dois” (Carl Almquist).

“Quando há casamento sem amor, há amor sem casamento” (Benjamim Franklin).

“O bom marido nunca deve ser o primeiro a adormecer à noite, nem o último a acordar pela manhã” (Honoré de Balzac).

“O casamento feliz é e continuará a ser a viagem de descoberta mais importante que o homem jamais poderá empreender” (Soren Kierkegaard).

“O casamento é a relação entre homem e mulher na qual a independência é igual, a dependência é mútua e a obrigação recíproca” (Louis Anspacher).

“O casamento é como uma longa viagem em um pequeno barco a remo: se um passageiro começar a balançar o barco, o outro terá que estabilizá-lo; caso contrário, os dois afundarão juntos” (Dr. David Reuben).

“O casamento é um edifício que deve ser reconstruído todos os dias” (André Maurois).

“Se os homens agissem depois do casamento da maneira como agem durante o namoro, haveria menos divórcios – e mais falências” (Frances Rodman).

“Não discuta com sua esposa quando ela estiver dobrando seu pára-quedas” (autor desconhecido).

“O valor do casamento não está no fato de adultos produzirem crianças, mas de crianças produzirem adultos” (Peter de Vries).

“Um homem de sucesso é o que ganha mais dinheiro do que sua mulher consegue gastar. Uma mulher de sucesso é a que consegue encontrar um homem desses” (autor desconhecido).

“Um otimista é aquele que acredita que o casamento é um jogo” (Laurence J. Peter).

“A vida de casado ensina uma lição inestimável: pensar sobre as coisas antecipadamente o bastante para não dizê-las” (Jefferson Machamer).

“Casamento é uma longa conversa entremeada de disputa” (Robert Louis Stevenson).

“O pavor da solidão é maior que o medo da escravidão: assim, nos casamos” (Cyril Connolly).

“O problema do casamento são as diferenças de expectativas: a mulher acha que o homem vai mudar após o casamento, enquanto que o homem acha que a mulher não vai mudar após o casamento” (autor desconhecido).

O casamento não produz dois prisioneiros, mas sim uma liberdade em duas pessoas. Pode dizer-se que teve êxito quando, tendo-se tomado o compromisso inicial, e tendo-se convertido a união em algo natural, os esposos nem sequer têm a impressão de estarem casados (André Frossard).

Um casamento feliz é uma longa conversa que nos parecerá sempre demasiado curta (André Maurois).

O amor humano autêntico é uma entrega total da própria pessoa: alma, coração, corpo, toda a própria vida, presente e futuro. Quando duas pessoas se amam, sabem que vão compartilhar toda a sua vida. O casal é isto: um com uma para sempre, em tudo, para terminar nos filhos. Já não são dois, mas uma só carne e uma só vida. Antes eram duas vidas independentes que, de vez em quando, coincidiam. Agora estão intimamente ligados, a vida de um é inseparável da do outro. Até nas coisas mais concretas (M. Santamaría Garai).

Amor não é olharem um para o outro, mas sim olharem ambos numa mesma direção (Antoine de Saint-Exupéry).

No verdadeiro amor não manda ninguém; ambos obedecem (Alejandro Casona).

Tal como o amor conjugal, a paixão autêntica aspira à exclusividade absoluta e à continuidade. Aquele que diz estar agora apaixonado, embora não saiba se amanhã continuará a estar, está embriagado, mas não realmente apaixonado (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

No caso ideal, também não se dirá “amo-te pela tua beleza” pela tua inteligência, pela tua força, pela tua suavidade, pois assim querer-se-ia só alguma coisa do outro (alguma coisa que indubitavelmente é digna de ser amada), mas ainda não se amaria a outra pessoa por si mesma, tal como é. No caso ideal, dever-se-ia dizer “Amo-te por seres como és”. Então, sim, amar-se-ia o outro por ele próprio, através de todas as adversidades da vida, as doenças, a velhice e até da morte (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

Quem diz que amou só porque sentiu prazer não entende nada de amor. Porque quer colher, enquanto o amor é uma força que leva a semear. Quem dá porque quer receber, ou quem se dá só enquanto dar não dói, é um comerciante. Calcula. O que equivale a dizer que nunca amou. E que a pessoa amada é uma mercadoria – sujeita, como as mercadorias, a critérios de qualidade e a prazos de validade (Paulo Geraldo).

Não confundir o amor com a paixão dos primeiros momentos, que pode desaparecer. O verdadeiro carinho cresce na medida em que os dois estão mais unidos, porque partilham mais. Mas para partilhar é preciso dar. Dar é a chave do amor. Amor significa sempre entrega, dar-se ao outro. Só pelo sacrifício se conserva o amor mútuo, porque é preciso aprender a passar por alto os defeitos, a perdoar uma e outra vez, a não devolver mal por mal, a não dar importância a uma frase desagradável, etc. Por isso o amor também significa exceder-se, fazer mais do que é devido (Juan Luis Lorda).

Um casamento feliz exige que nos apaixonemos muitas vezes e sempre pela mesma pessoa (autor desconhecido).

É claro que os esposos e os filhos são seres humanos, com falhas e defeitos. Podem surgir dificuldades, mesmo graves, mas a solução não é negar a natureza das coisas, mas precisamente apoiar-se nela para procurar ultrapassar essas dificuldades. Não se pense em situações idílicas, mas num amor que cresce no meio das dificuldades, nas canseiras, nas incomodidades, nas coisas que saem bem e nas que saem mal, problemas de saúde, apertos econômicos, cansaços, irritações passageiras, etc. E tudo isto é compatível com a felicidade. Quem ama sente-se feliz, mesmo quando não é inteiramente correspondido, embora aí possa haver uma plenitude de amor (Juan Luis Lorda).

Os cônjuges mais alegres parecem ser aqueles que não se centram exclusivamente em alcançar a sua felicidade. Não procuram constantemente a vantagem pessoal, nem seguem metas próprias de pessoas instaladas, nem tentam formar o seu próprio idílio, preferem partilhar a sua felicidade e o seu amor com os outros: filhos, familiares, amigos, vizinhos e companheiros de trabalho (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

Quanto mais crescer o meu amor, mais desejarei que o outro seja o melhor e o mais perfeito possível, em suma, que se realize o máximo; e assim estarei preparado para o ajudar a alcançá-lo. Vejo com uma clareza cada vez maior como a minha auto-realização pessoal consiste em ajudar o outro a realizar-se (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

Uma crise matrimonial não é nenhuma catástrofe. Quem foge dela, sobrevaloriza-a. Quem a ignora, peca por despreocupação. Deveríamos descobrir a oportunidade que ela encerra. Através de tais provas, o amor vai amadurecendo e ganhando em profundidade; cada tempestade é uma oportunidade de renovação. Com os anos vou amando cada vez mais porque quero amar, porque escolhi o outro como cônjuge e estou disposto a suportar desilusões (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

O amor não se conjuga no passado: ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente (autor desconhecido).

O amor incondicional é aquele que diz: “Vem se quiseres, vem quando quiseres, vem sejas como fores, vem faças o que fizeres. Estou aqui para te receber. Existirei para ti. Derramarei tudo o que há de bom em mim sobre ti, para te construir” (Paulo Geraldo).

Quanto mais unidade tem uma coisa mais perfeita é na sua bondade e poder (Santo Tomás de Aquino).

A fidelidade, naturalmente, tem que ver com a sexualidade, mas não se limita a ela. Implica a aceitação de ambos em todas as dimensões da sua personalidade. Normalmente, a fidelidade está presente na vida matrimonial quotidiana de uma maneira calada e pouco visível, consistindo numa constância tanto nos bons tempos como nos difíceis. É preciso a ajuda do outro, sobretudo face à monotonia diária que pode consistir nas obrigações familiares e profissionais. Mas também se requer quando se fracassa, se duvida de si mesmo ou por acaso se falhou. “Sê solidário com os teus amigos, sobretudo quando são culpados”, diz um provérbio francês. Quando alguém está prestes a cair no mais fundo da miséria, não é precisamente o parceiro aquele que, em primeiro lugar, deve lutar para ir com ele? (Jutta Burggraf, in O desafio do amor humano).

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